No Brasil, há a expectativa do início da temporada de resultados do quarto trimestre e do ano de 2025 com a repercussão dos números do Santander.
A filial brasileira do banco espanhol divulgou seu balanço há pouco (leia mais AQUI), e reportou lucro líquido recorrente de R$ 4,1 bilhões no 4º trimestre de 2025, alta de 6% em um ano e em linha com as previsões. Apesar de bons resultados, o aumento da inadimplência entre clientes pode limitar a reação das ações.
Após o fechamento de mercado, os resultados de Itaú Unibanco vêm à público e definirão o cenário do pregão de amanhã (5).
Bolsas globais avançam
Os índices futuros em Nova York operam perto da estabilidade após o fim da paralisação parcial nos EUA, sancionado pelo presidente Donald Trump. Pela manhã, no mercado futuro, o Dow Jones subia 0,22%, o S&P 500 avançava 0,21% e o Nasdaq ganhava 0,10%.
O dólar, por sua vez, recua. O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de seis rivais fortes, tinha queda de 0,07%, a 97,378 pontos.
Na Europa, as bolsas sobem na maioria com balanços, apesar da queda de mais de 4% do Santander após acordo para compra do Webster Financial e divulgação de resultado.
As bolsas da Ásia, por sua vez, fecharam com desempenhos distintos, com perdas em Tóquio. As ações da Nintendo desabaram 11% com projeções que decepcionaram os analistas.
Commodities
No mercado de commodities, os contratos futuros do petróleo avançam. Pela manhã, o petróleo WTI para março negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) subia 0,24%, a US$ 63,33 o barril. Já o Brent para abril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), avançava 0,03%, a US$ 67,35 o barril.
Já o minério de ferro para maio de 2026, negociado no mercado futuro da Dalian Commodity Exchange, fechou em queda de 0,32%, cotado a 781,5 yuans por tonelada, o equivalente a US$ 112,63. O segundo contrato mais negociado, para setembro de 2026, terminou o pregão em queda de 0,46%, a 764,5 yuans, o equivalente a US$ 110,18 por tonelada.
*Com informações de Patricia Lara, Cecília Mayrink, Luciana Xavier e Silvana Rocha, da Broadcast