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Radar da Imprensa

Selic mantida a 10,5%: como ficam os investimentos?

Entenda o que muda para os investimentos em renda fixa e renda variável com a nova taxa de juro

Por Jéssica Anjos

02/08/2024 | 18:37 Atualização: 09/08/2024 | 15:56

Selic a 10,5%: como ficam os investimentos?
Foto: Adobe Stock
Selic a 10,5%: como ficam os investimentos? Foto: Adobe Stock

Na última quarta-feira (31), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou que a taxa básica de juros, a Selic, permaneceria em 10,5% ao ano, essa decisão foi tomada unanimemente por todo o órgão.

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O veredito do Banco Central de manter a Selic em 10,5% deixou muitos investidores em alerta. Mas afinal, o que isso significa para o seu dinheiro investido?

A taxa Selic, taxa básica de juros da economia brasileira, influencia diretamente a rentabilidade de diversos investimentos. Com a Selic alta os investimentos de renda fixa, como Tesouro Direto e CDBs, tendem a oferecer retornos mais atrativos, já com essa taxa baixa, os rendimentos podem não agradar tanto assim os acionistas.

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A Selic em 10,50% ao ano não é necessariamente baixa, porém, é mais baixa que no ano anterior, que estava em 13,75% ao ano em julho de 2023.

Impactos na renda fixa

Com o aumento das expectativas para juros e inflação, a renda fixa tem se consolidado como uma opção segura e atrativa. Títulos pós-fixados, como o Tesouro Selic e os Certificados de Depósitos Bancários (CDBs), indexados à Selic ou ao CDI, são apontados como boas oportunidades.

Esses ativos não apenas oferecem liquidez diária, permitindo o resgate a qualquer momento, mas também são imunes às oscilações do mercado.

Com a Selic em 10,5% ao ano, esses títulos estão proporcionando uma rentabilidade nominal de aproximadamente 0,8% ao mês. A perspectiva é de que essa rentabilidade aumente ainda mais em setembro, caso o Banco Central opte por uma nova alta na taxa de juros.

Para quem busca maximizar os rendimentos, os ativos pós-fixados isentos, como Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) e Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), são uma alternativa ainda mais atrativa. Ao não incidirem no Imposto de Renda, esses investimentos oferecem um prêmio líquido maior para o investidor.

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“Esses ativos isentos são mais indicados para investidores com prazos superiores a nove meses (para o resgate), período mínimo para cumprir as carências dessas modalidades de investimentos”, explica Ana Paula Carvalho, especialista em mercado de capitais e sócia da AVG Capital.

Ana Paula ressalta que LCIs e LCAs que pagam acima de 85% do CDI geralmente são mais vantajosas que CDBs que oferecem 100% do CDI. Isso ocorre devido à isenção do imposto de renda, que aumenta significativamente o retorno líquido dos investidores.

Impactos na renda variável

Apesar de manterem taxas de ocupação estáveis e portfólios inalterados, diversos fundos imobiliários (FIIs) enfrentaram uma desvalorização considerável em suas cotas, reflexo direto das turbulências do cenário econômico geral.

“Para um investidor mais moderado, os fundos imobiliários estão dando uma belíssima janela de entrada, e têm menos volatilidade por conta do dividendo que eles oferecem”, explica Caio Schettino, head de alocações da Criteria, ao Portal Bora Investir da B3.

Vale ressaltar que a próxima reunião do Copom, destinada a deliberar sobre a taxa de juros Selic, será realizada nos dias 17 e 18 de setembro.

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Colaborou: Gabrielly Bento. 

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