“Acho que a eleição vai ser competitiva até o final – o fato de se definir um candidato não vai mudar muito”, disse Stuhlberger, que participou há pouco de painel durante evento do Itaú BBA.
Entre os riscos do contexto eleitoral que podem impactar investimentos em 2026, Stuhlberger citou ainda a possibilidade de candidatura de algum nome ligado ao clã de Jair Bolsonaro que poderia tirar da disputa do segundo turno nomes como o de Tarcísio de Freitas ou Ratinho Júnior.
O sócio e codiretor da Ibiúna Investimentos, Rodrigo Azevedo, também presente no evento, concordou que a corrida presidencial do ano que vem será apertada. “Houve uma queda na aprovação do presidente Lula no início do ano e isso tornou a eleição competitiva”, detalhou ele. Segundo Azevedo, essa competitividade, com ao redor de 50% de chance de reeleição do presidente Lula, já está embutida nos preços de ativos hoje.
Entre as possibilidades globais para investimentos em 2026, Stuhlberger mencionou a continuidade do “trade-antidólar”, a partir de investimentos em ativos como ouro, criptomoedas e no Euro.