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Educação Financeira

Tesouro Direto: prefixados 2035 tocam em 14%. Veja se vale entrar antes da mudança nos juros

Aplicação tem riscos, mas traz oportunidade. Saiba como aproveitar e diversificar carteira de renda fixa

Por Leo Guimarães
Editado por Geovana Pagel

17/09/2025 | 3:00 Atualização: 16/09/2025 | 20:13

Quem investe em NTN-F precisa ter foco no longo prazo e evitar decisões baseadas apenas em oscilações de curto prazo. Foto: AdobeStock
Quem investe em NTN-F precisa ter foco no longo prazo e evitar decisões baseadas apenas em oscilações de curto prazo. Foto: AdobeStock

No último leilão ordinário (Edital 217) de títulos NTN-Fs para as instituições financeiras, no dia 11 de setembro, o Tesouro Nacional dobrou a aposta em relação às ofertas das semanas anteriores e colocou à venda um volume muito maior de títulos de longo prazo, com vencimento em 2035. A estratégia mostrou uma tentativa de alongamento da dívida pública e o plano deu certo.

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O mercado absorveu toda a oferta, com uma vantagem para o Tesouro, que captou R$ 4,36 bilhões e ainda viu as taxas recuarem, de 14,11% da semana anterior para 13,80%. Os grandes investidores institucionais aceitaram pagar taxas um pouco menores em relação ao leilão prévio. Mas o que tudo isso fala ao investidor pessoa física?

Para começar é importante saber que, apesar de os leilões do Tesouro serem direcionados a bancos, corretoras e outras instituições financeiras, títulos como as Notas do Tesouro Nacional – Série F (NTN-F) podem ser adquiridos pelo investidor comum. Na plataforma Tesouro Direto elas são negociadas como Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2035, que chegaram a bater os 14% na primeira semana de setembro e passaram para os 13,78% no dia 12, refletindo a volatilidade dos leilões.

Últimos leilões mostram sinais melhores

Claudio Ianface Júnior, economista e sócio da The Hill Capital, explica que a redução de juros nos prefixados é reflexo de sinais um pouco mais construtivos. “Prefixados longos, como a NTN-F 2035, tendem a oscilar mais justamente porque dependem da confiança na trajetória fiscal e nas expectativas de inflação”, diz.

Mesmo caindo um pouco de uma semana para a outra, os juros ainda se mantêm num patamar muito elevado, justamente pela desconfiança do mercado na capacidade de condução da política econômica pelo atual governo. E é justamente quando há maior oferta de títulos pelo Tesouro que o mercado interpreta como incerteza fiscal e costuma exigir taxas maiores. Ou seja, nada impede que nos próximos os juros não voltem a subir. “É importante que quem investe tenha foco no longo prazo e não se deixe influenciar apenas por movimentos de curto prazo nos leilões”, considera o economista da The Hill Capital.

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Quando os juros sobem, o preço do título (PU) adquirido cai. E isso costuma confundir o investidor pessoa física. Isso porque a relação entre percentual de juros e preço é inversamente proporcional, porque os juros – os 14% da primeira semana de setembro, por exemplo – são a taxa usada para descontar o título no valor de R$ 1.000 que o Tesouro ofereceu ao mercado. “É uma taxa de desconto”, explica Marcia Dessen, planejadora financeira CFP pela Planejar (Associação Brasileira do Planejamento Financeiro). “Quando a taxa cai, o preço sobe, porque o desconto é menor.”

Na prática, o PU da NTN-F 2035 aumentou de R$ 819,78 na primeira semana de setembro, para R$ 834,82, uma valorização de R$ 15,05 por título.

Seria hora de apostar em prefixado de longo prazo?

Então, neste caso, se o preço do papel prefixado está subindo, seria hora de comprar? “Travar prefixado longo hoje é uma aposta válida na queda da Selic. Então, o investidor que suporta alguma volatilidade de preço agora e carrega até o vencimento para garantir a taxa pode estar tomando uma decisão acertada neste momento”, diz a advogada e influenciadora de finanças Elisiane Moreira. Ela se refere aos sinais lidos pelo mercado de que um ciclo de queda dos juros básicos da economia, a Selic, pode começar ainda em 2025 ou início de 2026.

O planejador financeiro e especialista em investimentos Jeff Patzlaff pondera que surpresas na inflação e no equilíbrio fiscal ainda existem, o que pode manter ainda alta a volatilidade dos juros em títulos prefixados de longo prazo. “Uma carteira equilibrada exige diversificação”, diz, lembrando que é importante deixar uma parte em liquidez como o Tesouro Selic ou títulos curtos pós-fixados, para reserva de emergência e oportunidades.

“Se você acredita que a inflação vai continuar acima da meta (ou que o governo ou fatores externos ainda podem pressioná-la), IPCA+ é uma defesa, mas, cuidado, títulos de longo prazo têm mais oscilação quando juros mudam.”

Diversificação reduz os riscos da aposta

Até mesmo para os investidores mais conservadores, as taxas atuais de títulos prefixados parecem apresentar uma oportunidade única. “Eu não sou fã de pré!”, enfatiza Marcia Dessen. Ela lembra que em seus mais de 40 anos de mercado, raras vezes viu ganhos em taxa prefixada. “Agora, 14% parecem ser um número histórico. O Brasil tem que dar muito errado para a Selic média, nos próximos 10 anos, ficar a 14%”.

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Apesar de reconhecer uma oportunidade, Dessen ressalta que investir em prefixado é sempre uma aposta e que, neste caso, seria acreditar que os juros fechem próximos de 12% ao final de 2026 como prevê o mercado. “É uma aposta, uma especulação, no sentido de arriscar para tentar ganhar mais, uma pitada de atrevimento. Por isso, é importante investir com diversificação“, comenta.

Dessen defende que o investidor conservador e moderado deve privilegiar o título pós-fixado, Tesouro Selic, e não Tesouro Prefixado ou Tesouro IPCA+ e, se for pequeno investidor, não sair do Tesouro Direto. “Investir em Tesouro Direto custa 0,20% de taxa ao ano. Não tem um fundo de investimento que cobre só 0,20%.”

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