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Itaú BBA vê Vale (VALE3) no melhor momento operacional desde 2019, mas diz que nova alta depende do minério

Após rodada com investidores em Londres, banco aponta menor risco na tese da mineradora e capta preferência por Gerdau na siderurgia

Por Ana Paula Machado

08/12/2025 | 15:31 Atualização: 08/12/2025 | 15:31

Itaú BBA afirma que a Vale (VALE3) vive seu melhor momento operacional desde Brumadinho, mas que o avanço das ações dependerá do minério de ferro. Banco também destaca Gerdau e Suzano entre preferências setoriais após conversas com investidores em Londres. (Imagem: Adobe Stock)
Itaú BBA afirma que a Vale (VALE3) vive seu melhor momento operacional desde Brumadinho, mas que o avanço das ações dependerá do minério de ferro. Banco também destaca Gerdau e Suzano entre preferências setoriais após conversas com investidores em Londres. (Imagem: Adobe Stock)

Após uma rodada de conversas com investidores em commodities em Londres, na semana passada, o Itaú BBA considera que a tese para a Vale (VALE3) tem menos riscos, pois a empresa está em seu melhor momento operacional desde o desastre de Brumadinho (MG). O banco ressalta, no entanto, que uma nova alta das ações irá depender do comportamento dos preços de minério de ferro.

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Segundo o banco, o rendimento de fluxo de caixa livre (FCF, na sigla em inglês) da Vale comprimindo para cerca de 6% a 7% (considerando o preço médio do minério de ferro em 2026 de aproximadamente US$ 100 por tonelada) após o forte desempenho das ações é visto como menos atraente em termos absolutos, mas ainda melhor em comparação com os pares australianos.

“Em relação aos preços, os investidores equilibraram a matemática da exaustão, cerca de 50 milhões de toneladas saindo do sistema globalmente, contra a aceleração gradual de Simandou e os esforços de substituição da Austrália”, disseram os analistas do banco, Daniel Sasson, Edgard Pinto de Souza e Marcelo Furlan Palhares.

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Em siderurgia, a preferência dos investidores é pela Gerdau (GGBR4). Segundo o Itaú BBA, a avaliação é de que a configuração de margem da companhia nos EUA (alta de cerca de 20% até março de 2025) e a redução no capex de em R$ 6 bilhões em 2025 para R$ 4,7 bilhões em 2026, indicando FCF de dois dígitos e potencial para recompra de ações.

“No Brasil, os esforços mais fortes de aumento de preços e as potenciais medidas antidumping (notadamente para produtos planos) foram vistos como os fatores de oscilação de 2026; Usiminas (USIM5)/CSN (CSNA3) continuam sendo visões de maior beta”, afirmou a casa.

Papel e celulose

Já em papel e celulose, há preocupações em relação aos fundamentos do preços da celulose no longo prazo. Segundo o Itaú BBA, os investidores geralmente concordam com a visão de que a narrativa de verticalização da China (capacidade integrada de celulose para papel) pode levar a uma menor volatilidade de preços, mas com picos limitados.

“As discussões têm se centrado na “faixa de preço” esperada para os próximos anos, com os investidores parecendo convergir em cerca de US$ 550 a US$ 650/ton. Os investidores acreditam que os preços aumentarão nos próximos meses e que ações como Suzano (SUZB3) são uma boa proteção contra o risco de um real mais fraco”, informou a casa.

No entanto, em uma base mais estrutural, embora haja uma oferta nova limitada em 2026 e 2027, a onda de novos projetos na América Latina de 2028 a 2030 (Sucuriú, Bracell, etc.) é uma preocupação. “No geral, as ações parecem baratas, e o curto prazo parece promissor, mas as ameaças de longo prazo e de carregamento da indústria persistem.”

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