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Investimentos

182% do CDI ou IPCA + 30%: taxas dos CDBs do Master disparam após compra pelo BRB ser negada pelo Banco Central

Retorno dos títulos no mercado secundário ficaram ainda mais elevados; reportagem encontrou pós e prefixados a 20% ao ano, além de indexados à inflação com 13% de juro real

Por Luíza Lanza

04/09/2025 | 12:30 Atualização: 05/09/2025 | 15:56

Especialistas veem movimento de resgate antecipado dos CDBs do Master.  (Foto: Adobe Stock)
Especialistas veem movimento de resgate antecipado dos CDBs do Master. (Foto: Adobe Stock)

A venda do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB) foi negada pelo Banco Central. Desde o final de março, quando foi anunciado o negócio, a operação movimentou o mercado com polêmicas sobre a instituição de Daniel Vorcaro e a idoneidade do negócio, mas também risco para o investidor de renda fixa.

Leia mais:
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  • Fundos do Banco Master compraram capital relevante do BRB sem divulgar ao mercado
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Nos últimos anos, o Master tinha se tornado o emissor queridinho da pessoa física por pagar os maiores rendimentos do mercado nos Certificados de Depósito Bancário (CDBs). Muita gente se apoiou na segurança do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e encheu a carteira com esses ativos.

  • Como ficam os CDBs do Master com a negativa do Banco Central para a venda ao BRB? Confira as opções do investidor agora

Agora, sem o BRB na jogada, as taxas dos ativos subiram ainda mais e é possível encontrar CDBs do Master pagando muito no mercado secundário para quem se arriscar.

O mercado secundário é onde investidores vendem e compram títulos já emitidos, sem a participação direta do emissor. Na prática, quando alguém decide resgatar uma aplicação em um CDB antes do vencimento, a corretora aumenta o spread (prêmio) para que esse ativo não fique parado nas prateleiras. Isso aconteceu no início de abril, logo quando a venda do Master foi anunciada.

Quanto valem os CDBs do Banco Master no mercado hoje?

Como mostramos aqui, especialistas viram no movimento de alta das taxas dos ativos da instituição um reflexo de investidores desmontando posições em meio às incertezas que a operação levantou. À época, o Master disse que as novas emissões de CDBs estavam ocorrendo a taxas menores, o que reforçava o ponto dos analistas de que aqueles títulos a 160% do CDI eram de investidores que estavam resgatando as aplicações.

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O mesmo parece estar acontecendo agora. Na manhã da quinta-feira (5), logo após notícia do veto do BC à operação, o E-Investidor encontrou taxas de 20% ao ano nas plataformas.

Os CDBs pós-fixados – que popularizaram o banco ao pagar 140% do CDI e eram bastante distribuídos no mercado antes da operação com o BRB ser anunciada – subiram ainda mais e haviam títulos pagando CDI + 5%. Com a atual Selic de 15% ao ano, o rendimento anual fica perto de 20%.

Os CDBs prefixados também tinham taxas de 20,5% ao ano, com diferentes prazos de vencimento.

Mas esses títulos podem não ter encontrado muitos compradores. Nesta sexta-feira (5), a oferta de ativos e os níveis de retorno subiram ainda mais.

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Encontramos CDBs do Master pós-fixados pagando 182,5% do CDI, com vencimento em 2026. Também há opções com retorno anual de CDI + 10,75% para 2027.

Os prefixados subiram a 28,00% ao ano. Os indexados à inflação, que na quinta-feira ofereciam perto de 13% de juro real, saltaram a IPCA + 30,00% ao ano.

Em termos de comparação, o Tesouro Prefixado paga entre 13,18% e 13,74% ao ano. O Tesouro IPCA+, por sua vez, paga entre 7,25% e 7,76% de juro real anualmente.

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