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Operação contra Bolsonaro aumenta temor de mais retaliações de Trump e derruba Bolsa

Para especialistas, avanço do processo contra ex-presidente já está precificado, mas o que vem dos EUA ainda não

Por Luíza Lanza

18/07/2025 | 13:08 Atualização: 18/07/2025 | 17:40

O ex-presidente Jair Bolsonaro é um dos investigados no inquérito do golpe. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
O ex-presidente Jair Bolsonaro é um dos investigados no inquérito do golpe. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

A Polícia Federal (PF) cumpriu mandados contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta sexta-feira (18). Por ordem do ministro Alexandre de Moraes, Bolsonaro ficará submetido a medidas restritivas, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e proibição do acesso as redes sociais.

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A operação é fruto de uma nova investigação da PF, que apontou que o ex-presidente incentivou as articulações feitas junto ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para impor sanções ao governo brasileiro por causa do julgamento da ação sobre um golpe de Estado, na qual é réu. Veja os detalhes na cobertura do Estadão.

O noticiário de Brasília é o grande tema do dia, mas tem feito pouco peso nos preços dos ativos. Pela manhã, a curva de juros tinha leve inclinação, enquanto o Ibovespa abriu a sessão em queda. O índice da B3 fechou em queda, depois de renovar sucessivas mínimas durante a tarde. Nesta sexta-feira (18), o indicador encerrou em baixa de 1,61%, aos 133.381,58 pontos

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Mas, segundo os especialistas, não dá para dizer que o movimento tem a ver com a operação contra Bolsonaro. “O índice futuro até abriu ali pesando um pouco por conta de ser uma responsabilidade jurídica, mas o mercado não sofre interferência por esse ponto. Era previsto que o processo do Bolsonaro tivesse um andamento e já é algo precificado que ele não tem direitos de se eleger”, destaca Bruno Cotrim, economista da casa de análise Top Gain.

Essa também é a opinião de Theo Braga, CEO da SME The New Economy: “a operação deflagrada em Brasília contra o ex-presidente Bolsonaro gerou ruído logo na abertura do mercado, mas ainda é cedo para afirmar se o movimento está diretamente ligado ao tema político ou à piora no ambiente macroeconômico global.”

O que impacta o Ibovespa hoje?

O Ibovespa já vem em queda há alguns dias – como mostramos aqui, completou essa semana sete pregões consecutivos de desvalorização, uma correção depois de renovar seu recorde histórico em 3 de julho. A curva de juros também voltou a abrir nas últimas sessões, em meio à discussão de tarifas dos EUA e Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

“O mercado monitora uma combinação de fatores, incluindo a tensão política doméstica, o cenário fiscal e as incertezas sobre a política comercial com os Estados Unidos. Por ora, o movimento parece mais ligado à percepção de risco do que a uma reação direta ao episódio específico”, afirma Carlos Braga Monteiro, CEO do Grupo Studio.

O que surge de receio agora, no lado econômico, não tem tanto a ver com o ex-presidente Bolsonaro, mas com o Donald Trump. Desde que anunciou as tarifas de 50% a todos os produtos nacionais exportados para os EUA, o republicano tem utilizado a medida como forma de pressionar o Brasil em relação ao julgamento do ex-presidente brasileiro e dos envolvidos nos atentados de 8 de janeiro de 2023.

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Na quinta-feira (17), voltou a dizer nas redes sociais que o tarifaço é sua “manifestação de desaprovação” a ação penal do golpe. O receio agora é que o presidente dos EUA volte a retaliar o Brasil. “Não há dúvida que o Trump irá elevar o tom sobre as tarifas com o Brasil e isso poderá criar mais uma vez o clima para uma elevação do dólar”, diz o economista André Perfeito. “Por coerência lógica, ele não pode recuar contra o Brasil, caso contrário irá mostrar fraqueza (e como a questão com o Brasil não é econômica, se estabelece o aspecto político)”.

Ele destaca que, apesar disso, o movimento deve ter influencia limitada no câmbio. Nesta sexta-feira, por exemplo, a alta do petróleo no exterior, além de uma moeda americana globalmente mais fraca, ajudam as moedas emergentes, como o real. Porém, no fechamento, o dólar à vista subiu 0,73%, com a moeda a R$ 5,5876, no maior nível de fechamento desde 4 de junho.

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