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Tempo Real

Ibovespa hoje opera no vermelho com risco de recessão nos EUA e inflação no Brasil; veja

Sinais opostos nas commodities e fraqueza em NY ceifam ânimo no índice hoje. Veja o que esperar do pregão

Por Camilly Rosaboni

10/03/2025 | 10:20 Atualização: 10/03/2025 | 12:36

Ibovespa, o principal índice da B3. (Foto: Adobe Stock)
Ibovespa, o principal índice da B3. (Foto: Adobe Stock)

Após abrir em estabilidade, o Ibovespa hoje intensificou a queda, tendo já cedido cerca de 1.300 pontos em relação à abertura em torno dos 125 mil pontos. Às 11h35, o índice recua 0,24%, aos 124.731 pontos, após cair 1,12% na mínima.

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Além de a desvalorização abarcar boa parte da carteira teórica, sem falar da retração de papéis que pesam consideravelmente no Índice Bovespa. Vale (VALE3), por exemplo, recua 1,80% – mesmo nível de Petrobras (PETR3; PETR4) – e contamina todas as ações ligadas ao setor de metais.

O clima é de azedume total, em meio à tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, a vários países, em semana de agenda cheia de divulgações que poderão mexer com os ativos. “É a incerteza que o Trump está causando no mundo todo”, sintetiza o estrategista-chefe do Grupo Laatus, Jefferson Laatus.

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“Apesar de Trump ter recuado em algumas frentes (como o adiamento de tarifas contra México e Canadá), sua postura geral continua agressiva”, afirmou o economista-chefe da Ativa Investimentos, Étore Sanchez. Além desses temores, a desinflação chinesa preocupa, apesar das tentativas do governo de estimular a economia local.

O ambiente adverso no exterior, em meio à cautela dos agentes em relação à guerra comercial promovida pelos EUA, deve pesar no principal índice da B3 hoje, apesar da alta do petróleo e do viés de baixa dos juros futuros.

A semana também exige parcimônia, considerando a agenda de indicadores com potencial para movimentar os ativos. No Brasil, será divulgado o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de fevereiro, enquanto nos Estados Unidos sairá a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (CPI).

O dólar hoje abriu em leve alta de 0,05%, a R$ 5,7982 – veja. A moeda pode manter alta diante da aversão a risco no exterior por incertezas sobre as tarifas de Trump. Às 12h35, o dólar cedia 0,08%, a R$ 5,7837.

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Investidores avaliam ainda as projeções no boletim Focus, que trouxe um novo avanço do IPCA em 2025, mas manteve as previsões para Selic em 15%. “Não vemos a inflação próxima da meta no horizonte de projeção”, diz a XP Investimentos. “[Com o Focus] temos uma expectativa de que na próxima reunião teremos mais um aumento de 1% na taxa de juros, saindo de 13,25% para 14,25%”, diz Alison Correia, analista de investimentos e sócio-fundador da Dom Investimentos.

  • Confira aqui a agenda econômica das empresas nesta segunda-feira

Ibovespa hoje: os destaques desta segunda-feira

Risco de recessão nos EUA e tarifas de Trump: como o mercado está reagindo?

Em Nova York, os índices futuros recuam, assim como na Europa, onde os receios com a ofensiva tarifária de Trump pesam sobre os mercados. O mandatário americano não descarta uma recessão dos EUA, segundo o Broadcast.

O republicano afirmou que as tarifas de importação impostas ao México e ao Canadá podem aumentar no futuro e disse que a economia americana encontra-se em um período de transição. Na sexta-feira (7), ameaçou impor novas tarifas ao Canadá, incluindo uma taxa de 250% sobre produtos lácteos, um dia após oferecer um adiamento de um mês nas importações de alguns bens do país vizinho.

O novo líder do Partido Liberal do Canadá e primeiro-ministro do país, Mark Carney, disse que Trump tenta enfraquecer a economia canadense. O Canadá também está na mira da China, que anunciou no domingo (9) tarifas retaliatórias em resposta a medidas adotadas pelo governo canadense em outubro de 2024.

A China aplicará uma tarifa de 100% sobre alguns produtos alimentícios canadenses. Ainda na potência asiática, o CPI registrou uma deflação de 0,7% em fevereiro, na comparação anual, indicando uma pressão desinflacionária persistente e demonstrando a dificuldade do governo chinês em estimular a demanda interna.

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Os rendimentos dos Treasuries (títulos da dívida estadunidense) recuam nesta manhã, depois de avançarem na sessão anterior. O dólar hoje opera sem direção única, mas se enfraquece em relação ao iene.

Inflação no Brasil: IPCA e projeções para a Selic

O boletim Focus do Banco Central (BC) atualizou, nesta segunda-feira, as previsões para indicadores da economia. Entre eles, o IPCA e a taxa Selic – veja detalhes aqui.

A projeção do relatório Focus para o IPCA, em 2025, passou de 5,65% a 5,68%, acima do teto da meta (4,50%). Para 2026, a inflação deve permanecer em 4,40% e, para 2027, em 4,00%. Em cenários mais longos, como em 2028, a previsão ficou em 3,75%.

Enquanto isso, as projeções do documento do BC para a Selic, em 2025, se mantiveram em 15% ao ano. Em 2026, em 12,50% ao ano e, em 2027, em 10,50%. Em 2028, a Selic deve continuar em 10% ao ano, segundo o boletim Focus.

Commodities hoje: petróleo e minério caem

O preço do petróleo mostra queda, após subir na última sessão, mas com perdas de até quase 4% no encerramento da semana passada. Investidores pesam os efeitos da política tarifária do governo Trump e da decisão da Opep+ de ampliar sua produção a partir de abril. Às 11h52, o barril do petróleo WTI para abril cedia 0,35%, enquanto o do Brent para maio avançava 0,39%.

Entre as commodities hoje, o minério de ferro fechou em queda de 0,71%, cotado a 769 yuans por tonelada, o equivalente a US$ 106,28 nos mercados de Dalian, na China.

*Com informações de Maria Regina Silva, Paula Dias, Luciana Xavier e Silvana Rocha, do Broadcast

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