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Investimentos

XP e Genial veem privatização da Copasa avançar; ainda vale investir em CSMG3?

Com mudanças políticas e regulatórias, privatização da Copasa deixa de ser hipótese e divide análises de XP e Genial sobre se ainda vale investir na ação

Por Isabela Ortiz

26/12/2025 | 9:15 Atualização: 26/12/2025 | 9:15

Avanço da privatização da Copasa muda percepção do mercado e coloca a ação CSMG3 no centro das análises de bancos e corretoras. (Foto: Adobe Stock)
Avanço da privatização da Copasa muda percepção do mercado e coloca a ação CSMG3 no centro das análises de bancos e corretoras. (Foto: Adobe Stock)

O processo de privatização da Copasa (CSMG3) ganhou tração relevante nos últimos meses e passou a ocupar o centro das análises de grandes casas de investimento. XP Investimentos e Genial Investimentos reconhecem que o cenário político e institucional mudou de forma significativa, reduzindo riscos que antes pareciam intransponíveis. Ainda assim, as duas casas chegam a conclusões distintas quando a pergunta é direta: ainda vale investir na Copasa aos preços atuais?

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Na avaliação da XP, a privatização deixou de ser apenas uma possibilidade remota e passou a ser “o caminho óbvio” para a companhia.

Desde o início da cobertura, a casa já sustentava uma visão fora do consenso, apostando que o processo poderia ser concluído até o início de 2026, ainda que, à época, reconhecesse riscos elevados de atraso político.

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Esse cenário mudou. Com a sanção da lei estadual que autoriza a desestatização, a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que elimina a exigência de referendo popular e o avanço nas negociações para renovação da concessão de Belo Horizonte, a XP entende que “todos os obstáculos políticos foram superados”.

O último ponto pendente, segundo a casa, é a formalização definitiva do contrato com a capital mineira, para o qual a própria Copasa já indicou ter chegado a termos iniciais.

Diante disso, a XP passou a antecipar a conclusão do processo de privatização entre março e abril, mesmo reconhecendo que o mercado ainda não conhece o desenho final da operação.

Revisão tarifária e crescimento estrutural reforçam o case, diz XP

Além do avanço político, a XP chama atenção para mudanças regulatórias que alteram estruturalmente a geração de valor da companhia. O novo ciclo de revisão tarifária trouxe metodologias consideradas mais favoráveis, elevando a rentabilidade de longo prazo do negócio.

Com a atualização do modelo, incorporando os números finais da revisão tarifária, os resultados do 3T25, ajustes no plano de investimentos e a redução do custo de capital próprio real de 12% para 10%, a XP elevou o preço-alvo da Copasa para o fim de 2026 de R$ 41,6 para R$ 53,6 por ação.

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A casa estima um Ebitda (Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) de R$ 3,3 bilhões em 2026, com crescimento até R$ 5,9 bilhões em 2030, o que implica um CAGR ( Taxa de Crescimento Anual Composta) de cerca de 15% em quatro anos.

“A Copasa passa a figurar entre os nomes de maior crescimento relativo sob nossa cobertura”, destaca o relatório.

Em termos de valuation, a XP vê a ação negociando a uma TIR real de 11,2% e a 1,5x EV/RAB para 2026 — acima da Sabesp, mas justificado, segundo a casa, por um Retorno sobre Capital Investido (ROIC) estruturalmente mais elevado e maior crescimento da base regulatória.

A recomendação, portanto, segue sendo compra.

Genial reconhece avanço, mas prefere cautela no curto prazo

Na Genial Investimentos, o tom é mais contido, embora o reconhecimento do avanço institucional seja explícito. A casa admite que foi excessivamente cética no passado quanto à viabilidade da privatização e que os eventos recentes (aprovação da Lei Estadual nº 4.380/2025, fim do referendo popular e iminente extensão da concessão de Belo Horizonte até 2073) mudaram o jogo.

Para a Genial, a renovação das concessões, especialmente da capital, é condição essencial para que a privatização faça sentido do ponto de vista econômico. Sem isso, o processo “perderia racionalidade sob a ótica de geração de valor para o Estado”, o que torna a assinatura do contrato com Belo Horizonte, esperada ainda em dezembro de 2025, um elemento-chave da tese.

O mercado já precificou parte do prêmio?

Apesar de reconhecer os avanços, a Genial avalia que, nos múltiplos atuais, com a Copasa negociando a cerca de 1,2x o Valor da Empresa (EV/BRR) de 2026, o mercado já embutiu uma parcela relevante do prêmio associado à privatização no horizonte de 2025-2026, especialmente quando comparada à Sabesp.

Por isso, a recomendação também permanece manter.

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A casa argumenta que, no curto prazo, a relação risco-retorno ainda favorece a Sabesp, que oferece maior previsibilidade.

Ainda assim, o relatório deixa claro que a história não se encerra no curto prazo. Para a Genial, a precificação atual captura apenas a “fotografia” da base de ativos, mas não reflete adequadamente vetores estruturais de destravamento de valor no médio e longo prazo – como a expansão da base regulatória, maior reconhecimento anual dos investimentos, ganhos de eficiência operacional, melhorias no regime regulatório e a eventual entrada de um operador privado com disciplina de custos.

Vale investir em CSMG3?

XP e Genial concordam no diagnóstico central: a privatização da Copasa avançou de forma concreta e deixou de ser apenas uma promessa política. A divergência está no timing e no quanto desse movimento já está refletido no preço da ação. Para o investidor, a decisão passa menos por acreditar se a privatização vai acontecer e mais por avaliar o apetite a risco e o horizonte de investimento diante de um case que, agora, parece definitivamente em movimento.

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