• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Direto da Faria Lima

Esqueça eleições. Quem dita a alocação do Itaú é o macro – e pode ter espaço para mais bolsa brasileira em breve

Tendência global de queda do dólar redireciona fluxo de investimentos pelo mundo, levando alocação para bolsas globais e emergentes; no Brasil, ainda juros precisam cair

Por Luíza Lanza

12/08/2025 | 15:01 Atualização: 12/08/2025 | 15:01

Estrategistas do Itaú Unibanco veem tendência estrutural de queda do dólar; o que deve ditar alocação de risco global.
Estrategistas do Itaú Unibanco veem tendência estrutural de queda do dólar; o que deve ditar alocação de risco global.

A carta mensal de investimentos do Itaú Unibanco referente a agosto foi apresentada nesta terça-feira (12) em evento para a imprensa. Nele, Nicholas McCarthy, diretor global de estratégia de investimentos do Itaú Unibanco, responsável pelo time que elabora as carteiras de alocações sugeridas para todos os segmentos de clientes, e Gina Baccelli, estrategista sênior de investimentos do Itaú Unibanco, explicaram que a estratégia de alocação do momento tem um fio-condutor principal: a tendência global de queda do dólar.

Leia mais:
  • Verde, de Stuhlberger, aumenta posição em Bolsa brasileira apesar de incerteza com tarifas
  • Carteira defensiva para agosto: onde investir com tarifas dos EUA, juros de 15% e dólar volátil
  • Lula não é bom para a economia e afasta investimentos, diz gestor estrangeiro
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

McCarthy e Bacceli não gostam de target – não tem por exemplo uma previsão para a cotação da moeda americana o final de período X ou Y. Mas apostam que vai seguir se desvalorizando contra divisas pelo mundo, um ciclo perene, menos intenso do que o movimento visto no primeiro semestre deste ano, mas que pode durar anos a frente.

Dos R$ 6,18 a que iniciou o ano para os atuais R$ 5,40, o dólar à vista acumula uma queda acima de 12% contra o real.

Publicidade

Invista com o apoio de conteúdos exclusivos e diários. Cadastre-se na Ágora Investimentos

“Há quatro anos temos a visão de que o dólar estava extremamente caro, por uma somatória de razões. Tem pelo menos 15% de queda ainda para acontecer, mas, no geral, o dólar demora 10 anos para cair ou subir”, diz McCarthy. Bacceli completa: “Pode não voltar para o low, mas é um reequilíbrio global.”

Não é que os especialistas estejam pessimistas com os Estados Unidos, apenas entendem que a combinação de desaceleração da economia americana em meio a tarifas e a maior taxa de juros em décadas deve fazer o mundo superar o crescimento do país. Coisa que não acontecia há tempos e pode levar a uma diversificação das carteiras de investidores globais, que vinham sobre comprados no mercado de lá nos últimos anos.

“Não vemos um fluxo de saída dos EUA. O que esta acontecendo no curto prazo é que as pessoas, no lugar de comprar bolsa americana em dólar, estão comprando na própria moeda”, destaca McCarthy. Uma posição que também está na carteira do Itaú desde o início do ano, o S&P 500 em reais, para capturar a oscilação do índice sem a queda da moeda americana.

Desde o início de 2025, em meio ao episódio da DeepSeek, o banco voltou a recomprar “mundo”, com uma posição acima do neutro para bolsa global e mercados emergentes. Também há uma posição vendida em dólar contra as outras moedas desenvolvidas que compõem o índice DXY.

Publicidade

A outra mudança na carteira internacional feita neste mês tem a ver com a renda fixa americana. A alocação nos Treasuries, o título público do país, de prazo longo foi reduzida de neutra para -1. No lugar, o banco aumento de neutro para +1 a posição em crédito privado high yield.

O argumento é que em uma economia ainda resiliente e que não deve entrar em recessão, as empresas dos EUA estão saudáveis para gerar lucro e honrar o pagamento dos títulos de dívida. Na outra ponta, a oscilação na inflação de curto prazo que o tarifaço de Donald Trump pode trazer aos EUA torna mais difícil dizer quando os juros por lá vão começar a cair – ainda que o mercado esteja apostando que o início do ajuste começa já no próximo mês e com alguns cortes até o fim do ano, uma visão que o time do Itaú acha otimista. Nesse contexto, o investimento em juro longo fica mais vulneravel do que o crédito privado high yield, cujo duration é mais curto.

Brasil barato, mas ainda neutro na carteira

Apesar do viés pró risco para emergentes, a tendência de queda do dólar ainda não foi o suficiente para fazer o Itaú aumentar a exposição à Bolsa brasileira. Por aqui, falta uma variável relevante. E ela não tem nada a ver com o “trade de eleição“, uma aposta cada vez mais presente no mercado de que a possibilidade de alternância de poder nas eleições presidenciais de 2026 fará as ações brasileiras dispararem.

Para Nicholas McCarthy e Gina Baccelli, a discussão política é ruído. E a alocação na carteira precisa de fundamentos.

O que fará a Bolsa brasileira andar de forma relevante, e, assim, levará os especialistas a aumentar a parcela de bolsa brasileira na carteira é a queda da inflação e a possibilidade de cortes na taxa de juros.

Publicidade

Na virada do ano, o Itaú estava com o menor nível de risco local na carteira desde meados de 2016. Entre janeiro e fevereiro, recomprou as posições em ações que estavam em -2 para neutro, entendendo que o enfraquecimento global do dólar e o consequente redirecionamento do fluxo de capital estrangeiro para emergentes beneficiaria o mercado local de alguma forma. Como realmente aconteceu.

“Estamos construtivos, mas para sobrealocar realmente precisamos que a inflação de 12 meses caia abaixo de 5% para conseguir determinar quando a queda de juros vai acontecer. Esse processo, concomitante à queda global do dólar, podemos entrar em ciclo de 2 a 3 anos de alta na Bolsa”, explica McCarthy. “Apesar de estar próxima das máximas históricas, ela ainda é bem barata. O que não significa que vai andar, ainda pode demorar.”

Com o custo de oportunidade direcionando todo mundo para a renda fixa, está faltando investidor. A pessoa física está no CDI, os fundos de pensão, no IPCA+. Fundos de ações e multimercados estão com a alocação na mínima histórica.

Até os juros caírem, o mercado fica à mercê do capital estrangeiro, que em 2025 recomprou parte das posições que vendeu em 2024, mas ainda não voltou ao País de forma estrutural.

Publicidade

“Na realocação global, o primeiro mercado é euro. Em um segundo momento, tem diversificação para emergentes e o Brasil está lá dentro, ainda que apenas 4%. São os primeiros que vão fazer a Bolsa subir”, diz Baccelli.

A carteira de Brasil do Itaú segue concentrada na renda fixa, aguardando este momento de ampliar a alocação de risco. Até lá, a preferência é por prefixados em títulos de três anos, uma posição que subiu de neutro para +1 na carteira há poucas semanas, com viés de aumentar. O IPCA+ de longo prazo, acima de 5 anos, também tem posição +1.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • Itaú Unibanco
  • Mercados emergentes
  • Renda fixa
Cotações
12/02/2026 1h13 (delay 15min)
Câmbio
12/02/2026 1h13 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje renova recorde histórico após payroll nos EUA e falas de Galípolo

  • 2

    Lucro da BB Seguridade cresce, mas não anima; Genial rebaixa recomendação e Citi e BBA projetam 2026 desafiador

  • 3

    IPCA de janeiro reforça cenário para corte maior da Selic; veja o impacto nos investimentos

  • 4

    Ouro e dividendos: ainda faz sentido investir no metal em 2026?

  • 5

    Ibovespa hoje cai e perde os 186 mil pontos com IPCA, Haddad e dados dos EUA no foco

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Logo E-Investidor
Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Imagem principal sobre o Saldo retido FGTS: segunda etapa de pagamentos para nascidos entre setembro e dezembro começou
Logo E-Investidor
Saldo retido FGTS: segunda etapa de pagamentos para nascidos entre setembro e dezembro começou
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com a sua geladeira
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com a sua geladeira
Imagem principal sobre o Bolsa Família realiza pagamentos nesta semana? Entenda
Logo E-Investidor
Bolsa Família realiza pagamentos nesta semana? Entenda
Imagem principal sobre o 5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Imagem principal sobre o 4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Imagem principal sobre o Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Logo E-Investidor
Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Últimas: Direto da Faria Lima
Por que Rogério Xavier, da SPX Capital, está mais otimista com ações em 2026
Direto da Faria Lima
Por que Rogério Xavier, da SPX Capital, está mais otimista com ações em 2026

Gestor, conhecido pelo ceticismo, vê assimetrias positivas no cenário global, fluxo estrangeiro sustentado e espaço para ações brasileiras, apesar das eleições

10/02/2026 | 18h06 | Por Luíza Lanza
Verde reduz posição na Bolsa brasileira e faz alerta sobre ciclo de alta das ações
Direto da Faria Lima
Verde reduz posição na Bolsa brasileira e faz alerta sobre ciclo de alta das ações

Fundo subiu 3,03% em janeiro e superou o desempenho do CDI, que registrou alta de 1,16% no período

09/02/2026 | 20h40 | Por Beatriz Rocha
Bradesco é eleito o melhor gestor de fundos do ano; veja ranking completo
Direto da Faria Lima
Bradesco é eleito o melhor gestor de fundos do ano; veja ranking completo

Banco é destaque na premiação da FGV que avalia o desempenho das instituições financeiras em diferentes segmentos e classes de ativos

09/02/2026 | 05h30 | Por Luíza Lanza
Pelo 2º ano, BTG Pactual é eleito em ranking da FGV como a melhor plataforma para investir; veja os destaques
Direto da Faria Lima
Pelo 2º ano, BTG Pactual é eleito em ranking da FGV como a melhor plataforma para investir; veja os destaques

BTG é destaque no atendimento do varejo e da alta renda; banco foi eleito a melhor plataforma geral, mas também se destacou nos quesitos realização e privacidade, além de aconselhamento

09/02/2026 | 05h30 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador