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Eurasia: Brasil tem ativos cada vez mais valiosos em meio a conflitos geopolíticos entre potências

Em relatório, consultoria destaca potencial agrícola, fontes de energia limpa, recursos hídricos e terras raras

Por Gustavo Nicoletta

28/01/2026 | 18:16 Atualização: 28/01/2026 | 17:59

Eurasia diz que o Brasil é uma potência agrícola com mais terras aráveis disponíveis para cultivo sem desmatamento do que qualquer outro país. (Imagem: Adobe Stock)
Eurasia diz que o Brasil é uma potência agrícola com mais terras aráveis disponíveis para cultivo sem desmatamento do que qualquer outro país. (Imagem: Adobe Stock)

Os conflitos geopolíticos entre as grandes potências militares estão colocando um “prêmio” sobre cadeias de fornecimento resilientes, segurança energética e alimentar, minerais críticos e energia limpa para abastecer centros de dados – todos elementos que o Brasil oferece, segundo a consultoria Eurasia.

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Em relatório, a Eurasia diz que o Brasil é uma potência agrícola com mais terras aráveis disponíveis para cultivo sem desmatamento do que qualquer outro país.

“A China tem sido um destino principal para a soja, mas o Brasil está bem posicionado para expandir as exportações por toda a Ásia e África à medida que as populações crescem”, afirma.

Além disso, quase 90% da energia do Brasil vem de fontes limpas e o país tem abundantes recursos hídricos, o que atrai centros de dados e indústrias que buscam pegadas de carbono mais baixas. A produção de petróleo também vem crescendo e atingirá um pico no início da década de 2030.

Mais: o Brasil possui uma das maiores reservas conhecidas de terras raras, e junto com a Austrália, é um dos países com potencial para desenvolver a exploração destes produtos após a China restringir as exportações de minerais críticos.

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Junto a isso, dois acontecimentos recentes mostram como as forças do Brasil se traduzem em resultados em um mundo de conflito entre grandes potências. O primeiro deles é o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE).

“Dois eventos geopolíticos ajudaram a impulsioná-lo: a invasão da Ucrânia pela Rússia aumentou a urgência de Bruxelas em energia e segurança; e tensões transatlânticas após o retorno de Trump ao cargo em 2025 impulsionaram o acordo no início de 2026. A UE, como outros, busca cada vez mais diversificar seus laços comerciais à medida que os EUA se tornam um aliado menos confiável”, diz a Eurásia.

O segundo acontecimento é a reviravolta em relação às tarifas de importação aplicadas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.

“Trump inicialmente impôs tarifas de 40% ao Brasil e sancionou o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, alegando violações de liberdade de expressão e excesso judicial no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. Após as sanções não aliviarem os problemas legais de Bolsonaro e os custos atingirem os consumidores dos EUA, empresas americanas com interesses no Brasil pressionaram a Casa Branca, e a administração recuou”, acrescenta a consultoria.

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De acordo com a Eurasia, a mina Serra Verde recebeu cerca de US$ 465 milhões em financiamento dos EUA para expandir a produção, e a Casa Branca reconheceu que aprofundar os laços com o Brasil é melhor que deixar o país se aproximar da China.

“A mudança dos EUA está mais ligada aos ativos do Brasil do que às habilidades do Presidente Lula, mesmo que a diplomacia e os esforços corporativos do Brasil mereçam crédito. O Brasil não é excessivamente dependente do mercado dos EUA, tem laços profundos com a China e possui ativos valiosos que os EUA desejam cultivar”, avalia.

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