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Investimentos

C6 Bank projeta dólar em 2026 a R$ 5,50: ‘Movimento intenso e persistente’

Banco vê enfraquecimento estrutural da moeda americana com juros menores nos EUA, apesar dos desafios fiscais e da desaceleração da economia brasileira

Por Isabela Ortiz

03/02/2026 | 9:44 Atualização: 03/02/2026 | 9:51

C6 Bank revisou suas projeções para o dólar em 2026 diante de um cenário externo mais favorável às moedas emergentes. (Foto: Adobe Stock)
C6 Bank revisou suas projeções para o dólar em 2026 diante de um cenário externo mais favorável às moedas emergentes. (Foto: Adobe Stock)

Em um ambiente marcado por tensões geopolíticas, ajustes na política monetária global e desaceleração gradual da atividade doméstica, o C6 Bank projeta o dólar em 2026 estruturalmente mais fraco, ainda que com ruídos relevantes no curto prazo. A leitura combina um cenário externo mais incerto – especialmente nos Estados Unidos – com desafios fiscais internos que seguem no radar, mas que, por ora, têm sido compensados por uma dinâmica favorável para moedas emergentes.

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Neste início de 2026, os Estados Unidos voltaram ao centro das atenções após a intensificação de tensões geopolíticas e comerciais. A postura mais assertiva da Casa Branca, incluindo declarações sobre a possibilidade de anexação da Groenlândia, provocou desconforto nas relações com a Europa e elevou a percepção de risco global. Esse ambiente de maior incerteza levou a uma nova rodada de desvalorização do dólar, movimento que beneficiou moedas de países emergentes, como o real.

A projeção para o dólar foi ajustada de R$ 5,80 para R$ 5,50 em 2026 e de R$ 6 para R$ 5,80 em 2027. “Em janeiro, o dólar seguiu em trajetória de desvalorização, assim como aconteceu ao longo do ano passado. A dinâmica, associada às incertezas no cenário externo, beneficiou o real e outras moedas latino-americanas. Esse movimento tem se mostrado mais intenso e persistente”, explica Felipe Salles, economista-chefe do C6 Bank.

No campo da política monetária americana, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) manteve a taxa de juros no intervalo entre 3,5% e 3,75%, em decisão não unânime. O presidente da autoridade monetária americana, Jerome Powell, reforçou que as tacas estão próximas do nível neutro, sinalizando menor urgência para ajustes adicionais. Para o C6 Bank, esse discurso reforça a expectativa de que os juros nos EUA voltem a cair até o fim de 2026, reduzindo o diferencial de juros global e, consequentemente, a atratividade do dólar.

  • Dólar perde força: por que a moeda enfraquece — e até onde pode cair

A indicação de Kevin Warsh para comandar o Fed a partir de maio também entrou no radar dos mercados financeiros. Embora ainda haja incertezas sobre a condução futura da política monetária americana, o banco avalia que o cenário base segue apontando para uma política menos restritiva ao longo de 2027, o que tende a manter pressão baixista sobre a moeda americana.

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Na Europa, o pano de fundo é mais benigno. A economia da zona do euro cresceu 1,5% em 2025, acima das expectativas, impulsionada pelo setor de serviços. Com desemprego baixo e inflação próxima da meta, o Banco Central Europeu (BCE) manteve os juros em pausa e deve seguir nesse compasso ao longo dos próximos meses. Esse cenário contribui para reduzir a assimetria de crescimento e juros em relação aos EUA, reforçando o viés de dólar mais fraco no cenário global.

  • Confira ainda: O que os grandes nomes do mercado dizem sobre a queda do dólar, recorde do Ibovespa e eleições de 2026

Já a China segue crescendo, mas com composição menos favorável. O Produto Interno Bruto (PIB) avançou 5% em 2025, em linha com a meta oficial, sustentado pelas exportações, apesar do aumento das tarifas americanas. Por outro lado, consumo doméstico, investimentos e o setor imobiliário continuam fracos. Para 2026, o C6 Bank projeta um crescimento um pouco menor, o que limita uma recuperação mais robusta da demanda global por commodities, mas sem gerar choques relevantes no câmbio.

A influência do contexto externo para o Brasil

A economia brasileira deve encerrar 2025 com crescimento de 2,2%, segundo as estimativas da casa, mas a expectativa é de perda gradual de fôlego. Apesar da sinalização do Banco Central para o início do ciclo de flexibilização monetária, os juros ainda elevados impactam a atividade econômica do País. Para 2026, o C6 Bank projeta crescimento do PIB de 1,7%, ritmo próximo ao potencial estimado.

“Se, por um lado, a Selic elevada restringe o crescimento, por outro, medidas de estímulo, como a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda, devem evitar uma desaceleração mais intensa”.

O mercado de trabalho aquecido, com projeção de taxa de desemprego próxima de 5,5% ao final de 2026, sustenta a renda, mas também coloca pressão sobre os preços de serviços.

No lado fiscal, o quadro se mostra desafiador. O setor público consolidado encerrou 2025 com déficit primário de 0,4% do PIB e a projeção é de resultado negativo de 0,5% do PIB tanto em 2026 quanto em 2027. A dívida líquida, que atingiu 65,3% do PIB em 2025, deve continuar em trajetória de alta, alcançando 68,9% em 2026 e 71,4% em 2027.

Fatores domésticos pressionam o real

Esses fatores domésticos tendem a pressionar o real ao longo do tempo. Ainda assim, o comportamento recente do câmbio tem surpreendido. Tal melhora tem efeitos diretos sobre a inflação. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerrou 2025 em 4,3%, dentro do intervalo de tolerância da meta.

Segundo o C6 Bank, a queda recente da inflação está diretamente associada à valorização do real. Com a perspectiva de um câmbio menos depreciado, o banco revisou sua projeção de IPCA para 4,5% em 2026 e 2027, ante estimativa anterior de 4,8%.

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No front monetário, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu pela Selic em 15% em janeiro, mas sinalizou que pode iniciar o ciclo de cortes já na próxima reunião, caso o cenário prospectivo se confirme. Para o C6 Bank, o início da flexibilização deve ocorrer em março, com a Selic encerrando 2026 em 12,5%, patamar inferior à projeção anterior de 13%.

O banco enxerga um crescimento mais moderado no Brasil, desafios fiscais persistentes, mas um ambiente externo que favorece um dólar em 2026 mais fraco. Esse equilíbrio delicado deve seguir ditando o comportamento dos ativos ao longo do ano, com o câmbio funcionando como um dos principais canais de transmissão entre o cenário global e a economia doméstica.

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