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Ata do Copom revela motivo para manter Selic em 10,5% ao ano; veja

O documento destacou que há surpresas com os dados de mercado de trabalho e atividade econômica

Por Célia Froufe e Fernanda Trisotto

06/08/2024 | 9:29 Atualização: 06/08/2024 | 9:29

Reunião de política monetária do Copom decide os rumos da Selic. (Foto: Adobe Stock)
Reunião de política monetária do Copom decide os rumos da Selic. (Foto: Adobe Stock)

A ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), divulgada nesta terça-feira (6), que optou por manter a Selic em 10,50% ao ano de maneira unânime, defendeu que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante.

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A avaliação é de que a política monetária se manterá contracionista por tempo suficiente em patamar que não só consolide o processo desinflacionário como também a ancoragem das expectativas. “O Comitê, unanimemente, optou por manter a taxa de juros inalterada, destacando que o cenário global incerto e o cenário doméstico marcado por resiliência na atividade, elevação das projeções de inflação e expectativas desancoradas demandam acompanhamento diligente e ainda maior cautela”, diz o documento.

  • Como ficam os investimentos com a Selic a 10,5%?

A ata pontua que, sem prejudicar o objetivo de assegurar a estabilidade de preços, a decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego. A ata reitera que o colegiado se manterá vigilante e eventuais ajustes futuros na taxa de juros “serão ditados pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta”.

O colegiado ainda destaca que a conjuntura atual tem um processo desinflacionário que tende a ser mais lento, com a ampliação da desancoragem das expectativas de inflação e um cenário global desafiador. Essa conjuntura demanda serenidade e moderação na condução da política monetária.

Copom e dados de trabalho

O documento destacou que há surpresas com os dados de mercado de trabalho e atividade econômica, sobretudo o consumo das famílias, que estão divergindo do cenário de desaceleração previsto. “Além disso, houve nova elevação das projeções de inflação para o horizonte relevante de política monetária, não obstante nova elevação na trajetória da taxa Selic extraída da pesquisa Focus. De forma análoga, as expectativas de inflação apresentaram desancoragem adicional desde a reunião anterior”, pondera a ata.

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O relatório pontua que o cenário externo se mantém adverso, citando a incerteza sobre os impactos e a extensão da flexibilização monetária nos Estados Unidos. “O Comitê avalia que as conjunturas doméstica e internacional exigem ainda maior cautela na condução da política monetária. Em particular, os impactos inflacionários decorrentes dos movimentos das variáveis de mercado e das expectativas de inflação, caso esses se mostrem persistentes, corroboram a necessidade de maior vigilância”, diz a ata.

Riscos para a inflação

O Comitê destacou que há fatores de riscos para a inflação em ambas as direções, mas enfatizou os pontos que pressionam para a alta.

Os riscos para o cenário inflacionário são a desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado, a maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais apertado e a conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário. Neste caso, foi citado como exemplo uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada – o que tem ocorrido no Brasil.

Já para os riscos de baixa, o Comitê de Política Monetária (Copom) mencionou a desaceleração da atividade econômica global mais acentuada do que a projetada e impactos mais fortes que os esperados do aperto monetário sobre a desinflação global.

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