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Investimentos

Crédito privado em 2026: onde estão as oportunidades

Cenário de juros mais baixos deve impulsionar emissões de debêntures, CRIs e CRAs, com potencial de retornos superiores aos títulos públicos

Por E-Investidor

26/12/2025 | 5:30 Atualização: 23/12/2025 | 16:52

Com a perspectiva de juros mais baixos em 2026, o crédito privado tende a ganhar espaço nas carteiras dos investidores (Foto: Adobe Stock)
Com a perspectiva de juros mais baixos em 2026, o crédito privado tende a ganhar espaço nas carteiras dos investidores (Foto: Adobe Stock)

A queda esperada da taxa Selic em 2026 muda o jogo para o crédito privado. Com juros mais baixos, as empresas tendem a buscar financiamento mais barato no mercado. Esse cenário abre espaço para você diversificar a carteira com retornos mais altos do que os títulos públicos oferecem.

Leia mais:
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Com o barateamento do crédito, as empresas devem aumentar a emissão de dívidas. Mais emissões significam mais opções, mais diversidade e mais chances de capturar bons retornos.

As principais oportunidades do ano:

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Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Mais emissões: Debêntures (títulos de dívida), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) devem se multiplicar, abrindo espaço para diversificação.

Retorno absoluto: O ambiente macro sugere um ano forte para carregar crédito privado até o vencimento.

Taxas atrativas: Esses ativos costumam pagar mais do que os títulos públicos de prazo semelhante.

Ganhos com queda de juros: A marcação a mercado

Em um ciclo de juros descendentes, títulos de crédito privado também podem gerar ganho antecipado. Quando os juros caem, o preço dos títulos sobe. Isso permite vender antecipadamente um papel mais longo com ágio. O investidor trava uma taxa alta hoje e captura lucro extra no meio do caminho.

Quando isso acontece, o investidor pode obter a rentabilidade esperada ou grande parte dele em um período de tempo menor. Em vez de esperar até o vencimento para os R$ 10 mil virarem R$ 15 mil, o cenário de queda de juros permite vender esse investimento antes do prazo, embolsar o lucro e reinvestir o valor em outra aplicação.

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O interesse por outras classes de ativos também deve aumentar, e por um motivo claro: a isenção de Imposto de Renda (IR) no rendimento da aplicação. Para conluir a leitura desta reportagem e ver onde estão as oportunidades, confira o especial Onde Investir em 2026, um material gratuito que reúne projeções, análises macroeconômicas e orientações práticas para investir com mais segurança ao longo de um ano desafiador.

O que você vai encontrar no guia Onde Investir em 2026

  • Contexto confiável, baseado em dados e análises;
  • Projeções sobre o que pode mexer nos principais ativos;
  •  Orientações práticas para tomar decisões com mais confiança;
  • Os rumos da Bolsa de Valores no ano eleitoral de 2026;
  • Impactos na Selic e na renda fixa;
  • Risco fiscal e inflacionário: o que você precisa ter em mente;

Clique aqui e acesse gratuitamente o guia Onde Investir em 2026

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