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Educação Financeira

Seguro de vida: entenda a diferença entre os modelos capitalizado e de repartição simples antes de contratar

Escolha não envolve apenas preço, mas também perfil e objetivo do segurado; entenda com os especialistas

Por Igor Markevich

08/11/2025 | 17:00 Atualização: 07/11/2025 | 18:13

Escolha entre os tipos de seguro de vida simples e capitalizado não envolve apenas preço, mas também perfil e objetivo do segurado. (Imagem: J Maas/peopleimages.com em Adobe Stock)
Escolha entre os tipos de seguro de vida simples e capitalizado não envolve apenas preço, mas também perfil e objetivo do segurado. (Imagem: J Maas/peopleimages.com em Adobe Stock)

Acidentes, doenças graves ou situações inesperadas parecem sempre pertencer ao universo do improvável, até que um dia não pertencem mais. É justamente dentro dessa “quase certeza” que o seguro de vida encontra seu espaço: uma proteção pensada para amparar financeiramente quando o imprevisto acontece.

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Na prática, o seguro de vida funciona como um contrato entre o segurado e a seguradora. Em troca do pagamento de um valor mensal, chamado de prêmio, o segurado garante que seus beneficiários receberão uma indenização caso ocorra algum evento previsto na apólice (contrato que oficializa o seguro), como morte, invalidez ou doenças graves.

Mas o que muita gente não sabe é que existem diferentes tipos de seguro de vida, com formas distintas de funcionamento, custo e propósito. Os dois principais modelos disponíveis no mercado são os regimes de repartição simples e capitalizado, e entender a diferença entre eles é fundamental para escolher o plano que realmente combina com o seu momento e seus objetivos.

Repartição simples: proteção imediata e flexibilidade

No regime de repartição simples, o valor pago pelos segurados serve para custear os sinistros (ocorrências) que acontecem durante o período de vigência do contrato, geralmente renovado anualmente. Ou seja, não há uma reserva individual sendo formada ao longo do tempo.

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Como o cálculo do prêmio leva em conta o risco de cada faixa etária, o custo costuma ser mais acessível no início da vida adulta, tornando essa modalidade atraente para quem busca proteção imediata e flexibilidade de curto prazo.

Outro ponto positivo vem da possibilidade de ajustar as coberturas conforme as fases da vida mudam, como o nascimento de um filho, a compra de um imóvel ou uma mudança de emprego. Por isso, o modelo serve para quem quer garantir segurança sem comprometer o orçamento mensal.

Capitalizado: estabilidade e reserva ao longo do tempo

Já o regime capitalizado funciona de forma diferente. Nesse caso, parte do prêmio vai para a formação de uma reserva individual, o que garante maior estabilidade nos valores pagos ao longo do tempo.

Por exigir esse aporte inicial maior, os prêmios costumam ser mais altos desde a contratação. Em compensação, oferecem previsibilidade: os valores são nivelados, ajustados apenas pela inflação, e não pela idade ou perfil do segurado.

“Esse modelo pode ser interessante para quem busca uma relação de longo prazo com o seguro, permitindo planejar o futuro financeiro com mais estabilidade e, em alguns casos, até realizar resgates parciais ou totais da reserva acumulada”, explica José Luiz Florippes, diretor de vendas da Omint Seguros.

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Na prática, o seguro capitalizado pode representar uma economia para quem contrata mais cedo. Já o modelo de repartição simples tende a favorecer quem deseja começar com aportes menores e ajustar o contrato ao longo da vida.

“A escolha entre os modelos simples e capitalizado não envolve apenas uma questão de preço, mas de perfil e objetivo. O regime de repartição simples oferece flexibilidade e adequação ao momento de vida, enquanto o capitalizado privilegia o planejamento de longo prazo e a previsibilidade dos custos”, afirma Florippes.

Como saber qual o seu tipo de seguro de vida

Se você já possui um seguro de vida e não sabe em qual modelo ele se enquadra, o primeiro passo é verificar sua apólice ou certificado individual. O documento deve informar o regime de funcionamento, o tipo de reajuste aplicado e se há formação de reserva, uma característica exclusiva dos planos capitalizados.

Outra dica consiste em observar o comportamento do valor do prêmio ao longo dos anos. Se ele aumenta conforme a idade, trata-se de um plano de repartição simples. Se o valor se mantém estável, com apenas reajustes inflacionários, é capitalizado.

Pontos de atenção ao contratar

Antes de escolher ou trocar de plano, vale observar alguns fatores:

  • Idade máxima de contratação: muitas seguradoras limitam a entrada entre 65 e 80 anos;
  • Possibilidade de resgate: disponível apenas nos produtos capitalizados;
  • Reajustes: podem ocorrer mesmo em planos de valores nivelados, conforme previsto em contrato;
  • Perfil do segurado: quem busca proteção imediata pode se beneficiar da repartição simples; quem prioriza estabilidade e planejamento tende a preferir o capitalizado.

Modalidades

Dentro dos regimes financeiro simples e capitalizado, o mercado oferece diferentes modalidades de seguro de vida, que variam conforme a cobertura e o perfil do segurado. Há opções que focam exclusivamente na proteção por morte ou invalidez, conhecidas como seguros tradicionais, e outras que permitem resgates parciais ou totais do valor investido, os chamados seguros resgatáveis.

Também existem planos voltados para doenças graves, acidentes pessoais e contratações coletivas, como as oferecidas por empresas a seus funcionários, cada uma com regras e custos específicos.

Escolher um seguro de vida não significa prever acidentes, mas buscar tranquilidade aos dias que se vive quando está tudo bem. Por isso é importante entender qual modelo e qual tipo de cobertura melhor se adaptam ao seu momento, para evitar ainda mais preocupação quando as “quase certezas” se desfazem frente ao acaso.

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