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Provocação, polêmica e desinformação: corrida presidencial entre Harris e Trump está mais aberta do que nunca

Candidatos aceleram discussões para definir o rumo dos EUA. Veja o que chamou mais atenção no embate

Por Thiago de Aragão

11/09/2024 | 14:59 Atualização: 11/09/2024 | 18:48

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As eleições dos Estados Unidos costumam concentrar a atenção dos investidores  (Foto: Envato Elements)
As eleições dos Estados Unidos costumam concentrar a atenção dos investidores (Foto: Envato Elements)

No cenário do debate presidencial de terça-feira (11), Kamala Harris se apresentou como uma candidata preparada e capaz de confrontar diretamente Donald Trump.

Leia mais:
  • Por que o bitcoin virou tema central nas eleições nos EUA
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Enquanto o candidato republicano, como esperado, tentou dominar o palco com suas declarações provocativas e muitas vezes polêmicas, a oponente democrata não só se manteve firme como também conseguiu desestabilizá-lo em diversos momentos, destacando-se pelo seu domínio dos temas discutidos e sua capacidade de se manter calma diante das investidas de seu oponente.

Leia mais: Donald Trump x Kamala Harris: como a rivalidade política está afetando o dólar

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Um dos pontos mais evidentes da noite foi o volume de desinformação transmitido por Trump, o que exigiu que os moderadores fizessem várias correções ao longo do debate. Isso incluiu temas como o resultado das eleições de 2020, que Trump ainda alega ter sido fraudado, apesar das inúmeras evidências em contrário, bem como dados incorretos sobre a criminalidade nos Estados Unidos, que, ao contrário do que o ex-presidente afirmou, tem diminuído nos últimos anos.

O fato de Trump ser constantemente corrigido colocou em evidência a falta de domínio sobre os fatos, o que minou sua credibilidade perante muitos espectadores. Harris, por outro lado, utilizou esses momentos para reforçar suas posições, especialmente em questões como o direito ao aborto, quando ela confrontou Trump de maneira clara e eficaz.

Trump, ao tentar associar os democratas a uma visão extrema sobre o aborto, acabou por exagerar, sugerindo que os democratas apoiam a execução de bebês após o nascimento — uma alegação rapidamente refutada e que apenas serviu para Harris ganhar mais terreno.

Ela respondeu de forma contundente, chamando as posturas de Trump de insultantes para as mulheres americanas, e destacou as dificuldades enfrentadas por muitas mulheres em estados onde o acesso ao aborto foi drasticamente reduzido após a revogação de Roe v. Wade.

Debate Harris X Trump: para onde vai a economia dos EUA?

Outro ponto importante do debate foi a discussão sobre a economia. Trump tentou, como de costume, associar-se ao “melhor período econômico” dos Estados Unidos, ignorando o impacto da pandemia e as medidas subsequentes que tiveram que ser adotadas pelo governo Biden-Harris.

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Harris, no entanto, não perdeu tempo em detalhar seu plano econômico, que inclui cortes de impostos para pequenos empresários e novas oportunidades para famílias de classe média. Embora Trump tenha insistido em criticar a administração atual pelo aumento dos preços, Harris destacou que a inflação, embora tenha subido, já está em queda e atualmente está em torno de 2,9%.

A questão da imigração também foi um dos tópicos centrais, onde Trump repetiu suas tradicionais acusações sobre criminosos entrando no país e fez alegações racistas sobre imigrantes, inclusive sugerindo que animais de estimação estavam sendo comidos por recém-chegados. Harris, mais uma vez, respondeu de forma enérgica, ressaltando sua experiência como promotora e acusando Trump de preferir explorar politicamente a imigração em vez de resolver o problema.

Leia mais: Por que o bitcoin virou tema central nas eleições nos EUA

No geral, o debate deixou claro que Harris foi mais assertiva e controlada, enquanto Trump, muitas vezes, se perdeu em suas próprias declarações e teorias da conspiração. Embora Harris tenha sido bem-sucedida em atacar os pontos fracos de Trump, também é importante ressaltar que o ex-presidente manteve sua postura de vitimização, repetidamente acusando os moderadores de parcialidade e de formar um “trio” contra ele.

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Apesar disso, é crucial reconhecer que, independentemente do debate, Donald Trump continua sendo um candidato extremamente forte. Ele conta com uma base de apoio profundamente leal, o que o mantém competitivo mesmo em momentos de dificuldades como o que viveu na terça-feira.

A eleição em si permanece altamente imprevisível e, apesar de Trump ter perdido terreno no confronto diante das câmeras, isso não significa que a disputa esteja decidida. Pelo contrário, a corrida presidencial está mais aberta do que nunca.

Leia mais: O que uma tarifa universal para importações pode significar para a economia global

A polarização intensa do eleitorado norte-americano garante que nenhum candidato possa declarar-se favorito com tanta antecedência. De fato, Trump já demonstrou repetidamente sua resiliência, superando expectativas em momentos críticos de sua carreira política.

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A campanha à presidência nos EUA ainda possui muitos capítulos a serem escritos antes da decisão final, e a disputa, sem dúvida, será resolvida apenas nos últimos dias, à medida que eleitores indecisos definam suas preferências.

A corrida presidencial permanece extremamente apertada e, como já se viu em ciclos eleitorais anteriores, será nos últimos dias, nas semanas finais, que os indecisos e as oscilações de opinião podem inclinar a balança.

Leia mais: Promessas de Trump e Kamala ameaçam ciclo de juros nos EUA, diz Gauss Capital

O debate foi um evento importante, mas não decisivo. A performance mais sólida de Harris pode ter aumentado sua credibilidade, mas Trump, com seu histórico de mobilização, ainda tem uma trajetória forte o suficiente para manter a eleição completamente aberta.

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Enquanto Donald Trump perdeu o debate para Kamala Harris, a corrida eleitoral em si está longe de ser definida e provavelmente será decidida nos últimos momentos da campanha.

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