No entanto, a aceleração esperada nas vendas até o fim do segundo trimestre e início do terceiro trimestre de 2025 não se concretizou. Por isso, os analistas Vinícius Figueiredo, Lucca Generali Marquezini e Felipe Amâncio projetam que a companhia reporte um crescimento de sell-out de 8% ao final do segundo semestre do ano.
A demanda mais baixa no varejo, impulsionada pela migração de algumas categorias, como alívio da dor (genéricos) e volumes menores na divisão hospitalar, levou à redução das estimativas de receitas líquidas em 5% para 2025 e 2026 pela equipe do BBA.
As margens também foram ajustadas para baixo, com expectativa de lucro líquido de R$ 1,8 bilhão, cerca de 5% abaixo das estimativas anteriores. Para o Itaú BBA, a revisão para baixo das projeções de receita e lucro explica o desempenho inferior recente das ações da Hypera.
Os analistas destacam que a EMS, detentora indireta de 6% da Hypera, tem demonstrado interesse em um concorrente de genéricos, o que pode reduzir o foco em acordos transformacionais com a Hypera.
Apesar disso, acrescenta o banco, a empresa negocia a uma relação entre preço e lucro atraente de 8 vezes para 2026, motivando a manutenção da recomendação de outperform (equivalente a compra), com preço-alvo de R$ 35 por ação, o que representa um potencial de valorização de 49% sobre o último fechamento da Hypera (HYPE3).
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela redação do Broadcast.