Na Europa, as bolsas avançam após PMIs acima de 50 sinalizarem expansão econômica, enquanto os futuros em Nova York oscilam levemente após os recordes recentes.
Já na Ásia, os mercados fecharam de forma mista, com ganhos em Seul e Taiwan e quedas em Xangai e Hong Kong.
No câmbio, o dólar opera estável frente às principais moedas, enquanto os rendimentos dos Treasuries recuam.
Entre as commodities, o petróleo avança após quatro sessões consecutivas de queda, e o minério de ferro recuou 1,23% em Dalian, cotado a US$ 112,78 por tonelada.
No Brasil, o destaque do dia é a Ata do Copom, divulgada após a decisão de manter a Selic em 15% e sinalizar uma postura mais cautelosa.
O documento deve detalhar as razões para a manutenção da projeção de inflação inalterada para 2027.
Além disso, investidores acompanham o resultado da arrecadação federal e entrevistas do ministro da Fazenda, enquanto discursos na ONU elevam a atenção para possíveis impactos nas relações comerciais com os Estados Unidos.
No pré-mercado, os ADRs brasileiros indicam cautela, refletindo incertezas fiscais e externas. No noticiário corporativo, a MBRF estreia na B3 após a fusão entre Marfrig e BRF, consolidando a criação de uma das maiores companhias de alimentos do mundo.