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Siderúrgicas têm desempenho misto na Bolsa após novas tarifas dos EUA sobre aço e alumínio

Gerdau, Usiminas e CSN sofrem mais pressão com tarifas, enquanto Vale sente impacto indireto no minério de ferro

Por Isabela Ortiz

20/08/2025 | 11:25 Atualização: 20/08/2025 | 14:43

Fachada de unidade da Gerdau, vista como menos vulnerável às tarifas dos EUA sobre aço e alumínio, enquanto Usiminas e CSN sofrem mais pressão. (Foto: Adobe Stock)
Fachada de unidade da Gerdau, vista como menos vulnerável às tarifas dos EUA sobre aço e alumínio, enquanto Usiminas e CSN sofrem mais pressão. (Foto: Adobe Stock)

As ações das siderúrgicas brasileiras têm desempenho misto na B3 na manhã desta quarta-feira (20), refletindo os desdobramentos da nova rodada de tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre aço e alumínio. Às 14h26, a Gerdau (GGBR4) registrava queda de 1,60%, cotada a R$ 16,02. A Usiminas (USIM5) recuava 1,00%, negociada a R$ 3,98, enquanto a CSN (CSNA3) caía 1,32%, a R$ 6,75. Já a Vale (VALE3), fornecedora de minério de ferro, estava em baixa de 0,23%, cotada a R$ 53,12.

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O movimento ocorre após o governo americano anunciar a ampliação da lista de produtos sujeitos à tarifa de 50% sobre aço e alumínio, medida oficializada pelo presidente Donald Trump.

Vagões de trem, guindastes, turbinas eólicas, tratores, móveis, compressores e até aparelhos de ar condicionado entraram na relação, ampliando os impactos da política protecionista.

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Segundo o Departamento de Comércio dos EUA, o objetivo é “expandir o alcance das tarifas e apoiar a revitalização das indústrias americanas”.

  • Trump dobra alíquotas sobre aço e alumínio: o que muda para Gerdau, Usiminas e CSN?

Para analistas, a medida tende a afetar de formas distintas as siderúrgicas brasileiras listadas na Bolsa. Bruno de Souza, CEO da SouzaMAAs, destacou que Usiminas e CSN podem ser as mais prejudicadas.

A imposição das tarifas pode afetar negativamente suas exportações, reduzindo a competitividade e diminuindo potencialmente as receitas provenientes do mercado americano.

Arthur Horta, especialista da GTF Capital, reforça que entre as duas, a CSN deve sentir mais o impacto, já que exporta em maior proporção para os EUA. “O investidor deve ter cautela com a ação, porque a exposição da CSN ao mercado norte-americano é mais significativa”, afirma.

  • Como o tarifaço de Trump sobre aço e alumínio impacta as ações da Bolsa?

Já para a Vale (VALE3), o efeito é indireto.

Para o analista João Abdouni, da Levante Inside Corp, uma eventual queda na produção de aço no Brasil, em função da menor competitividade das exportações, pode reduzir a demanda interna por minério de ferro.

“Isso não é favorável para a companhia, ainda que o impacto direto seja limitado, já que a Vale exporta principalmente matérias-primas”, ressalta.

O contraponto positivo vem da Gerdau (GGBR4), vista pelo mercado como a menos vulnerável ao tarifaço. Isso porque a empresa possui operações relevantes dentro dos Estados Unidos, o que a blinda das tarifas. Os analistas afirmaram:

Como a produção é realizada em território americano, a Gerdau não sofre taxação e pode até ser beneficiada pelo aumento dos preços do aço nos EUA.
  • Tarifas de Trump: EUA adicionam mais de 400 itens à lista de produtos de aço e alumínio taxados

O pacote tarifário dos Estados Unidos gera um ambiente de incerteza para as siderúrgicas brasileiras, mas com efeitos assimétricos: enquanto Usiminas (USIM5) e CSN (CSNA3) enfrentam maior pressão, a Gerdau (GGBR4) se fortalece no radar dos investidores, e a Vale (VALE3) observa impactos indiretos ligados ao minério de ferro.

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