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Ambev (ABEV3) rebaixada por Citi e Santander: entenda os desafios para 2025

Segundo eles, a empresa pode deixar para trás o desempenho impressionante dos últimos 5 anos

Por Beth Moreira e Vinícius Novais

22/01/2025 | 10:47 Atualização: 22/01/2025 | 11:51

Ambev (ABEV3) Imagem: Adobe Stock
Ambev (ABEV3) Imagem: Adobe Stock

O Citi rebaixou a recomendação para as ações da Ambev (ABEV3) de compra para neutra e cortou o preço-alvo do papel de R$ 14,5 para R$ 11,8, o que representa um potencial de alta de 4,9% ante o fechamento do papel no pregão de terça-feira (21).

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Em relatório, os analistas Renata Cabral, Tiago Harduim e Tomas Dragicevic destacam que apesar da execução impressionante da empresa de bebidas nos últimos cinco anos – marcada por iniciativas inovadoras como BEEZ e Zé Delivery, um portfólio premium bem-sucedido – os desafios estão aumentando. Para o banco, o desconto atual das ações em relação aos pares globais pode não ser um catalisador suficiente.

“Volumes mais lentos, ganhos modestos de preços e ventos decrescentes de custos devido às tendências de câmbio e commodities são alguns dos ventos contrários. Além disso, as crescentes pressões competitivas no Brasil, impulsionadas pela Heineken e Petrópolis, restringem o repasse de preços”, afirmam.

Expectativas para os resultados da Ambev no 4º trimestre de 2024

Para o quarto trimestre de 2024, os analistas esperam um balanço morno, com as operações brasileiras impactadas pelo clima e pela competição intensa. Embora estimemos que os volumes de cerveja cairão 1% ante um ano, esperamos um aumento de preços de 2%, abaixo da inflação”, dizem.

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Para os profissionais, os volumes do NAB (negócios de bebidas não alcoólicas) também devem estar sob pressão e trazer ventos contrários de custo devido aos preços do açúcar. Eles estimam um Ebitda (lucro antes de juros, depreciação, amortização e impostos) de R$ 8 bilhões para o quarto trimestre de 2024 e um lucro líquido de R$ 4,4 bilhões.

Para 2025, o time do Citi prevê um crescimento de 2% nas receitas ante 2024 e Ebitda estável, sem mostrar um driver operacional claro e sustentável nos principais países em que a Ambev opera.

“Prevemos uma contração da margem Ebitda de 50 pontos-base para 30,7% em 2025, sob pressão vinda dos preços das commodities e do efeito negativo da depreciação da paridade real/dólar no CPV. Prevemos um aumento do lucro líquido de um dígito médio”, afirmam.

Como o custo das commodities afeta as margens da Ambev?

O Santander rebaixou a recomendação para as ações da Ambev para Neutro e reduziu o preço-alvo de R$ 16,00 para R$ 12,00, o que representa um potencial de crescimento de 6,66% em relação ao fechamento da véspera. Para o banco, o cenário futuro da empresa deve ser definido pela inflação dos custos, impulsionada pela depreciação do real e o custo de embalagem.

“Estimamos que a perspectiva de custo unitário da empresa para a divisão de cerveja no Brasil aponte para um aumento de 8% Ano a Ano”, diz o analista Guilherme Palhares, em relatório. O aumento deve vir do avanço nos preços do alumínio e dos custos de mão de obra. O câmbio, apesar de encarecer as embalagens, deve melhorar a perspectiva das vendas internacionais.

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Para o quarto trimestre de 2024, o banco estima que o resultado líquido seja estável na comparação ano a ano, chegando a R$ 4,4 bilhões. Para o analista, o fluxo de inventário no varejo pode limitar ganhos na participação de mercado.

Além disso, Palhares pontua que a Heineken começou a comissionar uma nova fábrica, que deve aumentar em 10% a capacidade total da empresa, chegando a 5 milhões de hectolitros.

Por fim, o analista diz que a perda de mercado pela Petrópolis, por conta de sua recuperação judicial, pode representar um potencial de crescimento para a Ambev (ABEV3), mas esses clientes adicionais devem ser divididos com a Heineken.

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