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Investimentos

Ações de petroleiras caem com risco de excesso de oferta após prisão de Maduro

Reprecificação do petróleo pressiona papéis do setor no Brasil, com destaque para maior sensibilidade das independentes a um Brent mais fraco

Por Isabela Ortiz

05/01/2026 | 10:55 Atualização: 05/01/2026 | 18:48

Ações de petroleiras caem com risco de excesso de oferta após prisão de Maduro (Foto: Adobe Stock)
Ações de petroleiras caem com risco de excesso de oferta após prisão de Maduro (Foto: Adobe Stock)

As ações das petroleiras brasileiras operaram sob pressão nesta segunda-feira (5), refletindo a reprecificação do risco no mercado global de petróleo após a prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em uma ação dos Estados Unidos. O evento reacendeu a discussão sobre um possível aumento da oferta venezuelana no médio prazo, reforçando a narrativa de excesso estrutural de petróleo a partir de 2026, movimento que já começa a impactar os papéis do setor na Bolsa.

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No fechamento, a Prio (PRIO3) cedeu 1,46%, negociada a R$ 41,15; a Brava Energia (BRAV3) recuou 5,76%, a R$ 15,71; a Petrobras (PETR4) registrou queda de 1,66%, com os papéis cotados a R$ 30,2; enquanto a PetroReconcavo (RECV3) caiu 0,64% a R$ 11,08. O movimento acompanhou a reavaliação do mercado sobre os preços do petróleo, diante do risco de aumento da oferta global no médio prazo.

Na avaliação da XP Investimentos, a captura de Maduro tende a aumentar a volatilidade dos preços do petróleo, com viés mais negativo para o Brent. O analista Regis Cardoso destaca que “há um potencial aumento da oferta da Venezuela no médio prazo”, o que se soma a um mercado já pressionado por sinais de superabastecimento.

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Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), o fornecimento global de petróleo deve alcançar cerca de 109 milhões de barris por dia, o que implicaria um excedente de aproximadamente 3,84 milhões de barris por dia.

Esse pano de fundo ajuda a explicar o desempenho desigual entre as companhias do setor. Entre as petroleiras independentes, a XP reforça que a Prio (PRIO3) segue como sua principal escolha.

A corretora avalia que a empresa “oferece uma margem de segurança significativa antes que a geração de caixa chegue perto do breakeven” mesmo em um cenário de queda do Brent, o que reduz sua vulnerabilidade a oscilações mais bruscas nos preços da commodity.

Ainda assim, o noticiário externo segue no radar dos investidores. A Venezuela detém as maiores reservas provadas de petróleo do mundo (cerca de 300 bilhões de barris, o equivalente a 17% do total global), embora sua produção tenha recuado de 3,3 milhões de barris por dia no início dos anos 2000 para algo próximo de 1,1 milhão de barris atualmente. Uma eventual retomada gradual dessa produção tende a pesar sobre as expectativas de preços no médio prazo.

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No outro extremo, a Brava Energia (BRAV3) aparece como a companhia mais sensível a um cenário de petróleo mais fraco. “A empresa é mais vulnerável a uma queda no Brent, com impacto de cerca de seis pontos porcentuais a cada US$ 5 de recuo no preço”, aponta a XP, citando maior alavancagem operacional e financeira.

Além disso, a corretora alerta que uma eventual entrada adicional de petróleo bruto pesado venezuelano no mercado global poderia ampliar os descontos desse tipo de óleo, afetando ativos como Atlanta, operado pela Brava.

A Petrobras (PETR4), por sua vez, também sente os efeitos da reavaliação do cenário, ainda que de forma mais moderada. O movimento reflete, segundo analistas, a digestão do setor sobre as consequências da deposição de Maduro e a expectativa de um mercado potencialmente superabastecido em 2026, apesar da decisão recente da Opep+ de manter os níveis atuais de produção.

A reação das petroleiras nesta segunda-feira (5) mostra que o mercado começa a precificar não apenas o choque político imediato na Venezuela, mas, principalmente, seus possíveis desdobramentos estruturais sobre a oferta global de petróleo. Em um ambiente de maior volatilidade e risco de excesso de oferta no horizonte, empresas com menor custo e balanços mais sólidos tendem a ser vistas como refúgios relativos, enquanto companhias mais alavancadas seguem sob pressão redobrada.

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