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Mercado

Ibovespa hoje fecha acima de 137 mil pontos, de olho na guerra comercial e IOF; dólar cai a R$ 5,63

Índice acelerou ganhos enquanto o mercado doméstico se manteve atento ao anúncio envolvendo medidas para o imposto

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

03/06/2025 | 9:19 Atualização: 03/06/2025 | 17:46

Ibovespa é o principal indicador de ações da B3, a Bolsa de Valores brasileira. Veja mais sobre no mercado financeiro hoje (Foto: Adobe Stock)
Ibovespa é o principal indicador de ações da B3, a Bolsa de Valores brasileira. Veja mais sobre no mercado financeiro hoje (Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa hoje fechou em alta no pregão. Nesta terça-feira (3), o principal índice da B3 encerrou em valorização de 0,56% aos 137.546,26 pontos. Na segunda-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prorrogou a isenção tarifária de produtos da China até o dia 31 de agosto. Por outro lado, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) reduziu hoje suas projeções para o crescimento da economia global, diante das incertezas criadas pela errática política tarifária dos EUA.

Leia mais:
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Em Nova York, os índices de ações também subiram. O Dow Jones ganhou 0,51%, o S&P 500 subiu 0,58% e o Nasdaq avançou 0,81%. Já o dólar hoje fechou em queda de 0,7% a R$ 5,6358.

O governo dos Estados Unidos confirmou que vai manter, até 31 de agosto, a isenção de tarifas extras para uma lista de produtos importados da China. A decisão foi anunciada pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) no fim de semana, e confirmada hoje pela agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP, na sigla em inglês), que já atualizou seu sistema com as mudanças.

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Essas isenções fazem parte da chamada ‘Seção 301’, um conjunto de medidas criadas para pressionar a China em disputas sobre transferência de tecnologia e direitos de propriedade intelectual. A lista inclui desde peças industriais até itens ligados à pandemia de covid-19 e equipamentos usados na fabricação de painéis solares.

Já a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) acredita que o crescimento global desacelerará de 3,3% em 2024 para um modesto 2,9% em 2025 e em 2026, considerando o ambiente desafiador, em relatório de perspectivas econômicas publicado nesta terça-feira.

A organização menciona um aumento significativo nas barreiras comerciais, assim como na incerteza econômica e de política comercial, e a elevada ascensão na incerteza, que impactou negativamente a confiança de empresas e consumidores e está configurada para reter o comércio e o investimento. Esse cenário ambíguo mexeu com o Ibovespa hoje.

Haddad e IOF: destaques do Ibovespa hoje

No cenário local, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse hoje que houve um alinhamento entre Executivo e Legislativo para dar um passo mais ousado no encaminhamento das medidas que serão uma alternativa ao decreto do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). As declarações foram feitas após um almoço no Palácio da Alvorada, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), além de outros integrantes do governo.

“O que eu posso assegurar é que, do que diz respeito ao presidente das duas Casas e o presidente da República, acompanhado do vice-presidente, houve um alinhamento muito grande em relação aos parâmetros que nós estabelecemos para encaminhar essas medidas. Há um compromisso de não anunciá-las antes de uma reunião com os líderes, nem parcialmente, em respeito ao Congresso Nacional, que é quem vai dar a última palavra sobre as propostas encaminhadas”, disse Haddad.

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Segundo o ministro, até o início da próxima semana, ou mais tardar domingo, será feita uma convocação para que a equipe técnica dos ministérios da área econômica venha à Brasília. Os técnicos vão apresentar a formulação mais concreta das propostas, do impacto de cada uma e suas implicações para o orçamento de 2025 e 2026.

Fusão entre Petz e Cobasi no foco do Ibovespa hoje

Nesta terça-feira, o mercado se atentou aos papéis ligados aos “pesos pesados” do Ibovespa, como Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4). As companhias tiveram suas perspectivas de risco alteradas pela Moody’s. A petroleira recuou 0,26% e a mineradora teve baixa de 0,06%. A agência alterou, ainda, a nota da gigante de bebidas Ambev (ABEV3), que subiu 0,72%. Outra ação na qual os investidores ficaram atentos foi a Minerva (BEFF3), que levantou R$ 1,715 bilhão com a subscrição de 331,7 milhões de ações no âmbito do seu aumento de capital social, encerrando a primeira fase do processo com adesão de cerca de 85,75% dos papéis disponíveis. Os ativos do frigorífico caíram 1,56%.

No segmento de varejo, as ações da Petz (PETZ3) subiram 0,93% após a empresa ter sua fusão com a Cobasi aprovada pelo Cade. Já a Vivara (VIVA3) avançou 2,99% após fazer um centro de distribuição no Espírito Santo para apoiar o seu processo de expansão. A Tim (TIMS3) foi outro papel que teve leve alta, com avanço de 1,64%. A companhia aprovou o grupamento total das ações de sua emissão. Em saúde, o destaque negativo foi a Rede D’Or (RDOR3) que anunciou o seu plano de crescimento orgânico no dia anterior. Os papéis tombaram 3,04% nesta terça-feira.

Mercado europeu cai por temores com economia global

As bolsas da Europa reverteram as perdas da manhã e encerraram o pregão em alta, com os investidores digerindo indicadores econômicos da região enquanto aguardam desdobramentos da guerra comercial, que segue como ameaça ao crescimento global. Uma queda maior do que se previa da inflação na zona do euro impactou o apetite por risco nas bolsas durante a sessão e levou o euro às mínimas do dia frente ao dólar. A métrica consolida expectativas de que o Banco Central Europeu (BCE) cortará juros de novo na reunião de política monetária desta semana, na quinta-feira (05).

Em Londres, o FTSE 100 subiu 0,15%, aos 8.787,02 pontos. O DAX, em Frankfurt, avançou 0,67%, aos 24.091,62 pontos, e o CAC 40, em Paris, teve alta de 0,34%, aos 7.763,84 pontos. Em Milão, o FTSE MIB ganhou 0,23%, aos 40.074,47 pontos. Já em Madri, o Ibex 35 recuou 0,52%, aos 14.128,40 pontos, enquanto o PSI 20, em Lisboa, subiu 0,41%, aos 7.456,30 pontos. Os dados são preliminares.

Uma queda maior do que se previa da inflação na zona do euro não contribuiu para o apetite por risco nas bolsas, mas levou o euro às mínimas do dia frente ao dólar. A métrica consolida expectativas de que o Banco Central Europeu (BCE) cortará juros de novo na reunião de política monetária desta semana, na quinta-feira (05).

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A taxa anual da inflação ao consumidor (CPI) do bloco europeu desacelerou para 1,9% em maio, ante 2,2% em abril, ficando abaixo não somente da meta do BCE como da projeção de analistas da FactSet, de 2% em ambos os casos. A taxa de desemprego da região, por sua vez, caiu de 6,3% em março para 6,2% em abril.

Bolsas da Ásia fecham em alta repercutindo prorrogação de isenção de tarifas

As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira, diante de um leve alívio nas tensões comerciais entre EUA e China e após dados fracos da manufatura chinesa reacenderem expectativas de novas medidas de estímulos. Liderando os ganhos na região asiática, o índice Hang Seng avançou 1,53% em Hong Kong, a 23.512,49 pontos, e o Taiex subiu 0,59% em Taiwan, a 21.126,93 pontos.

Na China continental, os mercados voltaram de um feriado com ganhos moderados: o Xangai Composto teve alta de 0,43%, a 3.361,98 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto, de 0,48%, a 1.981,39 pontos.

Na contramão, o japonês Nikkei registrou perda marginal de 0,06% em Tóquio, a 37.446,81 pontos. Na Coreia do Sul, não houve negócios hoje devido à eleição presidencial local.

Os efeitos da disputa tarifária foram sentidos na manufatura chinesa. Em maio, o índice que mede a atividade industrial chinesa (PMI, na sigla em inglês) caiu para 48,3, ficando abaixo da marca de 50 que indica contração da atividade pela primeira vez em oito meses, segundo pesquisa da S&P Global em parceria com a Caixin. O indicador fraco, porém, alimenta esperanças de que Pequim seja mais agressivo na adoção de medidas de estímulo.

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Na Oceania, a bolsa australiana ficou no azul, com alta de 0,63% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.466,70 pontos. Para mais informações sobre o Ibovespa hoje, clique aqui.

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