Documentos obrigatórios para sacar o FGTS em casos de doenças graves
O diagnóstico de uma doença grave do trabalhador ou seu dependente possibilita o saque do FGTS, mas segundo a Caixa Econômica Federal, é necessário enviar os documentos corretamente para que o valor seja liberado. Confira abaixo a lista completa:
- Documento de identidade do paciente; se o saque for realizado por um dependente, também é necessário apresentar um documento do sacador.
- CPF ou PIS/PASEP/NIS.
- Carteira de Trabalho
- Diretor não empregado: cópia autenticada comprovando a eleição, reconduções ou término do mandato.
- Formulário preenchido do “Relatório Médico de Doenças Graves para Solicitação de Saque do FGTS” com validade de, no máximo, um ano.
- Cópias dos laudos/dados clínicos que comprovem a doença.
- Se o saque for realizado por um dependente, é necessário comprovante de dependência.
- Em casos de neoplasia maligna, é preciso apresentar o exame anatomopatológico/histopatológico.
- Em casos de HIV, é necessário apresentar exame de carga viral ou sorologia.
Vale citar que diferentes diagnósticos proporcionam a liberação do saldo, como: doenças cardíacas, Parkinson, tuberculose ativa, microcefalia, transtorno do espectro autista no grau severo, entre outras.
Maneiras de receber o FGTS
Segundo a Caixa, o saque pode ser solicitado de maneira digital por meio do aplicativo do FGTS, onde também é possível enviar a documentação necessária e transferir o valor de forma simples e gratuita para uma conta bancária de uso próprio.
Vale citar que, no momento de realizar a operação pelo aplicativo, é preciso fornecer outras informações. O sistema irá solicitar, por exemplo, o motivo do saque e quem é a pessoa com enfermidade grave (o titular ou o dependente).
Assim, após o envio do “Relatório Médico de Doenças Graves para Solicitação de Saque do FGTS” a Perícia Médica irá analisar os laudos antes de dar um parecer final.
Colaborou: Amanda Martins.