No mercado de câmbio, o dólar voltou a ganhar força frente a moedas importantes como o euro e a libra esterlina após a pausa observada na sessão anterior. O euro recuou para US$ 1,1608, enquanto a libra caiu para US$ 1,3359. Em relação à moeda japonesa, o dólar subiu a 157,54 ienes.
Um dos principais termômetros da força global da moeda norte-americana, o índice U.S. Dollar Index (DXY) subiu 0,55%, para 99,317 pontos. O indicador mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas relevantes (euro, iene, libra esterlina, dólar canadense, coroa sueca e franco suíço) sendo utilizado por investidores para avaliar se a divisa dos EUA está se valorizando ou perdendo força no cenário internacional.
No mercado de renda fixa, os rendimentos dos Treasuries, títulos da dívida pública dos EUA considerados os ativos mais seguros do mundo, avançaram pela quarta sessão consecutiva. O rendimento da T-note de dois anos subiu para 3,578%, enquanto o da T-note de dez anos avançou para 4,132%. Já o rendimento do T-bond de 30 anos teve alta a 4,745%.
No mercado acionário, os índices das bolsas de Nova York terminaram no campo vermelho, após o fechamento positivo do pregão anterior em Wall Street. Dow Jones caiu 1,61%, enquanto S&P 500 recuou 0,57% e o Nasdaq registrou baixa de 0,26%.
O sentimento mais cauteloso dos investidores refletiu principalmente as incertezas relacionadas à guerra no Oriente Médio, além da divulgação de novos indicadores da economia norte-americana.
Nos Estados Unidos, os pedidos de auxílio-desemprego permaneceram inalterados, ante número anterior revisado, na semana encerrada em 28 de fevereiro, em 213 mil, informou hoje o Departamento do Trabalho. Analistas ouvidos pela FactSet esperavam alta a 215 mil. O total de pedidos da semana anterior foi revisado de 212 mil para 213 mil. O dado funciona como um termômetro do mercado de trabalho.
*Com informações do Sergio Caldas, da Broadcast