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Cartão de crédito deixa de ser símbolo de status e vira estratégia financeira

Mais do que nunca, esse método de pagamento se tornou um instrumento de organização financeira

Por Fernando Nery, CEO da Portão 3 (P3)

03/05/2025 | 5:30 Atualização: 30/04/2025 | 17:03

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cartão de crédito
Foto: Adobe Stock
cartão de crédito Foto: Adobe Stock

Durante muito tempo, ter um cartão de crédito era sinônimo de status — o símbolo de quem tinha crédito na praça e, de certa forma, prestígio. Mas os tempos mudaram — e para melhor. Hoje, ter dois ou mais cartões não é ostentação, é estratégia. Um levantamento recente da Visa revelou que apenas 25% dos brasileiros permanecem fiéis a um único cartão, enquanto a maioria — 75% — diversifica. E fazem isso com um objetivo claro: maximizar benefícios, controlar os gastos e adaptar as formas de pagamento ao próprio estilo de vida.

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No País onde o crédito representa 47% das compras, seguido pelo Pix (28%) e pelo débito (20%), o consumidor brasileiro tem mostrado uma maturidade financeira crescente. Quando a compra exige um investimento maior — como uma passagem aérea, uma TV ou um notebook — o cartão de crédito vira a escolha óbvia, atingindo 56% de preferência. O parcelamento sem juros, os programas de pontos e as vantagens oferecidas pelos bancos tornam o cartão mais do que um simples meio de pagamento: uma ferramenta essencial.

Cada forma de pagamento tem seu lugar no cotidiano do brasileiro. O crédito reina nas compras mais pesadas, enquanto Pix e débito facilitam transações imediatas. Essa segmentação inteligente é reflexo de um consumidor mais atento, que entende que administrar dinheiro não se resume a pagar contas, mas a fazer escolhas estratégicas que afetam o mês inteiro — e, às vezes, o ano.

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Mais do que nunca, o cartão de crédito se tornou um instrumento de organização financeira. Muitos já separam cartões por finalidade: um para assinaturas digitais, outro para c’ompras com cashback, outro para milhas. Há ainda quem use cartões virtuais para evitar golpes. Esse nível de controle é um sinal claro de que o consumidor brasileiro está mais consciente — e não se deixa mais levar por impulsos ou pela promessa de crédito fácil. Ele quer controle, quer segurança e quer — sempre — tirar o máximo proveito de cada real gasto.

A tecnologia, claro, tem papel fundamental nesse cenário. O uso crescente de pagamentos por aproximação, chaves Pix e cartões virtuais mostra que agilidade e praticidade são exigências básicas. Aquela antiga desconfiança de usar a aproximação por medo de clonagem parece coisa do passado. Hoje, pagar com um toque virou norma, especialmente entre os mais jovens. O comportamento do consumidor está mudando, e as empresas precisam acompanhar esse ritmo.

Fica, então, o alerta: estamos prontos, como setor, para lidar com esse novo consumidor? Ele é multitarefa, hiperconectado, exigente e bem informado. Não basta oferecer crédito — é preciso entregar valor. O mercado financeiro brasileiro tem diante de si a oportunidade de evoluir junto com os consumidores — ou corre o risco de ser deixado para trás.

*Fernando Nery é fundador e CEO da Portão 3 (P3), uma plataforma de gestão de pagamentos para grandes empresas e indústrias

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