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Americanas (AMER3): ações disparam 40% após grupamento

Processo, realizado na proporção de 100 para 1, buscou aumentar o valor de negociação dos papéis

Por Beatriz Rocha

27/08/2024 | 20:59 Atualização: 27/08/2024 | 20:59

Fachada de loja da Americanas (Foto: PEDRO KIRILOS/ Estadão Conteúdo)
Fachada de loja da Americanas (Foto: PEDRO KIRILOS/ Estadão Conteúdo)

As ações da Americanas (AMER3) lideram os ganhos do mercado brasileiro nesta terça-feira (27), após passarem por um grupamento. No fechamento, os papéis da empresa subiram 40% cotados a R$ 7. Ao longo da sessão, oscilaram entre máxima a R$ 7,65 e mínima a R$ 5,40. Mais cedo, chegaram a entrar em leilão por oscilação máxima permitida, ao subirem 18,60%.

Leia mais:
  • BTG vende Americanas com ação da varejista na mínima histórica
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Na segunda-feira (26), as ações encerraram o dia avaliadas em R$ 0,05, em queda de 16,66%, na mínima histórica. Posteriormente, foram agrupadas na proporção de 100 para 1 – ou seja, 100 ações se transformaram em uma única ação, enquanto o valor nominal dos papéis foi aumentado na proporção inversa. Com isso, os ativos abriram o pregão desta terça-feira cotados a R$ 5,40.

O grupamento das ações da Americanas foi aprovado na assembleia geral extraordinária realizada em 21 de maio de 2024, buscando aumentar o valor de negociação dos papéis. Isso ocorre porque quando os ativos são negociados a preços muito baixos, as variações percentuais deles ficam distorcidas. Dessa forma, qualquer mudança de centavos pode significar uma alta ou uma queda muito alta.

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Esse processo de grupamento é sugerido pela própria B3, já que ter ativos negociados abaixo de R$ 1 pode gerar consequências que vão desde multa até suspensão das negociações em Bolsa. Ao agrupar as ações, é possível manter o preço de negociação dos papéis em uma faixa acessível para diferentes perfis de investidor e, ao mesmo tempo, evitar movimentos meramente especulativos. Com isso, o procedimento facilita o fluxo de negócios – com oscilações menos abruptas, a ação deixa de entrar em leilão constantemente.

Vale lembrar que o grupamento não gera alteração do capital social da empresa e não muda o valor financeiro dos papeis que o investidor já possui da companhia.

Companhias como Casas Bahia (BHIA3) e Magazine Luiza (MGLU3) realizaram o procedimento recentemente na B3. No caso da primeira varejista, o grupamento ocorreu na proporção de 25 para 1 a partir de 28 de dezembro de 2023. Já o Magalu uniu 10 ações em uma só a partir de 27 de maio deste ano.

O que aconteceu com as ações da Americanas em agosto?

Em agosto, as ações da Americanas passam por um momento difícil, registrando perdas de 87,64% no mês. No acumulado do ano, os papéis caem 92,53%. Tudo piorou quando a empresa divulgou os aguardados balanços do exercício de 2023 e do 1º semestre de 2024, que foram repetidamente adiados. Para se ter uma ideia, no primeiro pregão após o anúncio dos resultados, as ações cederam mais de 50%.

No acumulado do ano passado, o prejuízo da Americanas chegou a R$ 2,2 bilhões, 82,8% melhor do que o observado no mesmo período de 2022 (depois que os números foram reapresentados sem a “maquiagem” da manipulação contábil). Nos seis primeiros meses deste ano, o resultado negativo foi de R$ 1,4 bilhão, 56% menor do que no mesmo período de 2023.

  • Veja mais: Americanas solta balanço e acionistas sabem, pela 1ª vez, o real tamanho da fraude

Apesar da melhora no comparativo, os dados ainda revelam uma conjuntura de preocupação para a Americanas, uma vez que o mercado espera uma nova alta dos juros pelo Banco Central, o que tende a penalizar varejistas. Além disso, o fato de a companhia ter resolvido retirar os “guidances” (projeções financeiras da diretoria) para os próximos meses despertou maior insegurança nos investidores.

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