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Investimentos

FIIs para abril: carteiras reforçam renda e apostam em crédito para enfrentar a inflação

Com IFIX em queda em março, casas aumentam exposição a crédito indexado ao IPCA e mantêm apostas táticas em fundos de tijolo negociados com desconto

Por Isabela Ortiz

07/04/2026 | 9:56 Atualização: 07/04/2026 | 9:56

Fundos imobiliários seguem pressionados por juros e inflação, enquanto carteiras de abril priorizam renda e proteção. (Foto: Adobe Stock)
Fundos imobiliários seguem pressionados por juros e inflação, enquanto carteiras de abril priorizam renda e proteção. (Foto: Adobe Stock)

Em meio a um ambiente volátil para os ativos de risco, as carteiras recomendadas de fundos imobiliários (FIIs) para abril de 2026 refletem uma combinação de cautela tática e busca por renda previsível. Bancos e casas de análise convergem na leitura de que o investidor precisa equilibrar proteção, especialmente contra a inflação, com exposição a ativos descontados, capazes de capturar uma eventual recuperação ao longo do ciclo.

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Março foi um mês difícil para os FIIs. O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) recuou cerca de 1,06%, pressionado pela abertura da curva de juros, inflação mais persistente e aumento das tensões geopolíticas. Nesse contexto, as carteiras passaram por ajustes recentes e, em abril, a maioria das casas optou por manutenção das posições, sinalizando convicção nas teses já montadas.

Entre juros, inflação e volatilidade

A leitura macro domina os relatórios. O início do ciclo de corte da Selic, ainda que tímido, não foi suficiente para aliviar o prêmio de risco dos FIIs. Ao contrário, a combinação de inflação pressionada e incerteza global levou a uma reprecificação dos ativos.

O relatório do BTG Pactual destaca que o cenário segue “marcado por elevada incerteza”, com impactos diretos sobre expectativas de inflação e política monetária. Já a Empiricus observa que março trouxe uma “tempestade” aos mercados, interrompendo o tom mais construtivo do início do ano.

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Nesse ambiente, os fundos imobiliários continuam sensíveis ao comportamento dos juros, mas também começam a abrir oportunidades. Como explica a Empiricus, ativos indexados à inflação podem proteger em cenários adversos e ainda capturar ganhos caso a curva de juros recue mais à frente.

Crédito segue como pilar da carteira

O BTG mantém mais da metade da carteira (52%) alocada em crédito, com exposição relevante a nomes como KNCR11, KNIP11 e MCCI11, buscando capturar dividend yields (rendimento do dividendo) elevados, em torno de 11% ao ano na média da carteira.

A Empiricus reforça essa visão ao destacar que títulos indexados ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) oferecem proteção relevante, com taxas que giram em torno de IPCA + 10% ao ano.

Na mesma linha, outras carteiras recomendadas enfatizam fundos como VGIP11 e VCJR11, cuja estratégia está ancorada justamente na indexação à inflação e na geração de renda real recorrente.

Em um ambiente de inflação ainda resistente, os rendimentos desses fundos tendem a acompanhar a alta de preços, preservando o poder de compra do investidor.

Tijolo volta ao radar, mas com cautela

A Andbank aumentou a exposição a esse segmento nos últimos meses, incluindo nomes como HGRE11 e VILG11, com o objetivo de capturar ganho de capital via ativos negociados com desconto.

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Muitos FIIs de lajes, logística e shoppings seguem negociados abaixo do valor patrimonial, o que pode abrir espaço para valorização caso o cenário de juros melhore. Ainda assim, o movimento não é isento de risco.

Os próprios relatórios reconhecem que segmentos como escritórios e logística foram mais penalizados recentemente, refletindo a sensibilidade ao ciclo econômico e ao custo de capital.

Mesmo assim, há apostas pontuais. A Empiricus, por exemplo, incluiu o VILG11 em sua carteira de abril, enquanto fundos de shopping como HSML11 aparecem como forma de capturar a retomada do consumo.

Diversificação e gestão ativa ganham espaço

Fundos como CPTS11 e RBRX11 aparecem com destaque por sua flexibilidade de alocação, podendo transitar entre crédito, cotas de FIIs e outros ativos imobiliários conforme o ciclo. Essa abordagem tem ganhado força justamente em momentos de incerteza, em que a gestão ativa pode explorar distorções de preço e ajustar rapidamente o portfólio.

Além disso, a diversificação segue como princípio central. As carteiras analisadas mantêm exposição equilibrada entre diferentes segmentos (crédito, logística, shoppings, lajes e fundos híbridos) como forma de diluir riscos e estabilizar a geração de renda.

O que o investidor deve levar em conta

Ao consolidar as diferentes recomendações, emerge um retrato relativamente claro para abril:

  • Renda segue no centro da estratégia, com dividend yields atrativos como principal driver de retorno;
  • Fundos de crédito são o núcleo das carteiras, especialmente os indexados à inflação;
  • Ativos de tijolo aparecem como oportunidade tática, sobretudo quando negociados com desconto; e
  • Gestão ativa e diversificação ganham importância em um cenário mais incerto.

Carteiras de FIIs recomendadas para abril

BTG Pactual

O BTG escolheu os fundos que compõem a carteira de forma a equilibrar o portfólio com fundos que tenham estratégias complementares, proporcionando, além da diversificação setorial, exposição a diferentes regiões do País, escreveram os analistas de FIIS do banco, no relatório.

FIIs recomendados
KNCR11 – Kinea Recebíveis
KNIP11 – Kinea Recebíveis
RBRR11 – Patria Recebíveis
RBRY11 – Patria Recebíveis
MCCI11 – Mauá Recebíveis
VILG11 – Vinci Galpões Logísticos
BRCO11 – Bresco Galpões Logísticos
BTLG11 – BTG Pactual Galpões Logísticos
BRCR11 – BTG Pactual Lajes Corporativas
PVBI11 – Patria Lajes Corporativas
HGBS11 – Hedge Shoppings
GZIT11 – Gazit Shoppings
HSML11 – HSI Shoppings
TRXF11 – TRX Renda Urbana

Empiricus Research

Para abril, a casa sugere a desmontagem de posição no Kinea Renda Imobiliária (KNRI11) e a compra dos fundos Clave Índice de Preços (CLIN11) e Vinci Logística (VILG11).

FIIs recomendados
BRCO11– Bresco Logística
CLIN11 – Clave Índice de Preços
KNSC11 – Kinea Securities
PMLL11 – Patria Malls
MCCI11 – Mauá Capital Recebíveis Imobiliários
HSML11 – HSI Malls
VILG11 – Vinci Logística

AndBank

O Andbank manteve a carteira com a mesma composição para abril.

FIIs recomendados
BTCI11 – BTG PActual
MCCI11 – Mauá Capital Recebíveis
VCJR11 – Vectis Juros Real
CPTS11 – Capitania Securities
MCRE11 – Maua Capital
TVRI11 – Tivio Renda Imobiliária
HGRE11 – Pátria Escritórios
VILG11 – Vinci Logística
BBIG11 – BB Premium Malls
RBVA11 – Rio Bravo Renda Varejo

Terra Investimentos

A carteira recomendada de FIIs da Terra não passou por mudanças para abril.

FIIs recomendados
JSRE11 – JS Real Estate
HGRE11 – Pátria Escritórios
BODB11 – Bocaina Infra
VILG11 – Vinci Logística
CPTS11 – Capitania Securities II
RBRX11 – RBR Multiestratégia Real Estate
KCRE11 – Kinea Creditas
VCJR11 – Vectis Juros Real
HSML11 – HSI Mall
VGIP11 – Valora Recebíveis

XP Investimentos

Para este mês, a casa realizou duas mudanças: redução da alocação em RBRR11 (-1,0 ponto percentual) e PCIP11 (-1,9 p.p.) e aumento de exposição em KNCR11 (+2,0 p.p.).

FIIs recomendados
MCCI1 – Mauá Capital Recebíveis
RBRR11 – Patria Rendimento HG
KNCR11 – Kinea Rendimentos
XPCI11 – XP Crédito Imobiliário
PCIP11 – Patria Crédito Imobiliário IPo
BTLG11 – BTG Logística
LVBI11 – VBI Logística
BRCO11 – Bresco Logística
XPLG11 – XP Logística
PVBI11 – VBI Prime Offices
XPML11 – XP Malls
HSML11 – HSI Malls
CPTS11 – Capitânia Securities
RBRX11 – Patria Plus Multiestratégia RE

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