Os efeitos contábeis também impactaram a receita líquida, que totalizou R$ 9,425 bilhões entre julho e setembro, recuo de 37,2% ante o mesmo intervalo de 2024.
A receita líquida ajustada de serviços de saneamento alcançou R$ 5,468 bilhões, leve alta de 0,1%, impulsionada por crescimento de 2,5% no volume faturado e de 0,3% no preço líquido, parcialmente compensados pela expansão de clientes atendidos por tarifas subsidiadas.
A receita de construção somou R$ 3,924 bilhões, avanço de 156,2% na comparação anual, em linha com o aumento equivalente nos custos de construção.
Já o Ebitda foi de R$ 3,069 bilhões, queda de 70,6% em um ano. Ajustado, o indicador atingiu R$ 3,206 bilhões, aumento de 14,7% frente ao terceiro trimestre de 2024.