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Investimentos

Vale (VALE3) some das carteiras de dividendos em fevereiro, enquanto Caixa Seguridade, Itaúsa e Petrobras ganham peso; veja as recomendações

Bancos e corretoras reforçam aposta em ações com caixa previsível e dividend yield elevado para renda recorrente

Por Isabela Ortiz

04/02/2026 | 8:59 Atualização: 05/02/2026 | 7:28

Corretoras e bancos reforçam apostas em ações pagadoras de dividendos para fevereiro, com foco em renda recorrente e geração de caixa. (Foto: Adobe Stock)
Corretoras e bancos reforçam apostas em ações pagadoras de dividendos para fevereiro, com foco em renda recorrente e geração de caixa. (Foto: Adobe Stock)

As carteiras recomendadas de dividendos para fevereiro de 2026 reforçam o interesse das corretoras e bancos por ações de empresas com geração consistente de caixa, políticas claras de distribuição de proventos e múltiplos considerados atrativos. Em comum, as casas destacam a busca por renda recorrente e previsibilidade, ainda que com diferenças relevantes na composição setorial, na metodologia de seleção e no horizonte de investimento considerado.

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A estratégia de dividendos segue concentrada em setores tradicionais da Bolsa brasileira, como bancos, seguradoras, telecomunicações, commodities e energia, embora algumas instituições tenham promovido ajustes relevantes na alocação setorial ao longo do último trimestre.

BTG Pactual: geração total de valor ao acionista

O BTG Pactual destaca que sua carteira recomendada de dividendos tem como objetivo a seleção das melhores empresas sob a ótica da geração total de valor ao acionista, com foco na distribuição de proventos. A análise prioriza ativos de alta qualidade, com resiliência de resultados e capacidade consistente de geração de caixa.

A construção da carteira é feita de forma conjunta entre a equipe de análise de empresas e a equipe de estratégia, com revisões mensais. Para fevereiro de 2026, o banco promoveu ajustes relevantes, como a retirada de Vale e a inclusão de Axia Energia, além de mudanças nos pesos de Caixa Seguridade e B3.

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O portfólio reúne empresas de setores como petróleo e gás, bancos, serviços básicos, infraestrutura, shoppings e construção civil, com estimativas de dividend yield para 2026 e 2027 apresentadas como referência para o investidor.

Banco do Brasil: consistência de performance e rotação setorial

O Banco do Brasil destaca que, em janeiro, a Carteira BB Dividendos se valorizou 10,1%, desempenho ligeiramente inferior ao do Índice de Dividendos da B3 (IDIV), que avançou 10,6% em um mês considerado atipicamente forte para o mercado de renda variável.

Cumprindo sua proposta de atualizações trimestrais, a Carteira BB Dividendos não sofreu alterações em fevereiro, uma vez que já havia sido ajustada em dezembro, com base nos balanços do terceiro trimestre de 2025. A estratégia, segundo o banco, busca capturar ativos com maior potencial de retorno ao longo de um ciclo vigente até o final de fevereiro de 2026.

Para o trimestre iniciado em dezembro de 2025, a carteira passou por uma rotação considerada atipicamente elevada, com a substituição de cinco ativos. Saíram CPFL Energia, Direcional, Klabin, Taesa e TIM, enquanto entraram Ambev, Marcopolo, Vivo, Vulcabras e Weg. Esses papéis se somaram a ABC Brasil, Caixa Seguridade, Itaúsa, Vale e Petrobras, formando os dez ativos mantidos até o fim do ciclo.

Planner: foco em histórico de proventos

Na carteira da Planner, o destaque segue sendo a seleção de empresas com histórico recorrente de distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio. Entre os principais nomes estão BB Seguridade e ISA Energia Brasil.

No caso da BB Seguridade, a corretora ressalta a aprovação da distribuição de R$ 4,95 bilhões referentes ao segundo semestre de 2025, com pagamento previsto em até 60 dias após a divulgação do resultado anual. O retorno estimado ao acionista é de 6,8%.

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Já a ISA Energia Brasil aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio no valor total de R$ 495,3 milhões, pagos em três parcelas iguais, com retorno líquido total estimado de 2,2%.

Terra Investimentos: análise top down e foco em payout

A Terra Investimentos mantém uma abordagem estruturada para a construção de sua carteira de dividendos. Segundo o relatório, a seleção dos ativos começa com uma avaliação do cenário macroeconômico e da agenda corporativa do mês. A partir dessa leitura, a casa define os setores que tendem a se beneficiar da conjuntura projetada.

A carteira é composta por empresas com payout (o lucro da empresa distribuído aos acionistas) superior a 25%, negociadas a múltiplos considerados atrativos, com perspectivas de crescimento via distribuição de proventos e balanços sólidos. A preferência é por companhias com boa geração de caixa, elevada governança corporativa e alto dividend yield (rendimento de dividendos). Para fevereiro, o portfólio reúne Itaúsa, Bradespar, Petrobras, Caixa Seguridade e Cemig, todos com pesos equivalentes.

Andbank: diversificação e dividend yield elevado

A Andbank apresenta uma carteira de dividendos amplamente diversificada, com pesos iguais entre os ativos e exposição a bancos, seguradoras, energia elétrica, telecomunicações e mineração.

O portfólio inclui BB Seguridade, Bradesco, Itaú Unibanco, Itaúsa, CPFL, Copel, Porto Seguro, Telefônica Brasil, TIM e Vale. A casa destaca dividend yields estimados para 2026 que variam entre 6% e 12%, com média anual da carteira de 8,67%.

Nos comentários individuais, a Andbank chama atenção para a forte geração de caixa da Vale, com espaço para dividendos extraordinários, e para os resultados operacionais consistentes da TIM, que sustentam um dividend yield esperado de 8,7% em 2026.

O que o investidor deve observar

Embora todas as carteiras tenham o mesmo foco (geração de renda via dividendos), as diferenças de abordagem são evidentes. Algumas casas priorizam estabilidade e histórico de pagamentos, enquanto outras incorporam fatores técnicos e rotação setorial mais intensa.

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Para o investidor, a comparação entre essas estratégias ajuda a entender não apenas quais ações estão sendo recomendadas, mas por que elas aparecem em cada carteira. Mais do que replicar composições prontas, compreender a metodologia, o horizonte de investimento e os riscos envolvidos é essencial para fazer escolhas alinhadas ao próprio perfil.

Carteiras recomendadas para fevereiro

Ágora Investimentos

Para o mês de fevereiro, a casa optou por realizar duas alterações na composição do portfólio. Saem as ações da Vale (VALE3) e as ações da Telefônica Brasil (VIVT3). Em seus lugares, entram as ações da Caixa Seguridade (CXSE3) e as ações da TIM (TIMS3).

Ações
Allos (ALOS3)
Caixa Seguridade (CXSE3)
Isa Energia (ISAE4)
Itaú (ITUB4)
TIM (TIMS3)

Terra Investimentos

O Terra optou por não mexer na sua carteira de dividendos para fevereiro.

Ações
Itausa (ITSA4)
Bradespar (BRAP4)
Petrobras (PETR4)
Caixa Seguridade (CXSE3)
CMIG4 (Cemig)

Planner

A Planner retirou 3 empresas da carteira: Caixa Seguridade (CXSE3), CSN Mineração (CMIN3) e Santander Brasil (SANB11). As incluídas foram: Banco do Brasil (BBAS3), Porto (PSSA3) e Cury (CURY3).

Ações
BB Seguridade (BBSE3)
Banco do Brasil (BBAS3)
Porto (PSSA3)
Isa Energia (ISAE4)
Cury (CURY3)

Andbank

A carteira recomendada do Andbank de fevereiro atingiu um potencial de valorização de 2,56%. Veja as ações selecionadas:

Ações
BB Seguridade (BBSE3)
Bradesco (BBDC4)
CPFL (CPFE3)
Copel (CPLE3)
Itaú (ITUB4)
Itaúsa (ITSA4)
Porto Seguro (PSSA3)
Telefônica Brasil (VIVT3)
Tim (TIMS3)
Vale (VALE3)

BTG Pactual

Para a carteira de fevereiro, o banco retirou as ações da Vale (VALE3) e a substituiu por Axia Energia (AIXA3).

Ações
Itaú Unibanco (ITUB4)
Petrobras (PETR4)
Axia Energia (AXIA3)
Bradesco (BBDC4)
B3 (B3SA3)
Caixa Seguridade (CXSE3)
Equatorial (EQTL3)
Copel (CPLE3)
Copasa (CSMG3)
Allos (ALOS3)
Sanepar (SAPR11)
Direcional (DIRR3)

Empiricus Research

Para este mês, a corretora ampliou sua carteira de dividendos. Acrescentou as ações da Telefônica/Vivo (VIVT3), Porto (PSSA3), Axia Energia (AXIA6) e Direcional (DIRR3), com a saída da Cyrela (CYRE3).

Ações
Petrobras (PETR4)
Itaú (ITUB4)
B3 (B3SA3)
Multiplan (MULT3)
Telefônica – Vivo (VIVT3)
Porto (PSSA3)
Axia Energia (AXIA6)
Direcional (DIRR3)

Genial

Em relação ao mês de janeiro, saíram as ações da Eneva (ENEV3) e foram incluídas as ações da BTG Pactual (BPAC11).

Ações
AXIA Energia ON (AXIA3)
Bradesco (BBDC4)
BTG Pactual (BPAC11)
Cogna (COGN3)
Tim (TIMS3)

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