Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre para março avançou 0,44% a US$ 3,7880 a libra-peso. Na semana, o avanço foi de 4,47%. Já no pregão eletrônico da London Mercantile Exchange (LME), o cobre para três meses subia 0,34%, a US$ 8309,00 por tonelada, às 15h06 (de Brasília). Na comparação semanal, o avanço era de 4,03%. O Ano Novo Lunar costuma ser sazonalmente fraco para a demanda de metais, mas os analistas avaliam que a ausência de traders chineses estimula a volatilidade.
Outros também suspeitam que a fraqueza pode ser menor este ano, já que a China desestimula viagens em meio a preocupações persistentes com a pandemia de covid-19. “Ouvimos dizer que muitas viagens dentro da China estão sendo restritas, o que pode significar que não veremos a usual queda sazonal na demanda”, afirmou Ed Meir, consultor de metais da ED&F Man. Com o mercado sem a direção do principal consumidor da commodity, a variação do dólar, moeda na qual o cobre é cotado, teve especial atenção para os preços.
No começo da sessão, o metal chegou a recuar mais de 1% enquanto o ativo americano se valorizava. Com uma melhora no sentimento do mercado, o dólar passou a cair, tornando o cobre mais barato para detentores de outras divisas. Na LME, no horário citado a tonelada do alumínio caía 0,38% a US$ 2.087,50, a do chumbo avançava 1,09%, a US$ 2.125,50, e a do níquel tinha baixa de 0,40%, a US$ 18.545,00. A do estanho se valoriza em 0,86%, a US$ 23.500,00 a tonelada, e o zinco ganhava 1,47%, a US$ 2.830,50 a tonelada.