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Rede D’Or (RDOR3): entenda “cabo de guerra” que barrou planos da Amil no RJ

A decisão da empresa vem de um histórico de "desavenças" com a Amil; veja os detalhes

Por Camila Vech e Beatriz Capirazi

31/07/2024 | 11:58 Atualização: 31/07/2024 | 11:58

Plano de saúde (Foto: Envato Elements)
Plano de saúde (Foto: Envato Elements)

A Rede D’Or (RDOR3) descredenciou os hospitais Copa D’Or, Quinta D’Or e Jutta Batista, no Rio de Janeiro, a receberem beneficiários dos planos de saúde da Amil.

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Após a notícia, o Citi manteve a recomendação de compra para os papéis da empresa. Segundo o banco, o caso é parecido ao “cabo de guerra” vivenciado pelas empresas de saúde em 2019, quando Rede D’Or e Amil romperam contrato devido a negociações sobre aumento de preços e novos métodos de remuneração. O relacionamento comercial entre as duas foi retomado apenas em 2021.

“Desta vez, no entanto, a iniciativa partiu da Rede D’Or, enquanto a propriedade (venda da Amil) e as estruturas corporativas, a exemplo da integração da SulAmerica e a joint venture (cooperação entre empresas que geralmente implica em uma nova organização societária) dos hospitais da Dasa (DASA3), também são diferentes, alterando o equilíbrio de poder entre as duas”, avaliam os analistas Leandro Bastos e Renan Prata em relatório.

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Para o time do Citi, as motivações permanecem “desconhecidas” e podem representar apenas o curso natural dos ajustes de credenciamento. “Em qualquer caso, achamos que isso pode aumentar a pressão comercial por melhores condições contratuais principalmente ao considerar o posicionamento âncora dos hospitais na região”, complementam.

Os analistas ponderam ainda que o potencial de menor utilização dos três hospitais poderia “não ser um bom presságio” para as vendas e alavancagem operacional da Rede D’Or, embora sejam indicadores que podem ser amortecidos pelas oportunidades comerciais da SulAmerica.

O Citi tem recomendação de compra para as ações da Rede D’Or e preço-alvo de R$ 34, potencial de valorização de 20,35% em relação ao fechamento da terça-feira (30).

Outras opiniões sobre a decisão da Rede D’Or

XP

A XP Investimentos avalia que a notícia que a Rede d’Or teria descredenciado beneficiários da Amil de três de seus hospitais no Rio de Janeiro são um sinal de que a companhia busca melhores termos para os seus contratos com pagadores.

Embora os dois players sejam relevantes para o mercado local, a XP avalia que o caminho que cada empresa está seguindo pode tornar limitado qualquer impacto negativo de tal evento. “Os motivos por trás da rescisão do contrato não são claros, mas a representatividade da Amil nas admissões da Rede D’Or não é significativa o suficiente para pressionar a utilização e as margens”, destacam os analistas.

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A XP lembra ainda que com a recente fusão dos negócios de Amil e Dasa, a tendência é de que a operadora de planos de saúde canalize a utilização para os hospitais da parceria, em vez direcioná-la para terceiros.

A XP lembra ainda que o setor ainda está sob pressão devido a alta sinistralidade, e o relacionamento entre pagadores e prestadores tem se deteriorado. “Vemos a notícia como um sinal de que a Rede D’Or pode estar buscando condições mais favoráveis para seus hospitais no Rio”, aponta.

Itaú BBA

O Itaú BBA avalia que a motivação para a Rede d’Or descredenciar beneficiários da Amil de três de seus hospitais no Rio de Janeiro deve ser consequência de um desacordo sobre as tabelas de preços para os hospitais no Rio de Janeiro, assim como um desequilíbrio percebido no valor que cada parte traz para a parceria.

“Rede D’Or pode ter percebido que sua rede hospitalar desempenhava um papel crucial na venda dos planos de saúde da Amil, enquanto as tabelas de preços e a complexidade dos procedimentos oferecidos pela Amil não eram necessariamente benéficos para a Rede D’Or em alguns hospitais específicos”, explicam os analistas Vinicius Figueiredo, Lucca Generali Marquezini e Felipe Amâncio.

O Itaú BBA estima que três hospitais somam 700 leitos, sendo 7% da capacidade operacional de leitos da empresa. O banco destaca que embora a Amil detenha uma participação de mercado de 12% no Rio de Janeiro e cidades vizinhas, os hospitais mencionados no movimento são muito maduros, provavelmente operando com uma alta taxa de ocupação.

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O banco ainda lembra que o movimento acontece em um momento que a Amil está focada em recuperar a rentabilidade, provavelmente por meio da exigência de descontos na tabela de preços de seus prestadores de serviço e otimizando sua rede de prestadores de serviço, cenário que poderia ser mais evidente após a conclusão da joint venture com a Dasa.

“A forte presença dos hospitais da Rede D’Or na cidade levou a uma perda significativa de participação de mercado para a Amil na região, caindo de 16% em junho de 2019 para 14% em junho de 2020. Em contraste, tanto a Bradesco Saúde quanto a SulAmérica mantiveram sua parceria com a Rede D’Or e viram um aumento na participação de mercado durante o mesmo período”, destacam em relatório.

Embora possa haver um impacto muito menor nos resultados no curto prazo devido à decisão, o Itaú BBA avalia que os ativos estão em um estágio avançado de maturidade, o que confere confiança na continuidade da sólida rentabilidade desses hospitais e no potencial para substituição de beneficiários. “O mercado não reagiu significativamente à notícia, embora haja alguma preocupação sobre uma ruptura mais ampla no futuro”, apontam.

O Itaú BBA mantém uma recomendação outperform (o equivalente a compra) para Rede D’Or (RDOR3), com preço-alvo de R$ 39, o que representa um potencial de valorização de 38% sobre o fechamento de terça-feira (30).

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