• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Como fica a rentabilidade da poupança com a Selic em 15% ao ano?

Modalidade, apesar de popular, tem rentabilidade bem menor que a de outros ativos de renda fixa

Por Beatriz Rocha

18/06/2025 | 18:42 Atualização: 18/06/2025 | 18:52

Poupança apresenta rentabilidade mais baixa que a de outros produtos de renda fixa. Foto: Adobe Stock
Poupança apresenta rentabilidade mais baixa que a de outros produtos de renda fixa. Foto: Adobe Stock

O Comitê de Política Monetária (Copom) elevou nesta quarta-feira (18) a Selic de 14,75% para 15% ao ano. As expectativas sobre a decisão levantavam dúvidas no mercado, com parte dos investidores acreditando na manutenção da taxa básica de juros brasileira, enquanto outra parcela apostava que o ciclo de altas ainda não havia chegado ao fim. Com exceção da poupança, produtos de renda fixa mantêm atratividade.

Leia mais:
  • Selic: gestores estão divididos sobre decisão de juros do Copom; veja pesquisa da XP
  • O que são os títulos de renda fixa impactados pela nova medida provisória do governo?
  • Verde encontra refúgio na renda fixa com cenário desafiador para multimercados
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Segundo Alexandre Gaino, professor de economia da ESPM, a política monetária mais restritiva tem sido adotada pelo Banco Central (BC) por uma convergência de motivos internos e externos. “Entre os fatores que explicam esse cenário, estão as incertezas associadas aos efeitos da política comercial dos Estados Unidos, a elevada expectativa de inflação interna e as dúvidas relativas às metas fiscais”, diz.

As expectativas inflacionárias continuam elevadas. Segundo o Relatório Focus, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2025 ainda é de 5,25% — ou seja, 0,75 ponto porcentual acima do teto da meta, de 4,50%. Já a estimativa para a Selic no final do ano continua em 14,75% pela sexta semana consecutiva.

Qual o impacto para a poupança?

A tradicional caderneta de poupança é o produto mais utilizado por brasileiros, ainda que nos últimos anos os títulos privados, os fundos de investimento e as moedas digitais tenham ganhado espaço nas carteiras de investimento, conforme mostra a 8ª edição do Raio X do Investidor Brasileiro, pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) em parceria com o instituto de pesquisas Datafolha.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Em 2024, a utilização da poupança recuou dois pontos percentuais, para 23%, retornando ao patamar de 2021, enquanto outros produtos financeiros apresentaram estabilidade ou alta no total de investidores. Na visão da Anbima, dois fatores ajudam a explicar as mudanças: a retirada de recursos da poupança para necessidades de consumo imediato ou, dado o baixo rendimento do produto, a troca por outros ativos mais rentáveis.

Atualmente, com a Selic a 15%, acima do patamar de 8,5% ao ano, o rendimento da poupança por mês é de 0,5% mais a variação da Taxa Referencial (TR). Já se a taxa básica de juros brasileira ficar igual ou abaixo de 8,5% ao ano, o retorno da poupança passa a ser equivalente a 70% da taxa de juros brasileira mais a variação da TR.

Diego Ramiro, CEO da Miura Investimentos, explica que a poupança tem uma remuneração muito menor que a de outros produtos, como Certificados de Depósito Bancário (CDBs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs). Isso vale mesmo se as regras de tributação dos investimentos forem alteradas com as propostas do governo federal.

A ideia da pasta econômica é tributar em 5% as novas emissões de títulos que hoje são isentos, como LCAs e LCIs. Em relação às aplicações que seguem atualmente a tabela regressiva do Imposto de Renda (IR), haveria uma alíquota única de 17,5%, independentemente do tempo de investimento. A poupança, no entanto, continuaria sem a cobrança de IR.

Publicidade

“Na maioria das vezes, a poupança não entrega nem a inflação. Isso significa que não adianta ter o benefício de um ativo que não sofre tributação, se esse ativo também não corrige juros nem o ganho real da inflação”, afirma Bruna Centeno, economista, sócia e advisor na Blue3 Investimentos.

Para Ramiro, da Miura Investimentos, mesmo com a possibilidade de tributação, LCIs e LCAs continuariam valendo a pena, já que outros títulos de renda fixa passariam a ter um imposto fixo de 17,5%, acima dos 5% previstos para as letras de crédito. “A depender das taxas, comparando com CDBs, as LCIs e LCAs continuam sendo uma excelente opção para as carteiras de pessoas físicas”, avalia.

Com a Selic elevada, a recomendação continua sendo pelos ativos de renda fixa, tanto os de taxa prefixada quanto os atrelados à inflação, já que o patamar atual da taxa de juros se mantém alto por conta da pressão inflacionária. “Isso já vem se refletindo nas recomendações de mercado desde o estresse que vimos a partir de meados de 2024, quando o ciclo de corte da Selic foi interrompido e começou a sinalizar alta novamente”, diz Centeno.

Quanto rendem R$ 10 mil na poupança?

A pedido do E-Investidor, Fabio Gallo, colunista do Estadão e professor de Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV-SP), elaborou uma análise sobre o rendimento de investimentos na poupança e em outros ativos de renda fixa considerando a atual taxa Selic. A simulação calcula a rentabilidade bruta, líquida (descontadas taxas e impostos) e real (ajustada pela inflação) de um investimento de R$ 10 mil em diferentes tipos de títulos.

O valor aplicado na poupança traria um retorno de R$ 820 em um ano. Confira os resultados a seguir:

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Comitê de Política Monetária (Copom)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Investimentos
  • Juros
  • Poupança
  • Renda fixa
  • Selic
Cotações
06/02/2026 23h15 (delay 15min)
Câmbio
06/02/2026 23h15 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Vale some das carteiras de dividendos em fevereiro

  • 2

    Ibovespa na máxima histórica: veja as ações que ainda estão 'baratas' na Bolsa brasileira

  • 3

    Temporada de balanços: lucro dos grandes bancos deve cair quase 10% com o peso do Banco do Brasil (BBSA3)

  • 4

    Ouro despenca, dólar sobe: o que a correção dos metais revela sobre proteção, especulação e o erro do investidor

  • 5

    Ágora amplia a Sala do Trade e passa a acompanhar o mercado durante todo o pregão

    Patrocinado por
    Ágora Investimentos

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Saque-aniversário: entenda como funciona a autorização para consultar o saldo
Logo E-Investidor
Saque-aniversário: entenda como funciona a autorização para consultar o saldo
Imagem principal sobre o Aderiu ao saque-aniversário hoje? Entenda se já é possível contratar a antecipação
Logo E-Investidor
Aderiu ao saque-aniversário hoje? Entenda se já é possível contratar a antecipação
Imagem principal sobre o Gás do Povo: 3 maneiras de usar o benefício
Logo E-Investidor
Gás do Povo: 3 maneiras de usar o benefício
Imagem principal sobre o Salário mínimo de R$ 1.621: como novo valor foi calculado?
Logo E-Investidor
Salário mínimo de R$ 1.621: como novo valor foi calculado?
Imagem principal sobre o Salário mínimo de R$ 1.621: apenas trabalhadores ativos irão receber o aumento em 2026?
Logo E-Investidor
Salário mínimo de R$ 1.621: apenas trabalhadores ativos irão receber o aumento em 2026?
Imagem principal sobre o App do FGTS: 3 funções do aplicativo que você não conhece
Logo E-Investidor
App do FGTS: 3 funções do aplicativo que você não conhece
Imagem principal sobre o Aposentados INSS: quando começa o pagamento de fevereiro para quem ganha até 1 salário mínimo?
Logo E-Investidor
Aposentados INSS: quando começa o pagamento de fevereiro para quem ganha até 1 salário mínimo?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: veja 4 exigências que os bolsistas devem cumprir
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: veja 4 exigências que os bolsistas devem cumprir
Últimas: Investimentos
Carteiras de FIIs pausam euforia com altas do IFIX e inauguram fase de ajustes em fevereiro de 2026; veja como as casas se posicionam
Investimentos
Carteiras de FIIs pausam euforia com altas do IFIX e inauguram fase de ajustes em fevereiro de 2026; veja como as casas se posicionam

Bancos e corretoras reforçam seletividade e dão prioridade a fundos de crédito e ativos imobiliários de maior qualidade

06/02/2026 | 09h40 | Por Isabela Ortiz
Bradesco supera expectativas no 4T25, mas provisões elevadas pesam nas ações
Investimentos
Bradesco supera expectativas no 4T25, mas provisões elevadas pesam nas ações

Banco registra oitavo trimestre seguido de melhora na rentabilidade, com ROAE acima do custo de capital; analistas veem recuperação estrutural

06/02/2026 | 09h18 | Por Isabela Ortiz
Apple avança e Microsoft cai: o que mudou na avaliação da IA e como o investidor ainda pode lucrar
Investimentos
Apple avança e Microsoft cai: o que mudou na avaliação da IA e como o investidor ainda pode lucrar

Resultados fortes já não bastam: investidores passam a cobrar retorno claro sobre os bilhões investidos em IA, e a reação oposta às duas gigantes sinaliza o fim do “cheque em branco” no setor

06/02/2026 | 05h30 | Por Isabela Ortiz
Por que a Nord prevê o melhor ano da história do Itaú (ITUB4) em 2026 e qual a recomendação para investidores
Investimentos
Por que a Nord prevê o melhor ano da história do Itaú (ITUB4) em 2026 e qual a recomendação para investidores

Resultado do 4º trimestre confirma eficiência, ROE acima de 24% e previsibilidade; Nord vê espaço para novo recorde de lucro em 2026

05/02/2026 | 11h51 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador