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Cessar-fogo de duas semanas e reabertura do Estreito de Ormuz aliviam tensão geopolítica e impulsionam ativos de risco no mundo
Mercado oscila com sinais contraditórios de Washington, enquanto ameaças do Irã e gargalos logísticos sustentam o prêmio de risco
Guerra no Oriente Médio fez o petróleo ter a maior oscilação da história; magnitude dos impactos depende da continuidade do conflito
Commodity perdeu força após avanço inicial com tensões no Oriente Médio, enquanto investidores monitoraram articulação dos EUA para garantir a navegação em um dos principais corredores do petróleo global
Banco suíço Lombard Odier vê dois cenários para o mercado — de alta moderada a choque global de energia caso haja disrupção na oferta
Escalada do conflito chega a levar barril perto dos US$ 120, impulsiona petroleiras no mercado e pressiona setores como varejo e companhias aéreas
Mercados reagiram ao conflito e ações de defesa e petrolíferas avançaram, como ExxonMobil, Chevron, PetroChina e Mitsubishi
Investidores discutem a possibilidade de a Opep+ retomar a política de aumento da oferta a partir de abril e monitoram negociações sobre acordo nuclear
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