O Citi alerta para saída de Ruy Kameyama da Azzas (AZZA3), descrito pelo banco como um “executivo-chave”. É a perda do “ponto de convergência” em uma fase considerada crítica de integração pode trazer desafios adicionais, avaliam.
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O Citi alerta para saída de Ruy Kameyama da Azzas (AZZA3), descrito pelo banco como um “executivo-chave”. É a perda do “ponto de convergência” em uma fase considerada crítica de integração pode trazer desafios adicionais, avaliam.
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Kameyama entrou na empresa como membro do conselho administrativo e assumiu um cargo executivo em agosto de 2024, como CEO da Reserva/Moda Masculina. Desde agosto do ano passado, ele liderava as divisões de Moda Feminina e Moda Masculina, que, de acordo com o Citi, respondem por cerca de 52% das vendas da varejista.
Para o Citi, o fato de o comunicado da Azzas não mencionar nenhum plano de sucessão “naturalmente aumenta o risco”.
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“Kameyama tinha um papel relevante não apenas nas frentes de moda feminina e masculina (negócios de rápido crescimento), mas também como elo entre o CEO Alexandre Birman e o ex-CEO da Soma, Roberto Jatahy, atualmente diretor de marca”, pontuam os analistas João Pedro Soares e Felipe Hussein, em relatório.
Segundo eles, Kameyama, que é ex-membro do conselho da Soma e tem experiência em shoppings e consultoria, ajudou a conectar os dois executivos.
Apesar de o banco afirmar que ainda vê “muitos veteranos experientes do setor” na empresa, além de oportunidades de sinergias e uma avaliação “pouco exigente”, denota “cautela” com o risco de execução no curto prazo.
Por isso, o Citi manteve recomendação Neutra/Alto Risco para Azzas, com preço-alvo de R$ 28, visando ainda potencial valorização de 20% ante o fechamento da última sexta-feira (10).
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