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Direto da Faria Lima

Verde Asset entra no mercado de FIIs e quer captar R$ 400 milhões na estreia

Fundo vai investir em CRIs originados e estruturados pela gestora; oferta inicial tem cotas de R$ 100

Por Luíza Lanza

24/04/2025 | 3:00 Atualização: 01/07/2025 | 13:34

Luis Stuhlberger, sócio-fundador da Verde Asset e gestor do Fundo Verde (Foto: Divulgação Verde)
Luis Stuhlberger, sócio-fundador da Verde Asset e gestor do Fundo Verde (Foto: Divulgação Verde)

A Verde Asset deu mais um passo no mercado de produtos incentivados e vai lançar seu primeiro fundo de investimento imobiliário (FII). O ativo será gerido pela Verde Agro & Imobiliário, uma nova gestora controlada pela empresa de Luis Stuhlberger e famosa pela estratégia multimercados, que estreou no final de 2024 com foco em crédito estruturado e ativos isentos, como FIIs e fiagros.

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A oferta inicial do Verde A&I Cedro Portfolio Renda FII quer captar R$ 400 milhões, com cotas de R$ 100 e destinada a investidores em geral. O período de coleta de intenções de investimento termina no final de abril e a liquidação da oferta está prevista para 6 de maio, segundo cronograma disponível no prospecto do fundo.

O objetivo é investir em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e entregar um retorno líquido de CDI mais 2,2% aos cotistas a serem pagos a partir do terceiro ano. A carteira ainda pode investir em Letras Hipotecárias (LH), Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras Imobiliárias Garantidas (LIG). O FII da Verde é um fundo cetipado, ou seja, não será listado em Bolsa, com prazo fixo de 6 anos.

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O FII vai investir em CRIs originados e estruturados dentro da própria gestora, uma combinação tida como um diferencial do produto da Verde. Assim, o fundo nasce como o DNA da casa, um modelo “tailor-made” que reduz os riscos ao garantir que os gestores façam o monitoramento de crédito dos clientes de perto e que os contratos sejam feitos pela gestora e para a gestora. Isso também reduz custos de estruturação e distribuição que antes eram terceirizados.

A união entre frentes de originação do produto e de análise de crédito até então era rara no mercado brasileiro – no geral, as gestoras costumavam ser especialistas em uma estratégia ou em outra. Mas esse modelo vem se tornando uma nova tendência nas casas maiores, que têm capilaridade suficiente para investir nas duas pontas do negócio. Assim, a indústria faz frente aos grandes bancos e oferece projetos de captação diretamente às empresas, conseguindo encontrar emissores muitas vezes estreantes, com boa saúde financeira, mas que, por serem novatos no mercado de capitais, emitem suas dívidas a uma taxa mais elevada.

Segundo o prospecto, o FII da Verde tem no pipeline CRIs emitidos por empresas sediadas na Bahia, Mato Grosso do Sul, Paraná e outros estados brasileiros. O setor dos emissores também é pulverizado, incluindo setores como imobiliário, varejo, educação e náutico. A taxa média da carteira é de CDI mais 4,7%.

A estreia da Verde Agro & Imobiliário acontece em meio a uma das piores janelas da história para os fundos multimercados, estratégia que colocou a gestora de Stuhlberger nos holofotes por muito tempo. No ano passado, enquanto o segmento registrava resgates recordes, o crédito privado foi assumindo o protagonismo das carteiras graças às mudanças nos fundos exclusivos, que direcionaram o fluxo de capital para a renda fixa incentivada. Grandes gestoras, especialmente aquelas antes focadas apenas no macro, têm ampliado as linhas de atuação para estancar as perdas da categoria.

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Na Verde, o foco no crédito estruturado se intensificou no final de 2023, com a entrada da Lumina Capital, gestora de Daniel Goldberg, um dos maiores investidores em crédito do Brasil. Quem está à frente da Verde Agro & Imobiliário é Gustavo Campos, um dos fundadores da Riza Asset, outra casa especialista no segmento.

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