O BB tem utilizado modelos que havia preparado para avançar no antigo modelo do consignado, que dependia de convênios entre os bancos e as empresas, para fazer as concessões. No consignado privado, além de analisar o risco do trabalhador, os bancos também têm de analisar os riscos do empregador, que paga o salário utilizado como garantia.
“Além de apoiar os trabalhadores de todo o país e contribuir para o crescimento econômico, esse modelo de crédito traz as informações não apenas dos empregados, mas também dos empregadores, o que possibilita uma análise de crédito híbrida, considerando a capacidade de pagamento do cliente e o risco do empregador”, diz em nota a presidente do banco, Tarciana Medeiros.
“Isso gera uma melhor oferta para o trabalhador e um melhor retorno para o BB. Vamos continuar crescendo nessa linha ao longo dos próximos meses”, adiciona a executiva.
Nesta sexta (16), os clientes podem fazer a portabilidade de operações do novo consignado entre os bancos. Com isso, poderão mudar a instituição a depender das taxas de juros e condições de pagamento oferecidas.