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Negócios

Magazine Luiza (MGLU3) vai lançar rede de apoio para empreendedoras; qual o impacto para acionistas?

A proposta é criar uma comunidade de mulheres empreendedoras e incentivar o crescimento das parceiras da empresa no marketplace

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

15/05/2025 | 18:21 Atualização: 15/05/2025 | 18:29

Luiza Trajano é a presidente do conselho de administração do Magazine Luiza (Foto: Olavo Martins/ Divulgação)
Luiza Trajano é a presidente do conselho de administração do Magazine Luiza (Foto: Olavo Martins/ Divulgação)

O Magazine Luiza (MGLU3) vai lançar uma rede de apoio para as empreendedoras, chamada de Comunidade Seller Mulheres de Negócios de Luiza. O programa prevê redução das taxas para vendedoras do marketplace do Magazine Luiza e possui três pilares: facilitação, conexão e reconhecimento. Segundo a presidente do conselho de administração da varejista, Luiza Trajano, o projeto tem custo irrelevante e visa atrair novas mulheres para a plataforma de vendas na internet da empresa.

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A proposta da empresa é criar uma comunidade de mulheres empreendedoras para incentivar o crescimento das parceiras da empresa no marketplace no 2P. No e-commerce, o 2P é quando o produto é vendido na plataforma do Magalu por um terceiro, mas a empresa da família Trajano fica responsável pela entrega.

O primeiro pilar do programa é a facilitação. Nele, a empresa pretende dar acesso a informações exclusivas do marketplace, palestras e workshops para melhorar o desempenho das vendedoras que usam a plataforma de vendas online, treinamento e capacitação para as empreendedoras e suas equipes e benefícios do Magalu Ads.

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O segundo ponto é a conexão, que deve fazer com que as mulheres tenham encontros com presenciais e híbridos com a própria Luiza Trajano, que vai dar dicas de como empreender e melhorar o faturamento das parceiras do Magalu no marketplace. A medida deve trazer benefícios exclusivos para uma vendedora comprar de outra no site da varejista.

O terceiro pilar é o reconhecimento, com um selo no site da varejista da família Trajano. A empresa também pretende fazer um evento de premiação com recompensas para diferentes posições, além de levar as empreendedoras para vitrines como podcasts e programações com Luiza Trajano.

Como o programa pode ser lucrativo e positivo para o investidor do Magazine Luiza?

Questionada sobre os possíveis ganhos financeiros com esse programa, a chefe da família controladora do Magazine Luiza disse que no curto e longo prazo o programa tem um grande foco social, em busca de elevar e melhorar a situação das mulheres empreendedoras. Ou seja, os investidores não devem esperar grandes retornos da iniciativa neste ano.

“Não acho que isso vai dar um retorno financeiro no curto prazo. Daqui a dois meses, nós não vamos dizer que o marketplace cresceu por causa da comunidade. Mas, daqui a dois anos, vou dizer que a comunidade fez tão bem para a população que chegamos a um retorno esperado na plataforma de vendas digitais”, explicou Trajano.

Ou seja, o foco do Magazine Luiza com a proposta é capacitar e oferecer melhores condições para suas parceiras do marketplace. Com isso, a empresa espera elevar as vendas no 2P e aumentar suas receitas com essa modalidade no longo prazo. Nesse sentido, a empresa pode gerar bons resultados para os seus acionistas com esse projeto de foco social. A meta é atrair novas parceiras, principalmente com redução da taxa do marketplace para as mulheres que quiserem fazer parte da comunidade.

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Questionada pelo E-Investidor sobre os custos do programa para a empresa, Luiza Trajano, comentou que nenhum investimento foi necessário. A empresa pontuou ainda que está utilizando a mão de obra interna de todas as empresas que já fazem parte do Magazine Luiza para dar continuidade nesse projeto.

“Estou usando meu próprio rosto nas redes sociais para divulgar o programa. Então, não tem um investimento pesado. Já o valor que será reduzido na taxa para mulheres será divulgado somente no dia 22 de maio”, explicou a presidente do conselho de administração do Magazine Luiza (MGLU3).

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