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Juros fecham em alta, de olho nos títulos de dívida dos EUA e ata do Copom

A aposta de aperto da Selic na reunião de setembro voltou a prevalecer nesta terça-feira (6)

Por Denise Abarca

06/08/2024 | 18:22 Atualização: 06/08/2024 | 18:22

(Foto: Adobe Stock)
(Foto: Adobe Stock)

Os juros futuros dispararam nesta terça-feira (6), pressionados pelo avanço dos Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano) e pela leitura da ata do Comitê de Política Monetária (Copom), considerada “hawkish”. O ajuste ao documento foi turbinado por fatores técnicos e a aposta de aperto da Selic na reunião de setembro voltou a prevalecer.

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No fechamento, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2025 estava em 10,695%, de 10,587% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2026 subia de 11,22% para 11,54%. A do DI para janeiro de 2027 avançava a 11,69% (de 11,44%) e a do DI para janeiro de 2029, de 11,71% para 11,84%.

Os mercados como passaram hoje por uma tentativa de normalização das condições, após o forte nervosismo que atingia os ativos de risco desde o fim da semana passada. A correção na curva dos Treasuries começou tímida, mas ganhou impulso à tarde após o leilão de US$ 58 bilhões em T-notes de 3 anos com demanda abaixo da média. A taxa do papel de 10 anos chegou a até 3,90%.

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O estrategista-chefe da Monte Bravo, Alexandre Mathias, vê o movimento como uma correção do “flight to quality” que derrubou as taxas americanas na semana passada a partir da narrativa do temor de recessão nos EUA que, na sua visão, é equivocada. “O que está acontecendo no Japão explica muito mais o movimento de saída do risco do que os indicadores nos EUA, que mostram sim uma desaceleração da economia, mas estão longe de mostrar recessão”, disse. Por isso, acrescenta, o comportamento do iene e quanto o juro da T-Note se afasta dos 4% serão termômetros importantes para acompanhar as condições do mercado.

As intervenções no câmbio e o aperto monetário promovidos pelo Banco do Japão (BoJ) fortaleceram o iene, o que puxou expressivo desmonte de posições de carry trade, com o impacto relevante em moedas emergentes, também transbordando para outros ativos.

Assim que o processo de desalavancagem estiver concluído e o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) iniciar o ciclo de afrouxamento nos EUA, “o investidor voltará a olhar ativos de risco com mais carinho”, completou Mathias.

A ata da reunião de julho trouxe que vários membros ressaltaram a assimetria do balanço de riscos para a inflação. O Comitê, unanimemente, reforçou que não hesitará em elevar a Selic, hoje em 10,50%, para assegurar a convergência da inflação à meta se julgar apropriado.

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Na curva, as apostas de alta da Selic dispararam, não somente em função da ata, mas também resultado do movimento de zeragem de posições vendidas, que ganhou fôlego no meio da tarde, o que acaba pesando na precificação. Para o Copom de setembro, a aposta de aumento de 25 pontos-base foi totalmente recomposta, com 100% de probabilidade, ante 80% de chances vistas na parte da manhã e 60% de probabilidade ontem. Para o fim de 2024, a curva mostrava taxa de 11,40%.

Já os economistas mostram uma postura menos radical. Pesquisa do Projeções Broadcast com 45 casas mostra unanimidade em torno da estabilidade da Selic no próximo Copom. Para o fim do ano, 42 preveem manutenção, duas esperam queda e uma, aumento.

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