• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

IOF sobre a previdência privada: quem terá que pagar?

O IOF, de 5%, passou a incidir sobre o VGBL para aplicações feitas desde o dia 11 de junho até o fim deste ano desde que ultrapassem R$ 300 mil por seguradora

Por Luciana Seabra

29/07/2025 | 18:19 Atualização: 30/07/2025 | 10:52

Receba esta Coluna no seu e-mail
IOF. Foto: Adobe Stock
IOF. Foto: Adobe Stock

A previdência privada é um dos poucos instrumentos acessíveis que valoriza o esforço de longo prazo. Isso porque, para que ela atinja sua máxima potência em termos de eficiência tributária, é preciso deixar o capital investido por pelo menos dez anos – enquanto a maior parte dos incentivos tributários é dada para aplicações de curto prazo. Digo que é acessível porque hoje, pesquisando bem, é possível encontrar opções excelentes com aplicação mínima a partir de R$ 1.

Leia mais:
  • Entra em vigor a 175, de fundos, mas não a transparência de custos
  • Caixinha do Nubank e afins: a revolução digital se esqueceu das “pejotas”
Cotações
12/05/2026 1h18 (delay 15min)
Câmbio
12/05/2026 1h18 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Estimular o investimento de longo prazo é algo desejável em qualquer economia. E é por isso que lamento muito o ruído que a incidência do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) trouxe para o segmento. No contato direto com investidores, tenho recebido muitas dúvidas sobre em que casos o imposto passou a ser cobrado. Meu objetivo hoje é deixar isso mais claro.

Para começar, bom dizer que, no caso da previdência, o IOF só incide sobre o VGBL. Ou seja, quem aplica em PGBL para deduzir os aportes da declaração anual de imposto de renda, no modelo completo, não é afetado – seja qual for o volume aportado.

Publicidade

O IOF, de 5%, passou a incidir sobre o VGBL para aplicações feitas desde o dia 11 de junho até o fim deste ano desde que ultrapassem R$ 300 mil por seguradora. Se você investir R$ 300 mil em um VGBL do Itaú e outros R$ 300 mil em um do Bradesco, não incide o imposto.

Em 2026, vai incidir IOF sobre aplicações novas em VGBL que ultrapassarem R$ 600 mil

A partir do ano que vem, o governo já quer que o mercado consiga tratar o valor investido por todas as segurados pra fazer a cobrança. Então, em 2026, vai incidir IOF sobre aplicações novas em VGBL que ultrapassarem R$ 600 mil somadas todas as seguradoras.

Como esse imposto é cobrado? Cabe à instituição financeira descontar 5% do valor aportado e repassar ao governo. Você não precisa fazer nada. Investi R$ 300 mil semana passada em um VGBL, decidi colocar mais R$ 5 mil agora, 5% de R$ 5 mil, ou seja, R$ 250, vão direto pro Leão, nem chegam a render no fundo.

A pergunta que mais tenho recebido é sobre a portabilidade – na previdência é possível levar o dinheiro de um produto ruim para um melhor sem perder o histórico tributário. Ou seja, se você já está investindo há mais de 10 anos e optar pela tabela regressiva, o imposto é de 10%. E isso não se perde com a portabilidade.

A resposta é não: não incide IOF se você portou mais de R$ 300 mil de uma instituição para outra. E nem vai incidir ano que vem para valores de mais de R$ 600 mil. O imposto vale só para aportes novos. Pode fazer sua portabilidade em paz.

Publicidade

A estratégia que eu costumo recomendar para investir em previdência é fazer aportes mensais. De preferência, já deixar a aplicação automática programada. Há dois benefícios nesse modelo. O primeiro é tratar a previdência como mais um pagamento recorrente obrigatório, assim como água, luz e internet.

O segundo é fazer um preço médio. Como recomendo um portfólio diversificado em previdência – com ao menos um fundo de crédito, um multimercados e um de ações – diversificar os pontos de entrada em vez de tentar adivinhar a melhor hora de investir é o ideal.

Quem faz esse tipo de investimento em previdência dificilmente precisa se preocupar. Afinal, se o aporte mensal for inferior a R$ 50 mil, não tem IOF. Não é certo, entretanto, achar que somente os chamados “super ricos” vão acabar pagando esse imposto, já que estamos falando de previdência. Em um país tão carente de educação financeira, é comum chegarem a mim pessoas que acumularam a reserva de uma vida toda em instrumentos menos interessantes do ponto de vista de investimentos, como a poupança – ou, pasme, na conta corrente.

Ao terem contato com conhecimentos sobre previdência, muitas vezes elas decidem que vale a pena passar a usar o instrumento, de olho em uma aposentadoria com economia tributária daqui a dez anos – e assim fazem um aporte relevante de uma vez só.

Publicidade

Veja bem: uma pessoa que tem R$ 400 mil na poupança aos 50 anos e, começando a planejar uma aposentadoria, decide investir em VGBL hoje, não é uma super rica. Apenas como referência, pela regra de bolso dos 4%, usada internacionalmente, seria preciso ter acumulado R$ 1 milhão para contar com uma renda de R$ 3,3 mil na aposentadoria.

Ou seja: é importante ficar de olho. Quem vendeu um imóvel, recebeu uma herança ou decidiu passar a usar a previdência privada depois de ter acumulado patrimônio em outro instrumento, deve se preocupar em parcelar os aportes, limitando-se a R$ 300 mil por seguradora até o fim deste ano e R$ 600 mil a partir de 2026. Abrir mão de 5% do patrimônio na largada, pagando IOF, não é razoável.

Importante: o patrimônio que não for possível investir em VGBL neste ano não precisa ficar de castigo na poupança ou na conta corrente. Ele pode esperar em uma reserva de segurança até o ano que vem – de preferência títulos Tesouro Selic ou fundos que só investem neles.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)
  • Previdência privada

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Os 7 hábitos das famílias mais ricas do mundo para ter sucesso, segundo o JPMorgan

  • 2

    Ibovespa hoje fecha no menor patamar desde março; dólar recua ao nível mais baixo em mais de 2 anos

  • 3

    Investidores inexperientes perdem 0,29% por ano com COEs. Experientes ganham 3%, mostra estudo

  • 4

    Tesouro Reserva estreia com operação 24x7 e sem oscilação; novo título promete mudar reserva de emergência no Brasil

  • 5

    Bancos intensificam guerra por clientes com pontos no cartão; compare benefícios e veja qual vale mais

Publicidade

Quer ler as Colunas de Luciana Seabra em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dinheiro esquecido: passo a passo para recuperar os valores
Logo E-Investidor
Dinheiro esquecido: passo a passo para recuperar os valores
Imagem principal sobre o Idosos superendividados: 3 dicas para prevenir esse problema
Logo E-Investidor
Idosos superendividados: 3 dicas para prevenir esse problema
Imagem principal sobre o Bilhete para gratuidade no Metrô: idosos com mais de 65 anos precisam dos cartões?
Logo E-Investidor
Bilhete para gratuidade no Metrô: idosos com mais de 65 anos precisam dos cartões?
Imagem principal sobre o 5 golpes que idosos podem sofrer e estratégias simples para fugir deles
Logo E-Investidor
5 golpes que idosos podem sofrer e estratégias simples para fugir deles
Imagem principal sobre o Idosos com mais de 60 anos não têm direito ao transporte público gratuito? Entenda
Logo E-Investidor
Idosos com mais de 60 anos não têm direito ao transporte público gratuito? Entenda
Imagem principal sobre o Idosos: como evitar o golpe do bilhete premiado?
Logo E-Investidor
Idosos: como evitar o golpe do bilhete premiado?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: quanto R$ 1.000 rende na conta poupança do aluno?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: quanto R$ 1.000 rende na conta poupança do aluno?
Imagem principal sobre o FGTS: quem vai se aposentar pode sacar todas as contas com saldo? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
FGTS: quem vai se aposentar pode sacar todas as contas com saldo? Entenda como funciona
Últimas: Colunas
A transição mais turbulenta da história do Federal Reserve: o que está em jogo com a chegada de Kevin Warsh
Marco Saravalle
A transição mais turbulenta da história do Federal Reserve: o que está em jogo com a chegada de Kevin Warsh

Confirmação sem apoio bipartidário, pressão explícita da Casa Branca e um Fed dividido colocam Warsh diante de um dos mandatos mais delicados da história recente da política monetária americana

11/05/2026 | 14h12 | Por Marco Saravalle
A Receita entrou no jogo: como declarar ganhos com bets no Imposto de Renda 2026
Samir Choaib
A Receita entrou no jogo: como declarar ganhos com bets no Imposto de Renda 2026

Ausência de regulamentação e baixa rastreabilidade criaram a falsa impressão de que ganhos em bets seriam invisíveis ao Fisco. Essa realidade mudou

10/05/2026 | 09h00 | Por Samir Choaib
Você trabalha e o Leão morde. Como aprender a se defender?
Evandro Mello
Você trabalha e o Leão morde. Como aprender a se defender?

O Leão sempre vai estar ali. Mas quem se informa aprende a domá-lo. Entenda como reduzir a mordida e ficar com mais do seu dinheiro

09/05/2026 | 06h30 | Por Evandro Mello
Tesouro Reserva: o que muda para o investidor com o novo título do Tesouro Direto
Eduardo Mira
Tesouro Reserva: o que muda para o investidor com o novo título do Tesouro Direto

Tesouro Nacional lança título com liquidez instantânea via Pix, sem ideal para reserva de emergência

08/05/2026 | 14h23 | Por Eduardo Mira

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador