O cobre para setembro fechou em alta de 0,70%, a US$ 4,027 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). Na sessão de segunda-feira, o contrato teve perda de 2,53%. Por volta das 14h20 (de Brasília), o cobre para três meses era negociado em alta de 0,72%, a US$ 8.918,50 a tonelada, na London Metal Exchange (LME), sem conseguir a correção plena da queda de mais de 2% de ontem.
As matérias-primas metálicas ressentiram-se dos dados fracos que ampliaram as apreensões sobre a economia dos EUA, enquanto ainda reverberam os impactos da percepção de demanda mais fraca da China.
O banco ANZ pontuou, em relatório, que o quadro na China pode ter uma reversão no segundo semestre de 2024. “No entanto, a resposta da oferta será um fator dominante para reequilibrar os mercados de metais”, escreveram analistas da instituição. Os desafios no fornecimento de minas de cobre, provavelmente, manterão o mercado de concentrado apertado e, subsequentemente, reduzirão a produção de cobre refinado, especialmente na China, projetou o ANZ.
O banco acrescentou ainda que os preços do alumínio e do níquel devem obter algum suporte de uma perspectiva de custo de produção. “O fechamento de minas de níquel reequilibrará o mercado“, avaliaram.
Os demais metais negociados na LME também registravam ganhos no horário acima. A tonelada do alumínio subia 1,70%, a US$ 2.302,00; a do chumbo apontava alta de 0,31%, a US$ 1.963,50 e a do níquel subia 1,36%, a US$ 16.425,00. A tonelada do estanho avançava 1,34%, a US$ 29.895,00. A tonelada do zinco estendia queda, recuando 1,40%, a US$ 2.605,00.