Segundo a Porto, o objetivo é criar uma alternativa adicional de geração de valor aos acionistas, por meio da manutenção dos papéis em tesouraria, cancelamento, alienação ou vinculação a programas de remuneração variável em ações, “sem redução do capital social e nos limites permitidos pelas normas legais e regulatórias aplicáveis”. A execução do plano caberá à diretoria, que avaliará se as condições de mercado e a cotação dos papéis na B3 recomendam, ou não, as compras.
A empresa afirmou também que não existem acordos ou orientações de voto com contrapartes e que a recompra não alterará a composição do controle acionário nem a estrutura administrativa. Os recursos para eventuais aquisições virão de quaisquer saldos disponíveis na data das compras, incluindo reservas de lucros e resultados do exercício.
O conselho declarou sentir-se confortável de que o programa não comprometerá obrigações com credores nem o pagamento de dividendos obrigatórios. Com base nas demonstrações financeiras intermediárias de 30 de setembro de 2025, o saldo de capital disponível é “significativamente superior” ao necessário para recomprar a totalidade do volume autorizado, afirma a Porto em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
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