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Investimentos

14 ações para engordar sua carteira de renda no 2º semestre, com ‘yields’ de até 19%

Apesar de incertezas e volatilidade do mercado, perspectiva de remuneração dos acionistas é positiva

Por Katherine Rivas

16/07/2025 | 14:04 Atualização: 18/07/2025 | 7:55

Pagamento de dividendos (Imagem: svetazi em Adobe Stock)
Pagamento de dividendos (Imagem: svetazi em Adobe Stock)

No primeiro semestre de 2025, as empresas listadas na Bolsa de Valores brasileira  pagaram R$ 176 bilhões em proventos. Para o segundo semestre, apesar das incertezas e da volatilidade do mercado, a perspectiva de remuneração dos acionistas é otimista. Nos últimos sete anos, 57% dos dividendos e dos juros sobre capital próprio (JCP) foram pagos no segundo semestre, segundo estudo da plataforma Meu Dividendo.

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Analistas ouvidos pelo E-Investidor têm visões diversas, mas a maioria projeta distribuições robustas e até extraordinárias entre julho e dezembro, puxadas por algumas companhias. Outros esperam estabilidade, mas há consenso de que 2025 não será um ano recorde. Esse título, aliás, ficou para trás: o último recorde de dividendos foi registrado em 2022.

Jayme Simão, sócio-fundador do Hub do Investidor, acredita que o segundo semestre será positivo, com empresas mais eficientes, menos alavancadas (endividadas com capital de terceiros) e com boa geração de caixa. Para ele, a continuidade desse cenário, somada à possível melhora macroeconômica, deve sustentar bons níveis de distribuição.

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Os juros devem continuar em 15% por mais algum tempo, segundo o último boletim Focus do Banco Central. Ainda assim, economistas e agentes de mercado já projetam queda da taxa Selic e da inflação nos últimos meses do ano. Esse movimento pode devolver competitividade à estratégia de ações pagadoras de dividendos, frente a uma renda fixa que hoje chega a IPCA + 7,83%, uma concorrência desleal.

Marcos Duarte, fundador e analista da Descomplica Investimentos, também aposta em um semestre mais forte em proventos. No entanto, pondera que o efeito pode ser menos perceptível para o investidor, por causa da inflação. “O investidor ganha, mas não leva”, opina.

Simão tem outra visão. Para ele, os juros altos já foram precificados e as empresas seguem reduzindo o endividamento. Os principais riscos são externos, como uma guerra tarifária prolongada ou uma desaceleração econômica global, que afetaria exportadoras e companhias de commodities, setores que costumam liderar os pagamentos de dividendos na B3.

Possível tributação e fator fiscal acelerariam distribuições?

Diante da dificuldade do governo em levantar recursos e dos impasses com o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), os dividendos voltam ao centro da discussão. Há quem veja possibilidade de estatais realizarem distribuições extraordinárias para ajudar nas contas públicas ou de o governo buscar a tributação de dividendos ainda em 2025, o que poderia incentivar a antecipação de proventos até dezembro.

Apesar do cenário, analistas se mostram céticos quanto a uma corrida por pagamentos. “Essa pauta de tributação de proventos já foi defendida por Paulo Guedes, ex-ministro da Economia, e por Fernando Haddad, da Fazenda. Diante da dificuldade de aprovar medidas como essa no Congresso, é complexo analisar que um evento assim possa se concretizar”, avalia Milton Rabelo, analista da VG Research.

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Duarte também não acredita em mudanças no curto prazo. Para ele, as empresas mantêm foco em estratégias de longo prazo, não em compensar erros fiscais. “As empresas querem continuar entregando resultados sólidos, pelos próximos 2 anos, antes de pensar em algum pagamento extra. E o custo do dinheiro, juros e inflação, também impactam os negócios das companhias”, avalia.

João Zanott, analista da EQI Research, também descarta um movimento generalizado de antecipação. No entanto, avalia que, se a Medida Provisória MP 1303 — que altera os rendimentos da maioria dos investimentos — for aprovada, muitas empresas devem antecipar pagamentos de juros sobre capital próprio (JCP), devido ao aumento das alíquotas de impostos retidos na fonte. “Nesse cenário, as empresas buscariam antecipar ao máximo os valores que podem ser distribuídos via JCP, aproveitando a regra atual de tributação, antes da vigência de novas alíquotas”, comenta Zanott.

Alguns setores podem brilhar

Entre os setores que devem se destacar na distribuição de proventos no segundo semestre, Rabelo aponta bancos e seguradoras. Além de financeiramente saudáveis, essas empresas são menos impactadas pela alta dos juros.

“As seguradoras, principalmente, conseguem se beneficiar pelo resultado financeiro impulsionado pela Selic, diferente de outras companhias que têm seus resultados deteriorados pelas despesas financeiras maiores”, diz o analista.

Ele também destaca empresas de commodities como Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3), que devem manter distribuições generosas. No primeiro semestre, a Petrobras pagou R$ 35,79 bilhões em proventos e a Vale, R$ 12,08 bilhões.

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Fernando Bresciani, analista de investimentos do Andbank, também se mostra otimista com o setor elétrico, que deve apresentar crescimento de receita e margens. “As empresas que estão vendendo ou reestruturando ativos devem pagar mais dividendos”, afirma.

Ainda nesses segmentos, Bresciani é mais cauteloso com Banco do Brasil e BB Seguridade, devido à inadimplência no agronegócio.

O E-Investidor consultou 10 analistas para identificar as melhores oportunidades em dividendos no segundo semestre de 2025. Foram citadas 14 ações, com retorno em dividendos (dividend yield) entre 6% e 19,15%. Confira abaixo:

Ação Dividend yield projetado próximos 12 meses Preço-teto de compra Preço-alvo Quem recomenda Setor
Banco do Brasil (BBAS3) 9% até 11% R$ 27,00 até R$ 31,50 R$ 30 até R$ 41,02 Money Wise Research, VG Research, AGF, Descomplica Investimentos Bancos
Taesa (TAEE11) 7,84% até 11% R$ 34,50 até R$ 46,50 R$ 36,17 até R$ 39,50 VG Research, AGF, Descomplica Investimentos Elétrico
BB Seguridade (BBSE3) 11% até 11,71% R$ 40 até R$ 50,63 —- Nord Research, Vida de Acionista Seguros
Copel (CPLE6) 6% até 10% R$ 12,00 R$ 15,00 Hub do Investidor, EQI Research Elétrico
Isa Energia (ISAE4) 8,85% até 9,35% R$ 24,25 até R$ 25,00 R$ 26,10 VG Research, Vida de Acionista Elétrico
Petrobras (PETR4) 12% até 19,15% R$ 36 até R$ 40 R$ 41,31 até R$ 43 Descomplica Investimentos, Andbank Petróleo e gás
Vale (VALE3) 9,30% — R$ 112,00 Money Wise Research Mineração
BR Partners (BRBI11) 12% R$ 15,00 R$ 18,00 Hub do Investidor Bancos
BMG (BMGB4) 10% R$ 4,50 R$5,60 VG Research Bancos
Itaúsa (ITSA4) 9% — —– EQI Research Financeiro
Itaú (ITUB4) 8% R$ 38 R$ 41,00 Andbank Bancos
Petrorecôncavo (RECV3) 10,50% R$ 19 —- Nord Research Petróleo e gás
Kepler Weber (KEPL3) 8,30% R$ 9,50 —- Nord Research Bens Industriais
CSN Mineração (CMIN3) 10,78% R$ 6,88 —- Vida de Acionista Mineração

Fonte: levantamento E-Investidor com analistas

A mais indicada: Banco do Brasil (BBAS3)

Diz o ditado: quando todos estão vendendo, talvez seja a melhor hora para comprar. É o que ocorre com o Banco do Brasil, que enfrenta alta inadimplência no agronegócio e mudanças no cálculo de provisões para devedores. Rebaixado por grandes bancos e corretoras, o BB ainda deve apresentar resultados fracos no segundo trimestre.

Mas para analistas independentes ainda há esperança. Cleide Rodrigues, analista-chefe da Money Wise Research, acredita que, apesar da turbulência, o BB segue com posição financeira sólida e geração robusta de caixa. Segundo ela, o banco não tem problemas estruturais no seu negócio e mantém capacidade de distribuir proventos regulares.

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Pedro Galdi, analista CNPI do AGF, também vê fundamentos sólidos no banco, mesmo com os impactos do agronegócio. Para ele, a instituição deve continuar oferecendo dividendos atrativos. “Vejo a exposição ao setor agro como um fator de destaque no BB, pois mesmo com alguns soluços com inadimplência um pouco acima do normal, o agro no Brasil vai seguir registrando recorde de produção de grãos nos próximos anos”, observa.

Taesa (TAEE11)

Galdi destaca que a Taesa atua no segmento de transmissão de energia, com receitas corrigidas pela inflação, ativos de qualidade e forte expansão de resultados com a maturação de novos investimentos em linhas de transmissão.

Além da resiliência operacional e margens de lucro elevadas, a companhia distribui boa parte do lucro aos acionistas na forma de proventos (payout). Aurélio Sales, analista da VG Research, lembra que em 2024 a empresa decidiu distribuir no mínimo 75% do lucro líquido. A partir de 2025, esse patamar aumentou para uma faixa entre 90% e 100% do lucro líquido regulatório. Pela política oficial, o dividendo anual mínimo segue em 50% do lucro líquido ajustado.

“Nos próximos anos a Taesa deve seguir remunerando bem os seus acionistas, mantendo seu payout em 100%. Mas é prudente monitorar o endividamento, especialmente após ciclos relevantes de investimento e aquisições recentes”, aconselha Sales.

BB Seguridade (BBSE3)

Outra queridinha dos analistas para o segundo semestre é a BB Seguridade, braço de seguros do Banco do Brasil. A companhia costuma pagar proventos em fevereiro e agosto, o que já gera expectativa entre os investidores. Neste ano, anunciou R$ 3,77 bilhões em proventos, cerca de R$ 1,94 por ação. A data de corte e pagamento só será divulgada oficialmente em  4 de agosto, com os resultados dos 2TRI25.

“O dividend yield desse pagamento é em torno de 5%, bastante atrativo”, observa Victor Bueno, sócio e analista da Nord Research. Bueno destaca que a BB Seguridade se beneficia tanto de juros altos, que reforçam seu resultado financeiro, quanto de juros baixos, que impulsionam o operacional e a venda de seguros. Com a Selic em 15%, os prêmios emitidos rendem em ativos atrelados ao CDI (Certificado de Depósito Bancário), o que favorece a rentabilidade.

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Entre os riscos, está a exposição ao segmento rural, afetado por inadimplência. Esse fator também pesou nos resultados do próprio Banco do Brasil. Ainda assim, Bruno Oliveira, analista do Vida de Acionista, minimiza esse risco. Para ele, a BB Seguridade dilui a exposição ao agronegócio com resseguradoras como a IRB Brasil. “Nas linhas com baixo risco, a empresa retém o prêmio. Quando identificam clientes com alto risco de sinistralidade, fazem resseguro para mitigar perdas de receita”, explica.

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