• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Fundos imobiliários de escritórios ganham fôlego, mas liquidação do Master deve testar o setor

Segmento se beneficia com a perspectiva de queda dos juros e retorno do modelo presencial, mas liquidação do Master deve elevar vacância do setor

Por Daniel Rocha

17/12/2025 | 9:30 Atualização: 17/12/2025 | 10:07

Os fundos imobiliários são investimentos isentos de IR e costumam pagar dividendos mensalmente (Foto: Adobe Stock)
Os fundos imobiliários são investimentos isentos de IR e costumam pagar dividendos mensalmente (Foto: Adobe Stock)

Leia mais:
  • Fundos imobiliários entram em dezembro com otimismo: juros em queda, IFIX recorde e ajustes pontuais nas carteiras
  • Veja os fundos imobiliários que mais ganharam e mais perderam em 2025
  • Ações são o investimento mais promissor de 2026, mas continuidade do rali depende do fiscal, diz UBS
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A liquidação do Banco Master, decretada pelo Banco Central em 18 de novembro, deve testar a capacidade de recuperação dos fundos imobiliários de escritórios nesta reta final do ano, que acumulam rentabilidade de 17% em 2025. Acontece que o fim das operações da instituição financeira vai disponibilizar de uma só vez cerca de 24 mil metros quadrados em regiões de alto padrão da cidade de São Paulo, elevando a oferta de salas comerciais em um momento de retomada do segmento.

Em tese, o excesso da oferta pode forçar uma queda dos preço das locações e, consequentemente, reduzir a capacidade dos FIIs de lajes corporativas de distribuir rendimentos elevados aos cotistas. A possibilidade surge em um período que o mercado se ajusta com as expectativas para início do ciclo de corte de juros no Brasil, previsto para acontecer no primeiro trimestre do próximo ano. Esse movimento favorece os fundos imobiliários de tijolos, aqueles que geram renda com a locação de imóveis físicos, já que a queda da taxa Selic estimula a atividade econômica e aumenta a demanda por locações. 

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Por isso, com a liquidação do Master, investidores e analistas observam como esse segmento deve reagir nos próximos meses diante da devolução das salas comerciais. A princípio, o maior impacto deve ocorrer na Vila Olímpia, bairro nobre da capital paulista. Segundo Carolina Borges, chefe de análise da EQI Research, o Banco Master ocupa 14,5 mil metros quadrados no Auri Plaza Faria Lima. Com a desocupação desse espaço, a estimativa é que a taxa de vacância (desocupação) do bairro suba de 11,16% para 18,8%.

Para a especialista, a mudança é relevante, dado que a região conta com apenas 13 edifícios classificados como alto padrão pela SiiLA, ferramenta que reúne informações sobre o mercado imobiliário corporativo e divide os imóveis comerciais em classes com base nas características do ativo. 

“O preço médio de locação na região gira em torno de R$ 153/m² (frente aos atuais R$ 226/m² praticados no Auri), reflexo de um mercado competitivo, heterogêneo e menos “premium” do que a Faria Lima propriamente dita”, diz Borges.

Já o impacto na Faria Lima, onde se concentra o centro financeiro do País, deve ser mais suave. Na famosa avenida, o Master ocupa 9,9 mil metros quadrados distribuídos em dois edifícios: Pátio Victor Malzoni, com 1,9 mil metros quadrados, e Birmann 32, com 8 mil metros quadrados. A devolução desses escritórios elevaria a vacância do entorno de 9,6% para 11,4%, diferença que, segundo Borges, deve ser absorvida pela alta demanda na região. “Não por acaso, os aluguéis médios ficam em torno de R$ 290/m², quase o dobro da Vila Olímpia”, destaca.

Publicidade

Embora a liquidação do banco tenha capacidade de elevar a vacância, as duas regiões da capital paulista já comprovaram ao mercado a sua capacidade de absorver “choques” dessa magnitude. Para Danilo Barbosa, sócio e head de research do Clube FII, o episódio tende a gerar apenas ruídos para o mercado de lajes corporativas. Ele cita o caso de inadimplência da WeWork, empresa de escritórios compartilhados, que afetou a receita de seis fundos imobiliários no ano passado, como exemplo de liquidez do segmento. 

“Vários prédios premium sofreram inadimplência, renegociação e risco de retomada. Mesmo assim, o mercado acomodou”, diz Barbosa. 

Entre os três fundos imobiliários com exposição ao Master, o BGR B32 (BGRB11) tende a ser o mais afetado pela decisão do Banco Central. Segundo o relatório gerencial mais recente, o Banco Master e o Banco Letsbank S/A, também liquidado no dia 18 de novembro, respondiam juntos por 17% da receita do FII.

Já os fundos Catuaí VBI Triple A (BLCA11) e Pateo Bandeirantes (PATB11), que têm participação no Pátio Victor Malzoni, devem sofrer um impacto menor. Isso porque o espaço ocupado pelo Master responde menos de 5% da torre comercial. “É um dos ativos mais líquidos e caros do país”, ressalta Barbosa sobre a capacidade do imóvel de encontrar novos inquilinos.

Publicidade

  • Leia também: O fundo imobiliário que o mercado subestima, mas já rendeu 26% no ano

Publicidade

A lição para o investidor

A rentabilidade dos fundos imobiliários de escritórios avançou 2,46% no acumulado de novembro, segundo dados da Economatica. No acumulado do ano, os ganhos chegam a 17%. O fôlego reflete a precificação dos analistas com a mudança da política monetária no País e também com o retorno gradual do modelo presencial. Como mostrou o Broadcast, no último mês, o Nubank (ROXO34) fechou contrato de locação do edifício Capote 2010, localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo (SP), para acomodar os funcionários após anunciar o fim do home office a partir de julho do próximo ano. 

Ainda assim, esses dois elementos sozinhos não são suficientes para viabilizar bons rendimentos aos investidores. O caso do Banco Master, na visão de Borges e Barbosa, reforça a necessidade de priorizar a qualidade dos portfólio dos FIIs, com foco especialmente para os imóveis com boas localizações, ativos com alto padrão e diversidade de inquilinos. Esse conjunto de fatores ajuda a minizar os riscos de inadimplência caso os locatários deixem de pagar seus aluguéis ou saia dos imóveis antes do prazo previsto.

“A liquidação do Master não altera a tese estrutural dos eixos corporativos de São Paulo, mas reforça que o risco relevante para FIIs está menos no evento isolado e mais na qualidade dos ativos”, diz Borges. ncia dos gestores. 

Publicidade

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • banco master
  • Conteúdo E-Investidor
  • Fundos imobiliários
  • Investimentos
  • mercado
Cotações
11/02/2026 6h53 (delay 15min)
Câmbio
11/02/2026 6h53 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 2

    Pátria conclui compra da RBR e muda a gestão de FIIs; XP avalia impactos para os cotistas

  • 3

    Lucro da BB Seguridade cresce, mas não anima; Genial rebaixa recomendação e Citi e BBA projetam 2026 desafiador

  • 4

    Resultados de Suzano e Klabin no 4T25 devem decepcionar no curto prazo, mas analistas veem forte valorização

  • 5

    "Investidor institucional segura interesse em cripto", diz head global da Coinbase

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Imagem principal sobre o INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Logo E-Investidor
INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Imagem principal sobre o FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Logo E-Investidor
FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Imagem principal sobre o INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Logo E-Investidor
INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Imagem principal sobre o FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Logo E-Investidor
FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Últimas: Investimentos
Resultado da Motiva no 4T25 agrada analistas, mas ação cai na Bolsa; o que está acontecendo?
Investimentos
Resultado da Motiva no 4T25 agrada analistas, mas ação cai na Bolsa; o que está acontecendo?

Números confirmam novo ciclo da ex-CCR, com avanço de margens, foco em rodovias e leitura positiva de XP e BTG

10/02/2026 | 14h05 | Por Isabela Ortiz
IPCA de janeiro reforça cenário para corte maior da Selic; veja o impacto nos investimentos
Investimentos
IPCA de janeiro reforça cenário para corte maior da Selic; veja o impacto nos investimentos

Inflação mais comportada reforça apostas em corte de 0,50 ponto pelo Banco Central e redefine estratégias de investimento em renda fixa, ações e câmbio

10/02/2026 | 09h38 | Por Isabela Ortiz
O perigo invisível dos fundos de ações considerados “seguros”
Investimentos
O perigo invisível dos fundos de ações considerados “seguros”

A alta das big techs concentrou o mercado e reduziu a diversificação real dos fundos de índice, elevando os riscos para investidores

10/02/2026 | 08h54 | Por Jeff Sommer, da Fortune
Logo do E-Investidor com background verde
Investimentos
Gestor da Oi (OIBR3) rebate credores sobre venda de ativo por valor irrisório

Os credores, representados pela UMB Bank, enviaram nesta segunda-feira uma petição à Justiça, contestando o curto prazo para a venda

10/02/2026 | 08h00 | Por Circe Bonatelli

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador