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Volatilidade não é risco: o poder de investir no mercado financeiro com propósito e perspectiva

Investidores projetam o futuro a partir de cenários passados, sem perceber os riscos reais. É uma armadilha

Por Henrique Barros, da assessoria financeira Invés

20/05/2025 | 15:16 Atualização: 20/05/2025 | 15:23

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Recente alta na volatilidade dos ativos no mercado financeiro brasileiro não é motivo para pânico, mas uma chance de reavaliar estratégias. (Imagem: insta_photos em Adobe Stock)
Recente alta na volatilidade dos ativos no mercado financeiro brasileiro não é motivo para pânico, mas uma chance de reavaliar estratégias. (Imagem: insta_photos em Adobe Stock)

Vivemos tempos desafiadores no mercado financeiro brasileiro. A inflação caminha para os 6% e a taxa Selic ultrapassa os 15%. O cenário de recessão técnica no segundo semestre de 2025 parece inevitável, espalhando pessimismo entre os investidores. Diante disso, muitos têm fugido de ativos de longo prazo, especialmente os atrelados à inflação, como os títulos públicos. Mas será que isso faz sentido?

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Esse comportamento reflete um equívoco comum: confundir volatilidade com risco. Embora pareçam semelhantes, esses conceitos são diferentes — e compreender essa diferença é essencial para quem busca investir de forma estratégica e alcançar seus objetivos financeiros.

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No mercado financeiro, muitos investidores projetam o futuro a partir de cenários passados, sem perceber os riscos reais. É uma armadilha, enquanto a volatilidade é passageira, o verdadeiro perigo está na perda permanente de capital — o risco que realmente importa.

O que significa a volatilidade recente dos ativos?

A recente alta na volatilidade dos ativos brasileiros não é motivo para pânico, mas uma chance de reavaliar estratégias. Quando todos estão pessimistas os preços caem, antecipando os piores cenários. Nesse contexto, a volatilidade não deve ser vista como inimiga, mas como uma ferramenta que revela oportunidades de longo prazo.

Um exemplo prático vem dos títulos públicos indexados à inflação, como o Tesouro IPCA+. Considerados extremamente seguros, esses papéis têm enfrentado quedas acentuadas. O título mais longo do mercado, o Tesouro Renda+ 2065, acumula uma desvalorização de mais de 56% desde seu pico.

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Para muitos, isso parece alarmante. Contudo, essa volatilidade reflete apenas a marcação a mercado, ou seja, a oscilação momentânea de preço. Quem mantém o título até o vencimento receberá exatamente o prometido: a taxa pactuada na compra corrigida pela inflação. O que parece risco, na verdade, é oportunidade.

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Risco, no sentido real, é a perda de capital de forma permanente. Isso pode ocorrer em cenários extremos, como um calote do governo. No entanto, considerando que o Brasil emite dívida em sua própria moeda e pode imprimir dinheiro para pagar seus compromissos, o risco de inadimplência nominal é ínfimo.

Pessimismo do mercado vira oportunidade para o investidor

Ainda assim, muitos têm migrado para títulos pós-fixados, atraídos pela alta da Selic, mesmo que isso vá contra o fundamento de proteger o capital no longo prazo. Paradoxalmente, os títulos indexados à inflação são os que oferecem a melhor proteção contra calotes velados, como o aumento dos preços na economia.

Os valuations (valor de mercado) de ativos de longo prazo no Brasil estão em níveis historicamente baixos. O pessimismo extremo criou um ambiente onde os preços refletem cenários catastróficos. Isso abre espaço para investidores dispostos a nadar contra a corrente e apostar no longo prazo.

A lição é clara: volatilidade não é sinônimo de risco. O investidor que compreende essa diferença e age com estratégia, com alinhamento com os prazos dos seus objetivos e não com emoção, tem muito a ganhar. Em tempos de incerteza, o mercado financeiro se torna um espaço de oportunidades. Para quem está preparado para enxergá-las.

*Henrique Barros é sócio-fundador da assessoria financeira Invés.

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