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O ambiente internacional manteve um viés construtivo ao longo da sessão, sustentado por menor aversão ao risco e pela divulgação de indicadores econômicos consistentes com o cenário esperado para os Estados Unidos. Entre os destaques, os dados de inflação reforçaram a leitura de uma desaceleração gradual dos preços, sem sinais de pressão adicional, o que contribuiu para manter expectativas de uma política monetária mais paciente.
As bolsas em Nova York encerraram o dia em alta, puxadas pelo setor de tecnologia, enquanto os rendimentos dos Treasuries avançaram de forma moderada. No mercado de commodities, o petróleo fechou em queda diante da percepção de oferta mais abundante, enquanto o minério de ferro encerrou estável no mercado asiático.
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No Brasil, o Ibovespa voltou a renovar máxima histórica e encerrou o pregão em alta firme, avançando 2,20% aos 175.589 pontos, com giro financeiro de R$ 43,3 bilhões, em um movimento novamente sustentado pela entrada de fluxo estrangeiro e pela atratividade relativa dos ativos locais. O índice apresentou desempenho superior ao das bolsas internacionais, com ações de grande peso, como Vale (VALE3) e bancos, entre os principais vetores de alta.
No câmbio, o real se fortaleceu com o ambiente externo mais favorável e o diferencial de juros, e o dólar recuou 0,68% frente ao real, cotado a R$ 5,28. Já a curva de juros futuros encerrou o dia com oscilações contidas, apesar de leve pressão na ponta mais longa, acompanhando o movimento dos rendimentos internacionais.
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