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Com dólar em alta, gestora lança ETF para lucrar com a variação da moeda

Fundo deve facilitar o investimento em dólar, eliminando a necessidade de abrir contas no exterior

Por Beatriz Rocha

25/07/2024 | 16:44 Atualização: 25/07/2024 | 16:44

Dólar (Foto: Envato elements)
Dólar (Foto: Envato elements)

A BB Asset anunciou na quarta-feira (24) o lançamento do BB ETF Índice Futuro de Dólar S&P/B3 Fundo de Índice. Negociado sob o ticker DOLA11, o novo ETF (Exchange Traded Fund) vai acompanhar a variação do dólar frente ao real.

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O produto busca refletir as oscilações e a rentabilidade do S&P/B3 Índice de Futuros de Taxa de Câmbio (SPBBUFT). Esse índice, lançado pela B3 em parceria com a S&P, mede o desempenho de uma carteira hipotética que investe em contrato futuro de dólar. Dessa forma, ele oferece uma maneira padronizada de monitorar e analisar o comportamento do mercado de futuros de câmbio.

O valor mínimo para investir no DOLA11 é de R$ 10 e sua taxa de administração corresponde a 0,40% ao ano. Segundo a BB Asset, o imposto do fundo será recolhido sobre eventual ganho de capital no momento da venda das cotas do ETF.

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A gestora acredita que a opção pode atrair principalmente os investidores que têm algum objetivo de investimento que demande a exposição ao dólar. Isso inclui uma viagem ou estudo no exterior ou até mesmo a compra de equipamentos fora do País. O interesse pode ser ainda maior em meio à valorização da moeda americana. Só em 2024, a divisa acumula alta de 16,38%.

Na quarta-feira, o dólar terminou o pregão cotado a R$ 5,659 – nível mais alto em mais de vinte dias. A moeda estadunidense passa por um momento de valorização global ao longo desta semana. Em especial, quando comparada a outras divisas de mercados emergentes, como o Brasil, devido à queda nos preços das commodities.

Para Mário Perrone, Diretor Comercial e de Produtos da BB Asset, o lançamento do DOLA11 deve facilitar o investimento em dólar, eliminando a necessidade de abrir contas no exterior. “Esse ETF permite aos investidores diversificarem suas carteiras com exposição à variação cambial da moeda americana contra o real, contando com uma taxa de administração competitiva e negociação direta na Bolsa“, destaca.

O cenário de ETFs no Brasil

Os ETFs também são conhecidos como fundos de índice, pois acompanham o desempenho de um índice de referência internacional ou nacional, como o próprio Ibovespa. A variedade de estratégias oferecidas por esses produtos permite a realização de investimentos diversificados a partir de uma única aplicação. Com isso, o investidor tem acesso a uma cesta com vários ativos sem precisar comprar cada um separadamente, o que geraria mais custos.

No dia 15 de julho deste ano, o PIBB11, primeiro ETF lançado na B3, completou vinte anos. O fundo tem a sua valorização atrelada ao indicador Brasil 50 (IBrX-50), que apresenta o desempenho médio das cotações dos 50 ativos de maior negociabilidade e representatividade do mercado de ações brasileiro.

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Em 2004, quando o PIBB11 começou a ser negociado, o mercado criado pelo novo produto fechou o ano com um valor de R$ 419 milhões em custódia e um volume médio de negociação de R$ 600 mil. Hoje, segundo dados da B3, a indústria de ETFs acumula mais de R$ 48 bilhões investidos, com um volume de negociação diário superior a 1,4 bilhão.

Na visão de Felipe Gonçalves, superintendente de Produtos de Juros e Moedas da B3, os fundos caíram no gosto dos brasileiros por serem uma forma prática de investimento, com baixo custo e com a liquidez de negociar um ativo em Bolsa. “Hoje, mais de meio milhão de pessoas já investem por meio do produto, que negocia cerca de R$ 1,6 bilhão por dia. O ETF de dólar é mais uma alternativa para esta classe de ativo e amplia as formas dos clientes acessarem o mercado de moedas”, reforça.

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