As taxas dos títulos do Tesouro Direto amenizaram alta na tarde desta segunda-feira (9), após os ganhos do petróleo perderem fôlego no exterior, com relatos de que ministros de Energia do G7 estudam medidas para estabilizar o mercado energético.
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As taxas dos títulos do Tesouro Direto amenizaram alta na tarde desta segunda-feira (9), após os ganhos do petróleo perderem fôlego no exterior, com relatos de que ministros de Energia do G7 estudam medidas para estabilizar o mercado energético.
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Entre os títulos prefixados, o Tesouro Prefixado 2029 passou de 13,33% na última sessão para 13,37% nesta tarde, enquanto o Prefixado 2032 foi de 13,94% para 13,84% nesta segunda-feira. O Tesouro Prefixado com juros semestrais 2037, por sua vez, passou de 14,11% na sexta-feira para 13,95% hoje.
Nos papéis atrelados à inflação, o Tesouro IPCA+ 2032 avançou de IPCA +7,78% na sexta-feira para IPCA +7,8% nesta tarde. Nos vencimentos mais longos, o IPCA+ 2040 seguiu estável em relação ao fechamento anterior, enquanto a remuneração real do IPCA+ 2050 subiu de 6,95% para 6,98%.
Nas máximas da sessão, os barris do WTI e do Brent chegaram ao patamar de US$ 119, maior nível desde junho de 2022, depois que países árabes do Golfo reduziram a produção devido ao fechamento do Estreito de Ormuz por ameaças iranianas. Os preços reduziram alta após os ministros de Finanças do G7 sinalizarem disposição em liberar suas reservas para controlar a disparada da commodity, em reunião com a Agência Internacional de Energia (AIE).
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Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para abril fechou em alta de 4,3% a US$ 94,77 barril. Já o Brent para maio subiu 6,8% a US$ 98,96 o barril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE).
O mercado também repercute nesta segunda-feira o Boletim Focus. A mediana do relatório para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026 manteve-se em 3,91%. A taxa está 0,91 ponto porcentual acima do centro da meta, de 3%.
Já a projeção para a Selic, taxa básica de juros da economia brasileira, subiu de 12,00% a 12,13% no fim de 2026. Considerando só as 40 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana também aumentou de 12,00% para 12,13%.
Em relação ao dólar, a mediana do relatório para a cotação da moeda americana no fim de 2026 oscilou de R$ 5,42 para R$ 5,41. Há um mês, era de R$ 5,50.
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