Em Nova York, os índices futuros operam próximos da estabilidade, enquanto bolsas europeias e asiáticas registram desempenho misto.
Nos demais mercados, os rendimentos dos Treasuries recuam pela terceira sessão seguida, ao passo que o dólar se fortalece frente às principais moedas.
Entre as commodities, o petróleo registra queda moderada após três altas consecutivas, e o minério de ferro encerrou em leve baixa de 0,12% em Dalian, a US$ 113,07 por tonelada.
No Brasil, os ativos tendem a devolver parte dos ganhos recentes, pressionados pela aversão ao risco no exterior e pela correção das commodities.
As American Depositary Receipts (ADRs) brasileiras negociadas em Nova York operam sem direção definida no pré-mercado. A decisão do Copom, que deve manter a Selic em 15%, é tratada como um “não evento”, com expectativa de repetição do tom do último comunicado. Como contraponto, a redução de juros nos EUA pode favorecer os ativos locais, mas tensões políticas e incertezas fiscais continuam no radar, limitando o fôlego da bolsa.