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Dólar fecha em alta após Casa Branca dar prazo de 7 dias para início das tarifas contra o Brasil

O governo americano também anunciou a isenção para os itens, como castanha-do-pará e polpa de laranja

Por Daniel Rocha

30/07/2025 | 9:13 Atualização: 30/07/2025 | 17:36

Nota de dólar em foco. (Foto: Adobe Stock)
Nota de dólar em foco. (Foto: Adobe Stock)

O dólar fechou em alta de 0,35%, cotado a R$ 5,5892, numa sessão marcada pelo decreto de Donald Trump sobre as tarifas que vão incidir a partir de 1º de agosto a produtos brasileiros vendidos aos EUA. A Casa Branca concedeu um prazo de sete dias para o início das tarifas de importação. O governo americano também anunciou a isenção para itens como castanha-do-pará, polpa de laranja e categorias de sumo de laranja. A novidade veio acompanhada após o presidente americano Donald Trump assinar o decreto que adiciona uma alíquota de 40% sobre os itens brasileiros, totalizando em 50%. Às 15h53 (de Brasília), a moeda americana cedia 0,31%, sendo negociada a R$ 5,551.

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O desempenho foi influenciado também pela decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) em manter a taxa de juros dos Estados Unidos inalterada entre o intervalo de 4,25% e 4,5% ao ano. A manutenção já era esperada pelo mercado que enxergava no BC americano uma postura mais cautelosa diante das incertezas dos efeitos das tarifas de Donald Trump, presidente dos EUA, para a economia. Quando a decisão havia sido divulgada, o dólar avançava 0,77%, a R$ 5,612.

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O mercado de câmbio repercutiu ainda a escalada da crise diplomática entre o Brasil e os Estados Unidos após o governo americano anunciar que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) será punido com a Lei Magnitsky. A legislação pune autoridades de regimes ditatoriais e condenados por tortura e tráfico humano. Entre as penalidades estão a proibição de entrar nos Estados Unidos e o bloqueio de bens e propriedades que estejam localizados no território americano.

A decisão da Casa Branca faz parte dos desdobramentos das investidas de Trump contra o Brasil. No dia 9 de julho, quando anunciou as tarifas contra o País o republicano justificou a alíquota de 50% como uma resposta ao tratamento dado pelas instituições brasileiras ao ex-presidente Jair Bolsonaro, réu no julgamento pela trama golpista, e às decisões do STF contra empresas americanas de tecnologia. Desde então, o Poder Executivo busca reduzir as tarifas, mas enfrenta dificuldades em estabelecer algum diálogo com Washington, que mantém apoio expresso ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)

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Enquanto nenhum acordo é estabelecido, o governo brasileiro já estrutura um plano de contingência que, segundo o ministro da Indústria e o vice-presidente, Geraldo Alckmin, deve ser discutido se o tarifaço for “consumado”, previsto para acontecer nesta sexta-feira (1). “O plano de contingência que está sendo bem trabalhado só deve ser discutido se consumada a questão dos 50%. Nós não vamos esmorecer, vamos trabalhar permanentemente para evitar que isso ocorra”, afirmou o vice-presidente.

A Índia também se tornou alvo das ofensivas de Trump. Na manhã de hoje, o presidente americano impôs uma alíquota de 25% sobre os produtos indianos que forem exportados aos EUA. Segundo o republicano, o país será púnico pela sua relação com a Rússia. 

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