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Criptomoedas

‘Medo extremo’ no mercado derruba o bitcoin e aumenta risco de novas quedas

Bitcoin recua 4% com medo extremo no mercado e maior aversão ao risco dos investidores.

Por Daniel Rocha

04/02/2026 | 11:01 Atualização: 04/02/2026 | 11:02

Bitcoin é a maior criptomoeda em valor de mercado (Foto: Adobe Stock)
Bitcoin é a maior criptomoeda em valor de mercado (Foto: Adobe Stock)

O bitcoin opera nesta quarta-feira (4) ainda sobe pressão. Por volta das 10h50 (de Brasília), o ativo digital recuava 4% no acumulado das últimas 24h, segundo dados da CoinMarketCap. A depreciação levou o BTC a ser negociado a US$ 75 mil. O fraco desempenho com viés de queda reflete o clima de cautela dos investidores.

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Na manhã desta quarta-feira (4), o índice de Fear & Greed caiu para 14, refletindo medo extremo, alta volatilidade e crescente incerteza. A ferramenta mede o sentimento do mercado tanto para o bitcoin quanto para as outras criptomoedas e o seu desempenho varia de zero (medo extremo) a 100 (ganância extrema).

“A conjuntura de quedas em tecnologia global, fortalecimento do dólar, que tradicionalmente pesa sobre ativos de risco, e volatilidade generalizada nos mercados tendem a reduzir o apetite por ativos voláteis como o BTC no curtíssimo prazo”, diz André Franco, CEO da  Boost Research.

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Na tarde desta terça-feira (3), a criptomoeda operou em forte baixa, em uma liquidação ampliada durante a tarde e que acompanha a deterioração de uma série de ativos ligados à tecnologia nos Estados Unidos. Como resultado, a criptomoeda ficou abaixo do nível de US$ 74 mil, o menor patamar desde a eleição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 2024.

Contudo, o ativo digital sofreu uma correção de preço e voltou ao patamar dos US$ 76 mil. “A leve recuperação observada ontem não foi suficiente para reduzir o pessimismo entre os participantes do mercado”, avalia Guilherme Prado, country manager da Bitget.

Bitcoin corre risco de cair abaixo dos US$ 70 mil?

O período nebuloso enfrentado pelo BTC nas últimas semanas reflete o clima de aversão ao risco dos investidores que buscam ativos considerados de proteção, como o ouro e a prata, diante das incertezas macroeconômicas e do aumento das tensões geopolíticas.

A combinação desses eventos resultou na saída líquida de US$ 1 bilhão dos ETFs (Exchange Traded Fund, fundo atrelado a uma carteira de ativos que busca um retorno semelhante a um índice de referência) de bitcoin à vista apenas em janeiro, segundo a SosoValue, plataforma de dados de cripto. Já nos últimos três meses, a retirada chega a US$ 5,6 bilhões. O resgate em massa ajudou na depreciação de 10,25% no acumulado do ano.

Por isso, as chances do BTC ser negociado abaixo dos US$ 70 mil não são desprezíveis, na avaliação dos especialistas. Isso porque, caso a pressão macroeconômica persista, seja por juros mais elevados ou por novas saídas de capital de ativos de risco, o bitcoin não terá fôlego para sustentar o seu atual patamar de preço e retomar novas faixas.

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Ainda assim, Prado argumenta que o movimento representa mais um ajuste técnico dentro de um ciclo de baixa do que uma mudança estrutural nos fundamentos da criptomoeda. “O risco de o bitcoin romper momentaneamente os US$ 70 mil existe e não deve ser ignorado, mas isso não necessariamente caracteriza um movimento prolongado ou o início de uma tendência de baixa mais profunda”, acrescenta Prado.

Com informações do Broadcast

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